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Moradores relatam mudança de realidade após a construção de ponte de concreto

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Desenvolver na Capital uma política de governo em que todas as regiões da cidade sejam tratadas com o mesmo valor. É por meio dessa proposta, implantada pelo prefeito Emanuel Pinheiro, que o Executivo municipal tem conseguido transformar a realidade vivida por milhares de pessoas. Um dos grandes exemplos dessa prática, que vem gerando resultados positivos para os cuiabanos, foi a construção de uma ponte de concreto na comunidade rural Ecoville II, situada nas proximidades do km 29 da Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251).

Concluída e entregue à população há aproximadamente oito meses, a estrutura proporcionou uma grande mudança na rotina das mais de 50 famílias que habitam na região. Se antes, para atravessar as águas do Rio Coxipó era preciso enfrentar uma série de desafios, que transformavam um simples deslocamento em uma verdadeira atividade de risco. Agora, com a nova ponte fazendo a ligação entre os dois extremos do rio, ir até o perímetro urbano e retornar para a zona rural tornou-se uma tarefa muito mais fácil de ser realizada.

Segundo relatado pelos próprios moradores da comunidade, todos os anos, ao chegar a temporada de chuvas, uma mesma cena se repetia e causava grandes transtornos, tanto para as crianças quanto para os adultos. A passagem de madeira totalmente improvisada, edificada por meio da colaboração mútua entre aqueles que vivem no local, não resistia à força das correntezas e era levada pelas águas do Coxipó. Quando não existiam mais opções, os moradores ainda se arriscavam em bondinho de metal, também feito por eles mesmos e sem nenhuma segurança.

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“Foi uma época muito difícil para todos nós. Quando a passarela rodava, eu começava a chamar os outros moradores para me ajudar a reconstruir. Isso aconteceu por diversas vezes e, ainda bem, que eu sempre encontrava o pessoal disposto a colaborar. Caso contrário, enfrentaríamos maiores dificuldades. Por último, quando não tinha mais como fazer uma nova passarela, improvisamos um bondinho, já que nem sempre dava para passar pelo rio a pé. Sabíamos que era algo arriscado, mas não tínhamos muitas esperanças de uma mudança imediata e precisávamos nós mesmos criar um meio de não ficarmos isolados”, conta o caseiro Ademildo de Oliveira, de 44 anos.  

Residente na localidade há mais de 20 anos, Ademildo relata ainda que para quem possuía algum tipo de veículo era sempre um grande problema, pois nem sempre o nível da água estava baixo. No entanto, ele destaca que, atualmente, a realidade mudou completamente. “Não precisamos ter nenhum tipo de preocupação com a ponte. Temos mais segurança na nossa travessia. Além disso, a estrada também está sempre recebendo manutenção. Na última semana, por exemplo, as máquinas da Prefeitura de Cuiabá estavam trabalhando aqui”, completa o caseiro.

A narrativa de Ademildo é reforçada pelo também caseiro e morador há mais de seis anos da comunidade Ecoville II, Wilson Vieira, de 53 anos. De acordo com Wilson, atravessar os materiais e mantimentos do mês, por exemplo, era um sacrifício para todos os moradores. Ele afirma que, por muitas vezes o carro não conseguia passar pelo rio, restando às pessoas percorrer a estreita e instável passarela com os produtos nos ombros. Em época de cheia, o trabalhador descreve que para as crianças irem à escola era preciso levar o uniforme e sapato em um saco plástico, até transpor o rio.

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“Se fossem vestidas com os uniformes, elas chegariam encharcadas na escola. Nesse período que estou trabalhando na comunidade pude ver e sentir toda dificuldade que existia por conta da falta dessa ponte. Certa vez, precisávamos comprar uns eletrodomésticos e quando souberam da situação da ponte me disseram que não podiam trazer aqui. Então, tive que pagar alguém para ir comigo buscar os objetos que tínhamos adquirido. Para as compras de mantimentos do mês também enfrentávamos esse mesmo problema. Agora está uma maravilha. A ponte facilitou nossas vidas, nos deu mais segurança e acabou com a preocupação de lidar com os mesmos problemas a cada chuva”, evidencia Wilson.

Para o prefeito Emanuel Pinheiro, a edificação da ponte de concreto, juntamente com a intensificação do trabalho de manutenção nas estradas vicinais, demonstra a preocupação que a atual gestão tem em cuidar dos bairros da área urbana sem se esquecer das milhares de famílias que moram na zona rural. Conforme o prefeito essa medida visa assegurar boas condições de no trânsito em todas as regiões, facilitando a integração entre o campo e a cidade.

“Desde o primeiro dia à frente da Prefeitura estamos tendo o cuidado de colocar em prática programas que garantam uma boa manutenção na extensa malha viária rural, bem como reformas e construções de pontes. Temos o entendimento que o campo e o perímetro urbano possuem o mesmo valor. São dezenas de famílias que vivem nessas comunidades e precisam desse olhar carinhoso do poder público. A Ecoville é um grande exemplo disso e foi escolhida como o ponto de partida desses programas que levam mais qualidade de vida e dignidade para essas pessoas”, explica Emanuel Pinheiro.

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A ponte

A edificação de concreto armado possui cerca de 50 metros de extensão e 4,20 metros de largura. Para a execução da estrutura, foi investido o montante equivalente a R$ 751.640,09, divididos entre recursos da própria Prefeitura de Cuiabá e outra parte arrecadada via o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab). A ponte da comunidade Ecoville II foi inaugurada em dezembro de 2017 e foi a primeira entregue pelo Município, por meio do programa “Pontes de Concreto”.

Além dessa, em pouco mais de um ano e oito meses, a Prefeitura de Cuiabá trabalha nos últimos detalhes para entrega de uma nova estrutura na comunidade do Monjolo, localizada no Distrito do Aguaçu, e deu início a outras duas, sendo uma sobre o Rio Bandeira e outra no Rio Paciência, na região do Coxipó do Ouro. Até o ano de 2020 ainda estão previstas as construções das pontes no Rio Aricázinho e Rio dos Médicos.

 

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No norte de MT, crianças da área rural ganham jogo educativo sobre a Amazônia

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Foto: Assessoria

Nova Bandeirantes, MT – “Pega na floresta”, diz Thiago ao amigo, que pesca uma carta da onça-pintada no monte no centro do tapete. Deu sorte. O número dela é o que faltava para a formação de um conjunto de quatro cartas, cada uma com uma representação de seres vivos que vivem na Amazônia.

Na última semana, cerca de 15 crianças da área rural do município de Nova Bandeirantes, região norte de Mato Grosso, receberam  o “Pega na Floresta”, jogo educativo criado pelo Instituto Centro de Vida (ICV) para conscientização dos pequenos sobre a importância da floresta amazônica.

O jogo recém-lançado busca mostrar a diversidade de seres e de vida da Amazônia para que as crianças reflitam sobre a importância de conservá-la e proteger a fauna e flora do desmatamento e dos incêndios florestais, que impactam diretamente a qualidade de vida das populações no bioma.

O município de Nova Bandeirantes está localizado em uma região que sofre intensa pressão de degradação ambiental, com altos índices de desmatamento e focos de calor.

As crianças contempladas pela distribuição de jogos são de famílias que integram a Associação São Brás, organização comunitária da agricultura familiar da região.

A entrega seguiu os protocolos sanitários contra a disseminação da Covid-19 e contou com apresentação das regras do jogo pela equipe do ICV.

Para Elaine Cristina, presidenta da Associação São Brás, o jogo despertou entusiasmo e curiosidade.

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A agricultora avaliou que a brincadeira também colabora com a leitura de números para os mais novos, e educa sobre os arredores de onde as crianças vivem. Ainda, acrescenta ela, incentiva a união das famílias.

“Quando chegaram em casa, chamaram os pais e família para brincar. Então, além de educar, incentiva a integração entre as famílias da comunidade rural”, diz.

O jogo é composto por 52 cartas e apresenta personagens, espécies da fauna e flora e elementos da floresta divididos nas categorias de “Gente”, “Bichos”, “Plantas” e “Coisas da terra”.

A mecânica da brincadeira é simples e baseada no jogo norte-americano “Go Fish”. Os participantes precisam formar conjuntos de cartas de mesmo número. O vencedor é quem, ao término cartas do monte, tiver o maior número de conjuntos, que são formados pelos diferentes naipes.

O produto integra as atividades de comunicação do projeto Proteja e Restaure, implementado pelo ICV com financiamento da Global Wildlife Conservation (GWC) com objetivo de proteger as comunidades rurais da região dos incêndios florestais após o alto número de focos de calor registrados em 2019.

Em junho, o projeto promoveu a formação de uma brigada comunitária no mesmo município.

Isso porque a estiagem na região chega nessa época, em geral, acompanhada de incêndios florestais com capacidade de, em minutos, transformar grandes áreas em mata incendiada que ameaçam a biodiversidade da floresta, as plantações, saúde e qualidade de vida das famílias da região.

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A capacitação, com duração de três dias, foi realizada pelo Corpo de Bombeiros Militar e contou com instruções teóricas e treinamentos práticos de atendimento pré-hospitalar (APH), teoria básica do fogo, combate a incêndios florestais e organização de pessoas e material no combate ao fogo.

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Para conter avanço da Covid-19 acesso ás cachoeiras do Vale do São Lourenço serão interditadas

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Cachoeira do Prata em Juscimeira-MT

A prefeita de Jaciara, Andréia Wagner (PSB), mobilizou os municípios que compõem o Vale do São Lourenço, na manhã desta quarta-feira (2), para definirem novo decreto afim de combater a proliferação do coronavírus. O vale é composto pelas cidades de Jaciara, Dom Aquino, Juscimeira e São Pedro da Cipa. De acordo com a gestora, um dos motivos da medida, é o feriado prolongado, que acaba proporcionando aglomerações.

As mudanças no decreto foram unânimes e, neste caso, os quatro prefeitos divulgaram as mesmas medidas que passam a valer a partir desta quarta, véspera de feriado de Corpus Cristi. As medidas tratam da interdição de todas as cachoeiras que compreendem o Vale do São Lourenço, incluindo as mais visitas que são: Mulata em Jaciara e do Prata, em Juscimeira.

“Embora a vacinação esteja ocorrendo, tememos pela aglomeração em massa. O feriado prolongado, por exemplo, é o que nos levou a tomar essa decisão. Hoje, Mato Grosso está com  95% dos leitos de UTI ocupados, até ontem tínhamos apenas 26 vagas disponíveis para atender os 141 municípios mato-grossenses. Nós pertencemos a uma região turística, recebemos público dos quatro cantos do estado e até de outros estados. E, pensando na saúde e bem estar da população decidimos adotar alguns limites.

Além das cachoeiras interditadas a partir de hoje, os prefeitos ainda proibiram som ao vivo, em bares, restaurantes, lanchonetes e congêneres. As atividades comerciais deverão funcionar até às 22 horas, o sistema de delivery deverá funcionar até às 23:59  e o toque de recolher às 23 horas. As medidas ficam em vigência até o dia 30 de junho, podendo ser prorrogadas caso haja aumento significativo de contágio do coronavírus, na região.

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De acordo com o prefeito de Juscimeira, Moisés do Santos (DEM), um dos motivos que o levou a se unir aos municípios vizinho foi o fato de Rondonópolis não possuir mais vagas para pessoas acometidas pelo vírus. “Nós somos pactuados com Rondonópolis que já nos informou que não tem mais vaga na UTI e dessa forma, precisamos tomar providências. Fizemos um decreto único para ficar mais junto às cidades do Vale e para que não tenha descompasso  de lazer entre os municípios. Para se ter uma idéia, a Cachoeira do Prata recebe cerca de 3 mil visitantes nos finais de semana”, disse o democrata.

Já o vice-prefeito de São Pedro da Cipa, Paulo César Moreira de Souza, o Cezinha, destacou a importância da união do vale neste momento em que ele considera crítico. “Assim fica mais fácil a gente cuidar do nosso município, fica mais fácil também à Polícia Militar realizar seu trabalho de fiscalização. O decreto em conjunto é importante para que a gente consiga baixar o número de casos. Quem mora no vale, visita os municípios vizinhos e é aí que mora o perigo”, alertou.

“A Andreia teve uma atitude assertiva, porque assim alinhamos nossas decisões e conseguimos conter essa onda de contágio que, infelizmente, ainda não deu trégua em nosso estado. É um momento difícil, momento em que gostaríamos de estar anunciando  que têm vacinas para todo mundo e acabar com esse vírus. Porém, nossa realidade é falta de leitos, vacinas ainda escassas, por isso pedimos à população que tenha um pouco mais de consciência e nos ajude a enfrentar essa pandemia que ainda não acabou”, destacou o secretário de Saúde de Dom Aquino, Cláudio Adriano do Amarante.

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FISCALIZAÇÃO – Por decisão dos municípios do Vale do São Lourenço, as fiscalizações também serão intensificadas. Esse monitoramento das aglomerações e cumprimento dos protocolos sanitários é realizado pela Polícia Militar em parceria com o Corpo de Bombeiros, Vigilância Sanitária e Conselho Tutelar. É importante lembrar que, em Mato Grosso o governo do Estado aumentou o valor da multa aplicada aos “desobedientes”.  Pela lei, a multa para pessoas físicas é de R$ 500 e até 30 mil aos estabelecimentos comerciais. Em casos de reincidência o valor é triplicado.

“Essa unificação dos decretos facilita o nosso trabalho porque a gente passa a falar a mesma língua, dentro das quatro cidades. O decreto nos ajuda muito. Independente dos agentes das prefeituras também atuarem na fiscalização, nós temos a autonomia, que nos permite aplicar multas em casos em que os protocolos sanitários não são cumpridos. O estabelecimento que a PM flagrar descumprindo às legislações, serão notificados e multados e essa regra vale às pessoas físicas também”, destacou a segunda tenente PMMT, Ana Alice Soares dos Santos, que na reunião representou o comandante da 7ª Companhia Independente da PM, tenente-coronel Handson Freitas Farias.

A 7ª Cia é responsável pelos quatro municípios que compõem o Vale do São Lourenço.

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Tesouro recebe mil mudas de arvores nativas e frutíferas 

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Mil mudas de árvores de espécies nativas e frutíferas foram doadas ao município de Tesouro pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico da Região Sul – Cidesasul na tarde de ontem (31). São mudas de Ipê, acerola, pitomba e caju que serão doadas aos moradores dos assentamentos do município.

A ação tem o objetivo de comemorar o Dia do Meio Ambiente (01), que é a primeira semana de junho, e estão sendo entregues 12 municípios consorciados. O Prefeito agradeceu pela parceria e pela entrega das mudas, e afiançou a importância de uma ação como essa.

“Tenho certeza que vai beneficiar muitas pessoas, principalmente para as regiões dos assentamentos, da zona rural e hoje em dia com essas leis ambientais cada vez mais rigorosas a gente também está fomentando esse plantio para gerar mais áreas verdes para a comunidade, então é muito importante município, ” relatou Isaack Castelo Branco.

De acordo com o Secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Luís Felipe Oliveira, as mudas serão entregues diretamente aos assentamentos, sendo essa, uma forma de gerar renda a pessoal daqui dois ou três anos, já que estarão produzindo frutos. As entregas serão feitas mediante cadastro a partir da próxima semana.

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ALMT – Campanha Fake News II

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