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Mato Grosso

Ministério Público de Contas completa 10 anos em Mato Grosso

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(da esq. p/ dir.) Procuradores de contas do MPC-MT, Gustavo Coelho Deschamps,
Alisson Carvalho, Getúlio Velasco Moreira Filho, William de Almeida Brito Júnior

O Ministério Público de Contas comemora, nesta segunda-feira (28/01), 10 anos de existência em Mato Grosso. Criada em 2009 com a posse dos quatro Procuradores de Contas aprovados em concurso de provas e títulos, a instituição cresceu em qualidade e agilidade na fiscalização dos recursos públicos.

Nesse período, foram emitidos cerca de 70 mil pareceres jurídicos, interpostas 220 Representações de Natureza Interna e realizados cerca de 160 recursos. Em uma década, uma série de medidas cautelares foram solicitadas ao TCE e evitaram centenas de milhares de reais em prejuízos aos cofres públicos.

O principal trabalho do MP de Contas é a análise dos processos e a emissão pareceres jurídicos em todos os processos que tramitam no Tribunal de Contas do Estado. Esse documento é utilizado pelos membros do TCE para promoverem julgamentos mais justos e eficazes das contas dos gestores dos 141 municípios e dos órgãos públicos estaduais.

Reunião do Colégio de Procuradores do Ministério Público de Contas (MPC-MT)

Outro trabalho importante do MPC-MT está ligado à atuação proativa. O Ministério Público de Contas interpõe Representações Internas, ou seja, ingressa com processos no TCE-MT a partir de informações obtidas em denúncias e no trabalho de fiscalização.

De acordo com o Procurador-geral do MPC-MT, Alisson Carvalho de Alencar, nesses últimos anos, o MPC tem ganhado mais experiência e maturidade no cumprimento do seu papel junto à sociedade. “Nesses 10 anos evoluímos em estrutura, apoio institucional e capacitação dos nossos servidores. Nosso trabalho está mais apurado, nossa equipe mais experiente e os resultados mais consistentes”, ressaltou.

Para Alisson Alencar, o trabalho do MPC-MT no controle externo parte para uma nova fase, mais tecnológica, em que o talento humano é potencializado pela inteligência artificial para aumentar significativamente o alcance e a profundidade das análises. “O controle externo tem evidentes limitações, não conseguimos estar em todos os lugares. Entretanto, já adquirimos experiência nos últimos anos e agora podemos aplicá-la com o suporte de algoritmos em sistemas de última geração. Acredito que vamos conseguir ir bem mais longe em inovação e resultados”, completou o Procurador-geral de Contas.

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Início do MPC – 2009/2010

 Procurador de Contas Gustavo Coelho Deschamps em sessão plenária do TCE

Antes do MP de Contas, os pareceres jurídicos nos processos que tramitavam no TCE-MT eram realizados por procuradores cedidos do Ministério Público Estadual. Em 2008, o Tribunal de Contas realizou concurso público de provas e títulos. Em 28 de janeiro de 2009, foram empossados quatro Procuradores de Contas.

Na oportunidade, havia um estoque de quase três mil processos para serem analisados e emitidos pareceres jurídicos. O Tribunal de Contas cedeu alguns servidores e o trabalho seguiu por semanas até a regularização dos prazos. “Lembro que trabalhava até tarde da noite para colocar o trabalho em dia. Os servidores que nos acompanharam no início foram valorosos e alguns seguem conosco até hoje”, disse o Procurador de Contas Gustavo Coelho Deschamps, que comandou a instituição no primeiro biênio.

Estruturação – 2011/2012

Nesse período, o Ministério Público de Contas deu um passo importante em sua estruturação. Além da independência funcional garantida pela Constituição Federal, o MP de Contas ganhou novos servidores, com a criação de cargos comissionados para assessoramento e coordenação, bem como autonomia financeira com destacamento de orçamento próprio para custear suas despesas.

O Procurador-geral de Contas Alisson Alencar comandava pela primeira vez a instituição. Com os gabinetes instalados e equipe formada, o trabalho avançou. “Esse período foi importante para aprimorar nossa atuação, ir para além dos pareceres nos processos julgados no TCE-MT. Mesmo com um pequeno número de servidores, conseguimos fiscalizar mais e ingressar com algumas representações.”

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 MPC Estratégico – 2013/2014

O ano de 2013 começou com inovações no MP de Contas. O MPC inaugurou um novo espaço físico para instalação da Procuradoria-Geral de Contas e Secretaria Executiva. Foram contratados chefes de gabinete, criadas coordenadorias de Infraestrutura, Finanças e Gestão de Pessoas e o primeiro Plano Estratégico da instituição foi lançado.

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Planejamento Estratégico: 2015-2020

Este é o primeiro Planejamento Estratégico de Longo Prazo (2015-2020) do Ministério Público de Contas do Estado de Mato Grosso. Resultado do envolvimento de todos os membros e servidores da instituição, a sua elaboração iniciou em 2009, quando foram empossados os Procuradores de Contas aprovados em concurso de provas e títulos. Busca-se com essa obra o aperfeiçoamento e crescimento dos trabalhos prestados pelo MPC-MT à sociedade mato-grossense.

Nesse ano ainda foi realizado o primeiro concurso para a contratação de servidores efetivos da instituição. Cerca de dois mil candidatos se inscreveram para o concurso para a contratação de 20 Analista de Contas – Especialidade Direito.

Já em 2014, o MPC-MT finalizou o Planejamento Estratégico de Longo Prazo (2015-2020) da instituição. “Esse período foi marcado por grandes avanços institucionais. Entramos para a Rede de Controle da Gestão, firmamos convênios com outras instituições e iniciamos um trabalho de divulgação da nossa atuação na sociedade. “Ainda nesse período vivemos a Copa do Mundo, com um movimento atípico de obras na Grande Cuiabá. Foi um grande desafio”, disse William de Almeida Brito Júnior, Procurador-geral de Contas Adjunto, que comandou a instituição naquele biênio.

 Atuação Proativa 2015/2016

Conduzindo o Ministério Público de Contas pela segunda vez, o Procurador de Contas Gustavo Coelho Deschamps esteve à frente de uma nova fase da instituição. Com a posse dos servidores concursados, a reestruturação dos gabinetes e a consequente reorganização das funções, houve a melhoria do trabalho desempenhado no MP de Contas.

Durante esse período foram implementadas as iniciativas e ações do Planejamento Estratégico de Longo Prazo (2015-2020) do MPC-MT. “Muitos foram os desafios e obstáculos que tiveram de ser superados, mas graças ao apoio de parcerias institucionais e ao aprendizado pessoal e profissional, conseguimos construir em conjunto um MPC forte e comprometido com o combate à corrupção e à defesa das contas públicas”, disse Gustavo Deschamps.

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Qualidade técnica 2017/2018

 Procurador de Contas, Getúlio Velasco Moreira Filho

Nos últimos dois anos, o Ministério Público de Contas preparou seu corpo técnico com cursos e capacitações. Foram oportunizadas mais de 10 mil horas para o aprimoramento dos servidores em diversas áreas do Direito, principalmente em cursos e eventos sobre Direito Administrativo e outros temas relacionados com a Administração Pública.

De acordo com o Procurador de Contas Getúlio Velasco Moreira Filho, que comandou a instituição durante esse biênio, preparar o MPC-MT para o futuro exigia valorizar os servidores e promover a evolução técnica e prática. “O MPC-MT tem cerca de 100 integrantes, entre servidores concursados, comissionados e cedidos. Toda a equipe, tanto da área jurídica, quanto da administrativa, teve a oportunidade de cursar alguma capacitação. Os resultados são visíveis nos pareceres que emitimos”, explicou.

O Futuro chegou – 2019/2020

 Capacitação de servidores e membros do Ministério Público de Contas

Hoje, a instituição cumpre um papel fundamental na defesa da responsabilidade fiscal e no combate à corrupção através de uma fiscalização eficaz. Este ano, o órgão inicia uma nova visão de trabalho, com a busca e implementação de ferramentas tecnológicas capazes de detectar fraudes nos processos de despesas, e consequentemente, trabalhar na proteção do dinheiro público.

CLIQUE E NAVEGUE PELO SITE DO MPC

O trabalho na emissão de pareceres jurídicos continua. No entanto, a proatividade será reforçada e ganhará robustez a partir de uma estrutura que começou a ser construída em 2009 com a chegada dos quatro procuradores e atualmente conta com uma equipe experiente, capacitada e pronta para enfrentar os desafios do mundo atual.

Mato Grosso

No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência

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Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.

A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.

A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.

“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.

Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação

O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.

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Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.

“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.

A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).

A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.

No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial

Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.

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Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.

“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.

De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.

“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

Acesse o Mapa e a Pesquisa.

SOBRE O DATASENADO

O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)

SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA

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Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)

SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)

SOBRE O INSTITUTO NATURA

Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.

SOBRE A GÊNERO E NÚMERO

A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.

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Mato Grosso

Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

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Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

A Nova Rota do Oeste informa que fará, a partir desta quinta-feira (27.08), o fechamento de um retorno localizado no km 265,4 da BR-364, em São Pedro da Cipa. O dispositivo está situado antes do desvio de tráfego implantado para a continuidade das obras de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio São Lourenço, localizada no km 266,7 da rodovia.

A medida é necessária para garantir a segurança viária na região, uma vez que motoristas estão realizando conversões irregulares no dispositivo, o que pode ocasionar sinistros.

Com o fechamento do retorno, as manobras poderão ser realizadas nos seguintes pontos:

  • Km 266 da BR-364: para quem viaja no sentido Cuiabá/Rondonópolis e precisa retornar;
  • Km 264 da BR-364: para quem viaja no sentido Rondonópolis/Cuiabá e precisa acessar a pista no sentido oposto.

Outras alterações no local

Conforme a programação da Nova Rota do Oeste, a pista Norte (sentido Cuiabá) será totalmente interditada em um trecho de 500 metros, entre os km 266,8 e 267,4, e o fluxo de veículos será desviado para a pista Sul (sentido Rondonópolis), que passará a funcionar em mão dupla pelo período estimado de 30 dias.

Durante esse período, o acesso da estrada vicinal à BR-364 no sentido Cuiabá, localizado no km 266,3, permanecerá fechado por questões de segurança. Os usuários e moradores das imediações deverão utilizar a estrada vicinal e acessar a rodovia pelo km 264,2, também no sentido Cuiabá. A sinalização foi implantada para orientar sobre o fechamento do acesso e o direcionamento do tráfego.

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A alteração é necessária para garantir a segurança dos motoristas e trabalhadores da obra, além de permitir o avanço da recuperação da ponte, que entra na etapa de concretagem dos reforços das vigas longarinas no sentido Norte. O serviço exige um período adequado para a cura do concreto.

A Nova Rota do Oeste orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pelo trecho, respeitando a sinalização e os limites de velocidade estabelecidos.

Se precisar, chame a Nova Rota – Para obter informações em tempo real sobre condições de tráfego, intervenções na rodovia, condições climáticas, entre outras situações no trecho sob concessão da BR-163, entre em contato com a Concessionária Nova Rota do Oeste pelo 0800 065 0163, que também funciona no WhatsApp. A central de atendimento funciona 24 horas. Neste canal de comunicação, também podem ser acionados todos os serviços oferecidos pela Nova Rota aos motoristas que estão na rodovia, como atendimento operacional, socorro médico e mecânico.

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Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)

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No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.

A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.

O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.

Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.

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A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.

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