Mato Grosso
Mato Grosso Saúde encerra ano com mais um grande hospital credenciado
O Mato Grosso Saúde fecha o ano com saldo positivo e boas notícias, uma delas é o credenciamento do Complexo Hospitalar de Cuiabá, antigo Hospital Jardim Cuiabá. Com este, passam a ser oito os hospitais aptos a receberem os beneficiários do Plano para atendimentos.
“Estamos em tratativas há um bom tempo, mas somente agora conseguimos somar este importante parceiro à nossa Rede Credenciada que começa os atendimentos agora, no dia 07 de janeiro de 2019”, informou o presidente do Instituto, Basílio Bezerra.
O Complexo Hospitalar fica localizado na Avenida das Flores, nº 843, bairro Jardim Cuiabá, na cidade de Cuiabá e atenderá, além do corpo clínico eletivo, o Pronto Atendimento (PA) de urgência e emergência, centro cirúrgico e Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs).
Basílio Bezerra, que a partir de janeiro de 2019 assume a Secretaria de Planejamento e Gestão, destaca que, nesse período de pouco mais de 7 meses à frente do Mato Grosso Saúde, houve mudanças consideráveis para o Plano de Saúde dos Servidores do Estado, o que permitiu oportunizar melhorias significativas aos seus mais de 20 mil beneficiários que hoje constituem a carteira de vidas geridas pelo Instituto, bem como uma importante reestruturação que tem levado à estabilidade financeira ao Plano e, por consequência, a possível autossuficiência.
O presidente do Instituto ainda enfatiza que um dos principais pontos da sua gestão foi o diálogo transparente e de proximidade aos prestadores, para que pudessem ter conhecimento da realidade do Plano, e assim, traçarem as melhores estratégias de gestão dos passivos e de novas parcerias para o Mato Grosso Saúde. “Este tipo de diálogo franco e aberto junto aos prestadores permitiu, inclusive, o crescimento da rede credenciada”, reforçou.
Para o então presidente, os passivos com a Rede Credenciada, que sempre foram questões de grandes discussões, estão sendo pagos de forma sistemática e constante aos prestadores ativos do Plano. Basílio ainda informou que, em abril o valor da dívida era de R$ 28 mi com a Rede que atendia ao Instituto e hoje ela está próxima a R$ 1,6 mi, uma redução de 95% das
obrigações com a Rede ativa.
“Para isso acontecer tivemos que imprimir algumas medidas de gestão de extrema importância e necessidade para a sobrevivência do Mato Grosso Saúde, como a correção inflacionária dos valores das mensalidades. Além disso, estamos trabalhando firmemente com os processos de cobrança dos inadimplentes, o que possibilita um resgate dos valores que, em tese, estariam parados. Repactuamos os contratos do Plano para que houvesse uma diminuição dos custos com os prestadores. Isso levou a uma redução média de 20% dos valores mensais devidos, gerando uma economia de aproximadamente R$ 1 mi por mês”, explicou.
Rede credenciada
Desde então, a credibilidade do Plano vem crescendo exponencialmente entre os prestadores de saúde que se sentem confortáveis em fazer parte do rol de atendimento do Mato Grosso Saúde, desestigmatizando a imagem financeira do plano e possibilitando a expansão da rede aos beneficiários que hoje recebem atendimentos nas mais diversas especialidades médicas, como psiquiatria, ginecologia, reumatologia, cardiologia, endocrinologia, infectologia, fisiatria, geriatria, oncologia, pediatras, nefrologia, entre outras especialidades.
Já na área hospitalar, os prestadores aptos aos atendimentos são Hospital Amecor, com atendimento de urgência e emergência cardíaca e cirurgias cardíacas eletivas; o Hospital Santa Casa para casos de urgência, emergência e pronto atendimento (PA) 24 horas para beneficiários acima dos 14 anos; o Hospital Santa Rita com atendimento de urgência, emergência e pronto atendimento (PA) 24 horas; Hospital Sotrauma atendendo urgência, emergência e pronto atendimento (PA) para traumatologia e com a novidade de atendimento clínico geral 24 horas; o Hospital de Olhos para atendimentos oftalmológicos; e agora o Complexo Hospitalar de Cuiabá (antigo Jardim Cuiabá) que atenderá urgências, emergências e Pronto Atendimento (PA) 24 horas.
Também compõem a rede diversos laboratórios para suprir as demandas clínicas como o Cedic, Cedilab, Hemaclin, Carlos Chagas, Vida Medicina Nuclear, Cedimagem, Biodena, IMED Cuiabá, INAC, Instituto de Medicina Nuclear, Laboratório Santa Rosa, entre outros que podem ser visualizados no site do Mato Grosso Saúde.
Recentemente os beneficiários ganharam novos credenciados, oportunizando ainda mais a ampliação do rol de atendimento. Estão atendendo a Clínica FEB Saúde, localizada em Várzea Grande, Clínica Mega Saúde, Centro Geodésico da Visão, o Hospital Sotrauma atendendo 24h, além dos casos de traumatologia, os casos de clínica geral, Gastroplast, entre outros parceiros.
Ainda na melhoria da Rede Credenciada, no dia 10 de dezembro foi aberto o Edital 003/2018, que tem como objetivo o fomento da demanda de algumas especialidades médicas, tendo em vista a baixa oferta de profissionais médicos nas seguintes especialidades: geriatria, pediatria, neurologia, dermatologia, endocrinologia, ginecologia, pneumologia, urologia e psiquiatria. O intuito é gerar maior interesse da área médica nessas especialidades para o ingresso desses especialistas para atendimento aos beneficiários. O edital pode ser visto na íntegra no site do Instituto.
Fatura digital
Outro ponto importante trazido pela gestão está na implantação da Fatura Digital, possibilitando que os beneficiários possam ter uma ampla visão do uso do Plano, por meio do Extrato de Utilização, acompanhando os valores dos procedimentos. Pode ser visualizado também das mensalidades, tanto do titular, quanto dos dependentes e agregados, bem como os valores, que por ventura, possam estar em aberto.
“Esse tipo de documento era inexistente no Plano; era encaminhado um boleto para pagamento onde não constavam os detalhamentos, mesmo que simplificado. Hoje os beneficiários podem verificar o valor total do procedimento bem como o valor coparticipado, que é o que ele irá pagar. Isso trouxe mais transparência de uma forma geral”, esclareceu.
As faturas também são encaminhadas para os e-mails cadastrados, o presidente ainda reforça a importância de os beneficiários manterem os dados atualizados no sistema do Plano para que as comunicações, cobranças e possíveis informativos cheguem às residências, e e-mails, de forma efetiva. Essas atualizações podem ser realizadas de forma rápida pelo site do Instituto.
A melhoria dos canais de comunicação aproximou ainda mais o beneficiário do Plano, com um número médio de 150 atendimentos por dia aos beneficiários, tanto de forma presencial na sede do Instituto, quanto por telefone e Facebook. Com prestação de serviços de informações gerais, solicitações de boletos, parcelamentos, atendimento ao público do interior do Estado, entre outras informações.
Uma mudança muito necessária foi a expansão do quadro funcional do Instituto que possibilitou uma maior agilidade nas soluções dos casos internos, além da fluidez dos processos administrativos. A mudança no quadro possibilitou a inclusão da Ouvidoria Setorial, um setor muito necessário para atender às demandas do Plano.
Mais convênios
Em breve, os beneficiários do Plano poderão contar com um novo convênio que os favorecerá com a oportunidade de adquirir medicamentos, de marca e genéricos, com descontos diferenciados. “O convênio está em tratativas finais para que comece a entrar em vigor ainda no início de 2019”, frisou o presidente.
Outra parceria, essa já de longa data, é o plano odontológico da Uniodonto. O plano tem cobertura estadual e faz parte do rol de benefícios aos participantes do Mato Grosso Saúde. Por apenas R$12,15, os assegurados recebem tratamentos da saúde bocal de diversos tipos, desde periodontia até cirurgias. Acesse a cobertura total da Uniodonto no site do Mato Grosso Saúde.
Basílio deixa a presidência do Plano salientando a necessidade da participação dos servidores como beneficiários, para tanto foi criada a gerência de expansão do plano, que tem como objetivo o aumento da carteira de beneficiários.
“Avançamos em várias áreas do Plano, mas há muito mais o que deve ser feito para resgatar a credibilidade do Mato Grosso Saúde junto aos servidores públicos do Estado, pois um Plano só existe com pessoas nele, e este nasceu para atender esta parcela da população que tanto contribui com a prestação de serviços à população matogrossense, os servidores públicos ”, despede-se.
Histórico
Basílio Bezerra Guimarães dos Santos é servidor público estadual, Analista de Desenvolvimento Econômico, ingressou no Estado em 2003, graduado em Ciências Contábeis, Perito em Cálculos Extrajudiciais. Já atuou como Gerente Financeiro na Polícia Judiciária Civil do Estado Mato Grosso, Coordenador Contábil e Superintendente de Planejamento e Finanças da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso. Secretário Adjunto de Administração Sistêmica da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Contador Geral do Município de Cuiabá.
Foi professor titular da disciplina de Finanças Públicas do curso de ciências contábeis das Faculdades Integradas Cândido Rondon. Em 2017 exerceu a função de Diretor Administrativo e Financeiro da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação. No atual governo respondeu pelos cargos de Secretário Adjunto Executivo da Secretaria de Estado de Fazenda e Presidente do Mato Grosso.
Em 2019, Basílio assume a Secretaria de Planejamento Gestão do próximo governo.
Mato Grosso
No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência
Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.
A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.
A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.
“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.
Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação
O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.
Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.
“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.
A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).
A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.
No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial
Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.
Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.
“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.
De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.
“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.
SOBRE O DATASENADO
O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)
SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA
Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)
SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)
SOBRE O INSTITUTO NATURA
Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.
SOBRE A GÊNERO E NÚMERO
A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.
Mato Grosso
Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT
Mato Grosso
Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)
No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.
A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.
O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.
Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.
A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.
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