Mato Grosso
Mais de 80 mil pessoas assistem ao Auto da Paixão de Cristo e primeira-dama de MT agradece o público

Durante seis dias de apresentações, o espetáculo Auto da Paixão de Cristo 2025 reuniu mais de 80 mil pessoas na Arena Pantanal, em Cuiabá. Mesmo com dias de chuva, o público compareceu em massa ao evento motivado pela primeira-dama do Estado Virginia Mendes, por meio do programa SER Família Fé e Vida, com apoio do Governo de Mato Grosso.
O encerramento aconteceu neste domingo (20.4), e muitas pessoas chegaram a participar mais de uma vez, tocadas pela mensagem de fé e amor transmitida pela encenação.
Para a primeira-dama Virginia Mendes, ver a emoção do público e saber que o evento contribuiu para fortalecer a fé e os laços familiares é a maior recompensa.
“Vi que houve pessoas que foram mais de uma vez, levaram amigos e familiares. E o principal: foram tocadas pelo amor de Jesus por nós na cruz. Um amor incondicional, que não existe igual em todo este mundo”, afirmou Virginia.
Ela agradeceu à população e a todos os envolvidos na realização do espetáculo. “Agradeço a cada pessoa que esteve na Arena. Que Deus possa abençoá-las. Também quero agradecer ao Governo do Estado por apoiar mais uma ação do programa SER Família Fé e Vida; aos secretários-adjuntos da Setasc, Klebson e Emerson, e a todos os servidores que se dedicaram ao evento, desde o Mutirão da Cidadania até a equipe que manteve a organização do espaço. Minha equipe da Unaf, nosso querido parceiro de primeira hora, secretário David Moura da Secel, e a imprensa que fez a cobertura do evento. Deus abençoe a todos”, completou.
Emocionado, o ator Kayky Brito falou da oportunidade de viver uma semana de apresentação em Cuiabá.
“Quero agradecer a primeira-dama Virginia Mendes pela oportunidade de encenar Jesus Cristo, também todo o elenco, atores e figurantes que se dedicaram de corpo e alma. Foi lindo, foi especial. Gratidão a cada pessoa que esteve conosco”, expressou o ator.
O secretário-adjunto do Escritório Diretivo de Projetos Estratégicos da Setasc, Klebson Gomes Haagsma, também destacou a importância da iniciativa:
“Não foi fácil, mas conseguimos. Esse era um desejo do coração da nossa primeira-dama Virginia, que sempre pensa no melhor para a população. Durante todos esses dias, vi o quanto as pessoas se sentiram acolhidas e tocadas. Agradeço à dona Virginia pela oportunidade e espero que possamos trabalhar em outros projetos em breve”, afirmou Klebson.
“Estive aqui na abertura e hoje não resisti, retornei e me emocionei tanto quanto no primeiro dia. Gratidão, dona Virginia, por todo o carinho e por ser essa mulher de fé”, disse.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
Mato Grosso
Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos
Mato Grosso
Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor
-
Agro News17/07/2026 - 08:52Fim da moratória da soja pode aumentar a destruição da Amazônia em 1,4 milhões de hectares nos próximos 10 anos, mostra artigo da Science
-
Política MT17/07/2026 - 07:55Wilson Santos contesta cobrança de novo pedágio e alerta para injustiça social
-
Política MT18/07/2026 - 14:49“Pivetta tem conceito de bom administrador e provou isso”, diz Mendes
-
Política MT17/07/2026 - 18:53Convenção do MDB apresenta pré-candidatura de Léo Bortolin na próxima semana em Primavera do Leste
-
Esportes17/07/2026 - 21:23Campeonato de Futebol Amador em Rondonópolis premia campeão com R$ 10 mil neste sábado
-
Rondonópolis21/07/2026 - 18:56Prefeitura de Rondonópolis prorroga investigação sobre contrato da Construtora Amil para obra da Avenida Bandeirantes
-
Política MT17/07/2026 - 17:13Republicanos de MT marca convenção para o dia 4 de agosto em Cuiabá
-
Rondonópolis20/07/2026 - 12:20TJMT declara inconstitucional lei das emendas impositivas de Rondonópolis








