Política MT
Nossa Senhora do Livramento celebra 293 anos enlutada em razão da morte do ex-prefeito Chico Monteiro
É com pesar e tristeza que o povo da quase tricentenária Nossa Senhora do Livramento celebra aos 21 de maio deste ano o aniversário do município, antecedido, na véspera, pela morte de um dos mais ilustres filhos daquela terra, Antônio Francisco Monteiro da Silva (1948-2023), – o “Chico Monteiro”, ex-deputado estadual (1983-1986 e 1987-1990) e ex-prefeito da cidade (1993-1996).
Eleito deputado estadual em 1982 com 5911 votos pelo extinto Partido Democrático Social (PDS) – depois Partido da Frente Liberal (PFL), Democratas (DEM), hoje União Brasil -, Chico Monteiro não conseguiu a reeleição em 1986, quando teve 4780 votos e conquistou a primeira suplência, condição na qual assumiu durante meses a cadeira do titular Kikuo Ninomya Miguel.
Assim, foi um dos parlamentares que escreveram a Constituição do Estado de Mato Grosso, em 1988 – três emendas de sua autoria foram aprovadas pela Assembleia Constituinte e incorporadas ao texto final da Carta mato-grossense.
Advogado, geógrafo e professor, Chico Monteiro também foi secretário municipal de Educação e Cultura de Cuiabá em 1980 – na gestão do então prefeito Gustavo Arruda -, anos mais tarde titular da Secretaria de Estado de Assuntos Estratégicos (1991-1992), à época em que o hoje senador Jayme Veríssimo de Campos governou Mato Grosso.
À frente da prefeitura em sua terra natal, priorizou especial atenção à educação e à cultura; sua gestão ficará para sempre marcada pela construção da Praça de Eventos ”Fernando de Barros” – assim batizada em homenagem ao ilustre livramentense, pai do ex-governador Cássio Leite de Barros (1978-1979) – palco de manifestações culturais, folclóricas e religiosas da municipalidade, tais a festa da Padroeira e o famoso ”Banana Folia, carnaval pantaneiro que atrai milhares de turistas todos os anos.
Foto: Arquivo / IMPL
Profundo conhecedor da legislação estadual e do Direito Constitucional – assim como do processo legislativo – foi consultor da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) por quase duas décadas.
Presidente em exercício da Casa, deputada Janaína Riva, decretou luto oficial.
“É com muita tristeza que recebemos a notícia de falecimento desse grande amigo; que Deus o receba em bom lugar pelo homem extraordinário que foi enquanto esteve na terra”, declarou emocionada a parlamentar.
Presidente da Casa, deputado Eduardo Botelho – também livramentense – igualmente lamentou consternado a morte do conterrâneo, seu grande amigo.
“Chico Monteiro deixa seu legado na política mato-grossense, com uma atuação brilhante voltada à educação; como eu, Monteiro era um papa-banana, livramentense e sempre presente na defesa das necessidades enfrentadas pela população do município. Sou herdeiro das suas ações políticas em favor de Livramento, e o tive a meu lado na Assembleia Legislativa, sábio aconselhador ao qual muito honrou ouvir nos momentos de minhas decisões; vamos guardar em memória a sua imagem de homem íntegro e honesto que tinha na Assembleia sua segunda casa. Descanse em paz, meu amigo”, disse o deputado, sem disfarçar a tristeza.
Conforme bem assinalou o presidente da Casa de Leis, a busca incessante pelo bem comum, tal a irretocável conduta ilibada que norteou a vida pública do saudoso Chico Monteiro, serão para sempre lembrados na história mato-grossense.
História – Em 1730, paulistas descobriram ouro no Ribeirão Cocais, a seis léguas de Cuiabá e a três quilômetros do local onde mais tarde se formou a primeira povoação, berço da futura cidade. As origens do município são garimpeiras.
O primeiro nome popular foi Cocais, depois São José dos Cocais, em referência ao rio e ao santo protetor. A lei nº 11, de 26 de agosto de 1835, criou a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, alterando, assim, o nome original de São José dos Cocais.
O folclore local registra que, durante uma viagem, ainda no começo do século 19, a imagem de Nossa Senhora do Livramento passava pelo povoado de São José dos Cocais, vinda de Portugal, carregada em cima do lombo de um burro.
A comitiva parou para descansar e na saída o animal, que carregava a imagem da santa empacou, não queria mais sair do lugar; quando a sagrada imagem foi retirada de cima do lombo do animal, o asinino pôs-se em marcha e a cada tentativa de colocá-la de volta, nova ‘empacada’.
Por força disso, os chefes da comitiva teriam desistido de seguir adiante e construíram singelo santuário, no qual entronizaram a imagem de Nossa Senhora do Livramento – local onde hoje se ergue a Igreja de Nossa Senhora do Livramento -; lugar estratégico, tornou-se parada e pouso obrigatório, para repouso dos tropeiros em viagem a conduzir boiadas.
À época, Francisco João Botelho e a esposa Escolástica de Campos Rondon decidiram fundar um arraial naquele local, gênese da povoação – da santa, herdou nome o lugar.
Cocais – Distrito criado com a denominação de Livramento, por força da lei provincial nº 11, publicada aos 26 de agosto de 1835, no município de Cuiabá, elevado à categoria de vila – ainda com o mesmo nome -, por ocasião da lei provincial nº 593, editada aos 21 de maio 1883, desmembrado do município de Cuiabá – daí a celebração da efeméride nesta data.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede e assim permaneceu até 26 de outubro de 1938, quando o decreto-lei estadual nº 208 criou o distrito de Pirizal, anexado ao município de Livramento.
Em razão do decreto-lei estadual nº 545, publicado aos 31 de dezembro de 1943, o município de Livramento passou a denominar-se São José dos Cocais, formado pelo homônimo distrito-sede e Pirizal.
Por força da lei estadual nº 179, editada aos 30 de outubro de 1948 o município de São José dos Cocais voltou a ser denominado Nossa Senhora do Livramento.
Aos 29 de dezembro de 1958, pela lei estadual nº 1214 foi criado o distrito de Seco (ex-povoado), e anexado ao município. Posteriormente foi acrescido ainda o distrito Ribeirão dos Cocais – permanece atualmente a divisão territorial composta pelos quatro distritos.
Desafios – Desde as últimas duas décadas do século passado, Nossa Senhora do Livramento retomou a atividade econômica que originou o povoamento do lugar há quase trezentos anos: a mineração aurífera – agora, o garimpo é mecanizado e soma-se à tradicional pecuária enquanto fonte produtora de riqueza.
Entretanto, toda a riqueza – do ouro, dos rebanhos, da agricultura em menor proporção – que produz o município, ainda não reflete na medida em que deveria, nas condições de vida da gente simples e hospitaleira do lugar.
Por ocasião da celebração do 293ª aniversário, neste limiar de primeiro quarto do século 21, Nossa Senhora do Livramento, seu povo e governantes ainda têm grandes desafios pela frente.
Conforme números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020 o rendimento médio mensal auferido pelos trabalhadores formais no município era de 1,9 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 12,7%. Na comparação com os outros municípios do estado, ocupava as posições 129 de 141 e 83 de 141, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 2558 de 5570 e 2771 de 5570, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 45.4% da população nessas condições, o que o colocava na posição 6 de 141 dentre as cidades do estado e na posição 2099 de 5570 dentre as cidades do Brasil. O Produto Interno Bruto por habitante (PIB per capita) registrado em 2020 ficou abaixo dos R$ 27 mil anuais – Livramento ocupa nesse quesito a 2007ª colocação entre as cidades brasileiras, apenas a 98ª em comparação aos 141 municípios do estado.
O ensino público também precisa melhorar muito. Em 2021 o Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico (Ideb) nos anos iniciais do ensino fundamental foi de 4,3 – número que colocou Nossa Senhora do Livramento na posição 4716 entre 5570 municípios brasileiros e 129º entre os 141 de Mato Grosso; e de 4,4 nos últimos anos – classificada a cidade em 3595º lugar em comparação nacional e 82º entre as cidades mato-grossenses.
Não é diferente no tocante à saúde pública. A taxa de mortalidade infantil média na cidade é de 7.94 para 1.000 nascidos vivos. As internações devido a diarreias são de 1.1 para cada 1.000 habitantes. Comparado com todos os municípios do estado, fica nas posições 85 de 141 e 63 de 141, respectivamente. Quando comparado a cidades do Brasil todo, essas posições são de 3263 de 5570 e 2285 de 5570, respectivamente.
Pior ainda é o quadro no que tange a problemas ambientais e infraestrutura urbana.
Livramento apresenta apenas 29,4% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 41,3% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e ínfimos 4,4% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 24 de 141, 95 de 141 e 55 de 141, respectivamente. Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 3145 de 5570, 4473 de 5570 e 3602 de 5570, respectivamente.
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) estimado em 0,638, bastante abaixo da média nacional (0,754) – embora o indicador tenha melhorado significativamente desde 1991 (inferior a 0,4), passando no ano 2000 a 0,464 e crescendo para o número atual por ocasião do último censo realizado pelo IBGE, em 2010.
Fonte: ALMT – MT
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Pressão por votação da dosimetria reacende debate sobre presos do 8 de janeiro e papel do Senado

Uma agenda travada no Congresso Nacional voltou ao centro do debate político após a visita do influenciador digital e pré-candidato a deputado federal Vinicius Santana à Câmara dos Deputados, acompanhado dos advogados Jeffrey Chiquini e Hélio Júnior. O grupo cobra do presidente do Senado a inclusão em pauta da análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria das penas relacionadas aos atos de 8 de janeiro.
Durante a agenda em Brasília, Vinicius afirmou que o acordo construído anteriormente não foi cumprido. “Nos tiraram a anistia e nos enganaram através da dosimetria”, declarou. Ao seu lado, o advogado Jeffrey Chiquini reforçou a crítica ao processo político que envolveu o tema: “Enganaram que teria a dosimetria. Na verdade, toda a direita foi enganada”.
O projeto em questão trata da individualização das penas aplicadas aos condenados pelos atos de depredação nas sedes dos Três Poderes, em Brasília. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional, mas acabou sendo vetada pelo presidente da República, o que exige nova deliberação do Legislativo para eventual derrubada do veto.
Segundo Chiquini, a principal cobrança atual recai sobre a condução da pauta no Senado. “O povo tem o direito de exigir respeito e a gente precisa se levantar. Nós precisamos nos levantar pelos presos políticos”, disse. Ele também apresentou números sobre o cenário jurídico envolvendo os investigados e condenados: “São quase 2 mil processos. […] A última avaliação que fizemos aponta 179 presos espalhados no Brasil inteiro e mais de 800 condenações”.
A crítica central do grupo é de que a análise do veto estaria sendo postergada. De acordo com Chiquini, isso ocorre porque a matéria precisa ser votada na primeira sessão do Congresso após sua convocação. “O presidente do Senado não marca a sessão para não ter que analisar a derrubada do veto. Porque se ele marcar, tem que colocar em votação”, afirmou.
Vinicius Santana também destacou que a aprovação da dosimetria foi vista, por parte de setores da direita, como uma alternativa à anistia, diante da situação dos investigados. “Aceitamos a dosimetria por não aguentar mais ver pessoas sofrendo dentro da prisão”, declarou. Segundo ele, a ausência de deliberação mantém indefinições jurídicas e políticas sobre o tema.
O debate sobre os desdobramentos dos atos de 8 de janeiro continua sendo um dos pontos de maior polarização no cenário nacional. De um lado, há a defesa de punições rigorosas aos envolvidos; de outro, grupos políticos e jurídicos questionam a proporcionalidade das penas e cobram revisão dos processos.
A eventual análise do veto presidencial ao projeto da dosimetria depende da convocação de sessão conjunta do Congresso Nacional, ainda sem data definida até o momento. Enquanto isso, a mobilização de parlamentares, advogados e influenciadores mantém o tema em evidência, pressionando por uma definição política e jurídica s
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Várzea Grande recebe unidade de saúde reformada para o Capão Grande

Na manhã desta quinta-feira (9), Varzea Grande recebeu a reforma completa da Unidade Básica de Saúde (UBS) Maria José Pedrosa, localizada no bairro Capão Grande. A entrega foi feita pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), ao lado da prefeita Flávia Moretti (PL) e do vereador Charles da Educação (União) e contou também com a presença de representantes da Secretaria Municipal de Saúde, vereadores, servidores públicos e moradores da comunidade.
A obra recebeu investimento total de R$ 700 mil, sendo R$ 500 mil destinados por meio de emenda parlamentar do deputado Wilson Santos e R$ 200 mil de contrapartida da prefeitura. Durante a entrega, o deputado destacou a importância da parceria institucional para garantir melhorias à população e anunciou novos investimentos para o município em 2026, com a destinação de R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento da cidade.
“Uma gestão que começa a inaugurar obras é um novo ciclo. A Flávia vem mudando conceitos e paradigmas em Várzea Grande, na busca do melhor para a população – independentemente de partido. Não mede esforços para alcançar os resultados esperados e devolver a qualidade nos serviços de saúde para os moradores”, disse o deputado.
Wilson Santos aproveitou a oportunidade para anunciar mais emendas parlamentares para o município este ano de 2026, com R$ 1 milhão para a saúde e R$ 3,5 milhões para a educação. A prefeita municipal agradeceu os recursos. “Essa obra teve duração de quatro meses e meio e cumprimos o prazo. Estamos aplicando os recursos corretamente e entregando para o que é do povo. Agradeço à ele e ao vereador Charles que intermediou essa emenda para saúde. Essa unidade é de acolhimento, uma construção nova e acredito que a população do Capão Grande está ganhando um presente”, disse Moretti.
A UBS atende cerca de oito mil moradores da região e passou por uma readequação completa, incluindo ampliação e melhorias estruturais, como troca de telhado, reparos em infiltrações, substituição de pisos e revestimentos, renovação de portas e janelas, reconstrução dos banheiros, pintura geral e implantação de acessibilidade.
A nova secretária Municipal de Saúde, Valéria Nogueira, parabenizou a determinação de Flávia Moretti para ter a unidade de saúde reforma, a atuação da equipe de saúde como, também, a ex-secretária da pasta, Deisi Bacalon, que esteve à frente desta obra para que hoje pudesse atender toda a população com serviços e estrutura de qualidade.
O vereador Charles da Educação disse que a reforma é uma demanda da comunidade. “Nosso papel vai além de fiscalizar e cobrar. Temos que estar presente e dentro das comunidades e ouvir as demandas. E foi através das nossas andanças que a gente encontrou os moradores que pediram para irmos nesta unidade e ver os problemas existentes. E assim, fomos à Assembleia Legislativa e o deputado Wilson Santos prontamente se dispôs em ajudar”, declarou.
Durante o lançamento da nova unidade, foi feito uma visita pelas autoridades públicas – em todos os espaços da estrutura – que depararam com uma recepção ampla, salas para coleta de exames, vacinas, curativos, atendimento odontológico e multiprofissional, além de farmácia, lavanderia, escovódromo e cozinha.
Medicamentos – Além desta emenda, Wilson Santos também destinou no ano de 2025 mais R$ 500 mil para custeio e manutenção de estoques de medicamentos nas unidades básicas de saúde do município. A iniciativa reforça o seu compromisso com a saúde preventiva e no fortalecimento da rede pública de atendimento primário, considerada a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: ALMT – MT
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Cuiabá, 307 anos de fé, trabalho e resistência

Cuiabá chega aos seus 307 anos carregando uma história construída com fé, trabalho e, sobretudo, resistência. Uma cidade que nasceu às margens do rio e cresceu com a força de um povo que nunca se acostumou a desistir.
Eu conheço cada palmo desse chão. Minha história está nas ruas de Cuiabá, nas feiras, no trabalho simples e digno que molda o caráter de quem aprende, desde cedo, que a vida exige esforço, coragem e perseverança. Foi ali que aprendi uma lição que levo comigo até hoje, quando uma porta se fecha, a gente abre uma janela e continua na luta. Na feira, aliás, foi um dos lugares onde mais gostei de trabalhar. Porque ali, como na vida pública, nenhum dia é igual ao outro. São desafios constantes, mas também muitas conquistas. É um ambiente que ensina sobre resiliência, sobre lidar com as dificuldades e, principalmente, sobre valorizar cada vitória, por menor que ela pareça.
É com esse espírito que sigo trabalhando na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), com responsabilidade e compromisso, buscando soluções reais para os desafios da nossa capital. Nosso trabalho é diário e tem foco claro, avançar na regularização fundiária, fortalecer a agricultura familiar e melhorar o atendimento na saúde pública. Sabemos que Cuiabá enfrenta dificuldades. Mas também sabemos que o cuiabano não se entrega. É um povo que segue em frente, que acredita, que luta. E é ao lado dessa gente que continuamos trabalhando, construindo caminhos para uma cidade mais justa, estruturada e com oportunidades para todos.
Mas também é tempo de reflexão. Precisamos viver intensamente o presente, sem perder de vista a responsabilidade de planejar o futuro. É assim que deve agir um bom gestor, com os pés no hoje, mas com o olhar firme no amanhã. Cuiabá tem potencial para ser muito mais. No entanto, a nossa sociedade ainda carece de cuidados básicos. Saúde, infraestrutura, educação, mobilidade urbana, são áreas que exigem atenção constante, eficiência e resultados concretos. Resolver o básico é essencial para garantir dignidade à população e criar as bases para um desenvolvimento sólido. Por isso, é fundamental termos representações com experiência, foco e determinação, capazes de enfrentar os desafios do presente e, ao mesmo tempo, pensar de forma moderna e estratégica o futuro da nossa cidade.
Tenho uma ligação genuína com as feiras da nossa cidade. Meu pai também foi feirante, e revisitar esses espaços, que representam tanto da nossa identidade, é sempre motivo de emoção para mim. A feira é mais do que comércio, é cultura, é convivência, é o retrato vivo da força da agricultura familiar. É ali que vemos o cuidado com a produção, o respeito com o alimento, o esforço de quem planta, colhe, limpa e entrega à população produtos de qualidade. A feira é, sem dúvida, uma das expressões mais autênticas da cuiabania.
Reafirmo meu compromisso com Cuiabá. Continuarei trabalhando incansavelmente, com responsabilidade, diálogo e proximidade com as lideranças dos bairros, ouvindo as demandas da população, entendendo cada realidade e buscando soluções concretas para o desenvolvimento da nossa capital. Conte sempre comigo. Seguiremos firmes, com trabalho sério, responsabilidade e dedicação, construindo uma Cuiabá cada vez melhor para todos
Cuiabá é gigante. É a capital do nosso estado, o coração que impulsiona o desenvolvimento de Mato Grosso. Parabéns, Cuiabá, pelos seus 307 anos. Seguiremos juntos, com fé, trabalho e esperança, construindo um futuro ainda melhor para todos.
*Eduardo Botelho é deputado estadual pelo MDB.
Fonte: ALMT – MT
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