Mato Grosso
“Nosso compromisso é proporcionar moradias dignas”, afirma primeira-dama em entrega de 213 casas pelo SER Família Habitação

A primeira-dama Virginia Mendes, acompanhada do governador Mauro Mendes e do presidente da MTPar, Werner Santos, participou nesta segunda-feira (02.06), da entrega de 213 casas do Residencial Alvorada, em Alta Floresta.
A ação, parte do programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama e executado pela MTPar, tem transformado a vida de inúmeras famílias em Mato Grosso.
Visivelmente emocionada, a primeira-dama Virginia Mendes expressou sua alegria em ver o impacto positivo do programa na vida das pessoas.
“É uma alegria imensa ver a população de Alta Floresta sendo contemplada e feliz da maneira que está. Hoje tive a oportunidade de conhecer o senhor José Ribamar, um dos moradores do residencial, que irá começar uma nova história junto de suas filhas e sua esposa. É uma satisfação imensa fazer parte disso, um sonho que eu sempre tive se tornando realidade”, disse Virginia.
Para o governador Mauro Mendes, a entrega das casas representa um divisor de águas na vida das famílias beneficiadas.
“É uma enorme satisfação ver a alegria estampada no rosto de cada um que recebe as chaves da sua nova casa. Sabemos o quanto essa conquista significa, o quanto cada uma dessas famílias sentirá a mudança em suas vidas, deixando de pagar aluguel para investir em um bem próprio. Este é o nosso compromisso: proporcionar oportunidades para que todos os mato-grossenses tenham um futuro mais próspero e digno”, disse ele.
A primeira-dama também reforçou o compromisso do Governo do Estado em investir no social.
“Nosso compromisso é proporcionar oportunidades, subsidiar moradias dignas e fomentar o desenvolvimento de Mato Grosso. Acreditamos que, investindo nas pessoas, construímos um futuro mais justo e igualitário para todos”, completou.
Durante a solenidade, a primeira-dama também assinou o termo de compromisso para subsidiar a construção de 544 apartamentos na modalidade entrada facilitada, ampliando ainda mais o acesso à moradia para a população de Alta Floresta.
O presidente da MTPar, Werner Santos, elogiou as ações da primeira-dama e o impacto do programa SER Família Habitação.
“A dedicação e a visão da primeira-dama Virginia Mendes têm sido fundamentais para o sucesso do SER Família Habitação. O programa é um exemplo de como a política pública pode transformar vidas e construir um futuro melhor para as famílias mato-grossenses”, afirmou.
O deputado estadual Nininho, representando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso, destacou a importância da parceria entre os poderes para o sucesso do programa.
“A Assembleia Legislativa apoia e reconhece a importância do SER Família Habitação. A parceria entre os poderes é fundamental para garantir que os recursos cheguem a quem mais precisa e para promover o desenvolvimento social do nosso estado”, disse.
O prefeito de Alta Floresta, Chico Gamba, ressaltou a magnitude do programa de habitação do governo estadual.
“O SER Família Habitação é o maior programa de habitação do estado. Essa parceria com o Governo do Estado tem sido essencial para proporcionar moradia digna para muitas famílias de Alta Floresta”, destacou.
A primeira-dama de Alta Floresta e secretária de assistência social, Vilma Gamba, também emocionada, agradeceu a importante entrega das unidades habitacionais.
“Agradeço de coração à primeira-dama Virginia Mendes e ao Governo do Estado por essa importante entrega. O SER Família Habitação é um sonho que se torna realidade para muitas famílias de Alta Floresta”, expressou.
O diretor da empresa responsável pela obra, Diogo Reis, falou sobre a agilidade na entrega, com as obras concluídas antes do prazo.
“Entregamos o nosso melhor: casas de qualidade construídas em tempo recorde, concretizando o sonho da primeira-dama Virginia Mendes. Para celebrar o recente aniversário dela e presentear os novos moradores, sorteamos o pagamento de duas parcelas do financiamento, um presente da construtora para dois felizardos”, destacou.
Ainda na solenidade, a primeira-dama recebeu uma Moção de Congratulações da Câmara Municipal de Alta Floresta, em reconhecimento à sua destacada atuação social e dedicação incansável às causas humanitárias e de justiça social em Mato Grosso.
Também estiveram presentes na solenidade de entrega, os secretários de Estado, Gilberto Figueiredo (Saúde), Laice Souza (Comunicação), Jordan Espíndola (Gabinete do Governo), prefeitos, vereadores e lideranças políticas da região.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.
Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.
“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.
A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.
Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.
Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.
A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.
Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.
Fotos: Josi Dias | TJMT
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