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Montes Claros recebe o Campeonato Brasileiro de Mangalarga
Tem início nesta segunda-feira (28.10), no Parque de Exposições João Alencar de Athayde, em Montes Claros, em Minas Gerais, o 17º Campeonato Brasileiro de Marcha Picada. O evento que vai até sábado (02.10) celebra os 75 anos da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) e destaca o impacto econômico da raça no setor agropecuário nacional.
Criada há mais de dois séculos no sul de Minas Gerais, essa raça brasileira conta hoje com um plantel de aproximadamente 750 mil animais, gera 40 mil empregos diretos e movimenta cerca de R$ 11,7 bilhões anualmente.
Organizado pela ABCCMM em parceria com o Núcleo Mangalarga Marchador do Norte de Minas, o campeonato pretende reunir criadores, expositores e apaixonados pelo mangalarga marchador, em uma celebração que destaca a importância e a tradição da raça.
Localizado na região norte de Minas Gerais, Montes Claros é uma forte referência no cenário do Agronegócio brasileiro, além de ser um importante celeiro de criatórios da raça Mangalarga Marchador. Simultaneamente ao Campeonato de Marcha Picada, será realizada a 1ª Exposição Especializada de Marcha Picada do Norte de Minas, da qual participarão apenas animais jovens e exemplares que não obtiveram classificação para o Campeonato Brasileiro.
Fonte: Pensar Agro
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Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
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Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
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Exportações de carne suína crescem 32% em março
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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




