Mato Grosso
“Nosso trabalho é para que o agricultor familiar plante, adote uma cadeia produtiva e saiba onde será seu mercado consumidor”, destaca secretária
“Nós estamos trabalhando com foco na eficiência da agricultura familiar, estimulando que o agricultor plante, que adote uma cadeia produtiva e que ele tenha muito claro onde será o mercado consumidor que vai absorver sua produção”, ressalta a secretária.
Para isso, conta Teté Bezerra, o Governo tem apoiado todo o ciclo de atuação do produtor, com entrega de tecnologia, de insumos para produções que tenham qualidade, certificação, conhecimento, ambientes de qualidade para comercialização dos produtos, regularização ambiental, entre outros.
1) Secretária, a agricultura familiar é uma das prioridades da gestão do governador Mauro Mendes, com investimentos recordes sendo feitos desde 2019. Somente nos primeiros quatro anos da gestão, foram mais de R$ 300 milhões em investimentos, com entrega de máquinas e equipamentos, doação de mudas de café, cacau, banana, sêmen bovino, calcário, entre outros. Nesse sentido, o que o agricultor familiar pode esperar para os próximos anos?
A Secretaria de Agricultura Familiar, no Estado de Mato Grosso, passa por um período transformador. Com os investimentos que o governador Mauro Mendes tem encaminhado para a secretaria, nós temos a oportunidade de trabalhar de forma planejada e com eficiência pelo desenvolvimento da agricultura familiar no Estado. Em Mato Grosso nós temos mais de 100 mil famílias em todo o Estado, com produção por todo o território. Além dos recursos investidos e as políticas públicas, o governador tem atuado para que as ações sejam direcionadas. Nós tivemos esse período com investimentos muito fortes em máquinas e implementos agrícolas, para que o pequeno produtor tenha acesso a novas tecnologias e mecanização. Estamos potencializando as cadeias produtivas, identificando as regiões onde há grande vocação para cada cultura. Nós também estamos trabalhando para que o produtor consiga ampliar o mercado consumidor do produto com certificação. Essa é uma orientação e uma política pública que nós temos defendido. E nós queremos ampliar ainda mais, para que ele possa conduzir essa produção para o restante do Estado e até quem sabe para fora de Mato Grosso. Nós estamos trabalhando com foco na eficiência da agricultura familiar, estimulando que o agricultor plante, que adote uma cadeia produtiva e que ele tenha muito claro onde será o mercado consumidor que vai absorver sua produção.
2) No caso da entrega de máquinas e equipamentos, o Governo faz a doação para as prefeituras e consórcios intermunicipais. Qual o retorno dessa parceria? Ela de fato tem sido efetiva para fomentar a agricultura familiar?
A entrega destas máquinas com certeza é efetiva. Temos um percentual muito baixo de agricultores que têm acesso à tecnologia. Nós queremos continuar com esse programa e existe, inclusive, uma proposta do governo de que nós tenhamos uma linha de crédito, que seja criado um fundo onde o governo irá subsidiar a aquisição desses equipamentos e desses implementos. O que nós defendemos é que não só os veículos são importantes, mas também a aquisição de implementos . Quando você tem um trator e um arado, você já presta um serviço. Mas quando você tem o trator e mais implementos que possam plantar, que possam colher, a máquina se torna muito mais útil. Então, temos tido essa discussão e o governador está disposto a seguir com essa proposta da criação de um fundo para que esta tecnologia possa ser adquirida pelos produtores. Isso porque, muito já fizemos, mas ainda temos muito o que fazer.![]()
3) Uma das frentes de trabalho da Seaf é o MT Produtivo Leite para o melhoramento genético do rebanho leiteiro do Estado. Quais os investimentos feitos na área e quantos produtores já foram contemplados? É possível perceber aumento no rebanho leiteiro de qualidade e na produção de leite?
A média nacional da produção do leite por animal é 6,06 litros por dia, que é um índice muito baixo. Em Mato Grosso, em 2019, antes da gestão do governador Mauro Mendes adotar os programas de melhoramento genético que estão sendo aplicados, essa média era de 4,02 litros/dia por animal. Conforme dados do IBGE de 2021, a média por animal em Mato Grosso passou para 4,41 litros, isso antes do início da modalidade do MT Produtivo Leite de entrega de novilhas prenhas, que começou recentemente a ter resultados. Em três anos do projeto de melhoramento genético do Programa Mato Grosso Produtivo Leite, mais de mil bezerras de alta produção de leite com qualidade passaram a integrar o rebanho leiteiro no Estado, com investimentos na ordem de R$ 5.552.863,27. No município de Campinápolis, por exemplo, o projeto deu tão certo, que a cooperativa que participou da modalidade transferência de embriões, a Campileite, contratou uma empresa para dar continuidade ao trabalho com uma nova etapa, agora, por eles mesmos. Já em Novo Horizonte, onde foi feita a primeira entrega de novilhas Girolando Meio-sangue, os resultados começam também a aparecer. Lá, em dezembro de 2022, por exemplo, a produção das novilhas entregues por meio do programa para a associação de produtores chegou a uma média diária de aproximadamente 14 litros por cabeça. Nós acreditamos que no ano que vem nós já teremos a possibilidade de ter um novo cenário, quando fizermos a aferição dos animais entregues pelo Governo.
4) A Seaf também tem realizado ações para incentivar o agricultor familiar a dar continuidade nas melhorias sem ficar tão dependente do poder público. De que forma esse trabalho está sendo feito? A senhora acha que essas ações valorizam o pequeno produtor?
Nós temos que pensar na emancipação do agricultor. Nós não podemos pensar que, eternamente, eles vão ficar dependentes das políticas públicas. O governo é muito importante, mas ele tem que ter também o acesso a crédito. Um dos passos para isso é a questão de regularização ambiental, e nesse sentido a Seaf tem feito um trabalho importante com a Sema, para que o produtor tenha acesso ao crédito. Porque se ele não tiver acesso a crédito, ele fica mais dependente ainda das políticas públicas do governo. A Seaf, em parceria com a Empaer, também tem feito um trabalho de capacitação com esses agricultores familiares. Entregas como de ordenhadeiras e resfriadores de leite são realizadas e depois os beneficiados recebem orientação e qualificação para saber como melhorar a produção, como instalar e trabalhar melhor com esse equipamento. Porque se ele não tiver essa orientação, no primeiro problema técnico que ele tiver com utilização daquele equipamento, ele vai simplesmente encostá-lo e nós não queremos isso. Ali foram investidos recursos públicos, ali é investido todo um trabalho e nós queremos que tenha continuidade.
5) Secretária, então a Seaf atua com foco na eficiência no uso do recurso público nessas ações também?
Com certeza. A eficiência da prestação de serviço e na utilização desses equipamentos que nós estamos direcionando para a agricultura familiar e para os agricultores. O agricultor é o grande beneficiário desse trabalho que o governo tem feito de investir quando ele envia equipamentos, quando ele possibilita que esse agricultor tenha acesso a novas tecnologias. Nós temos que qualificar, nós temos que preparar. Quando nós pedimos aqui que o município faça análise do solo para receber o calcário, é porque é necessário se dar de acordo com cada terreno, com cada propriedade, com cada quantidade de hectares que esse produtor irá aplicar esse calcário. Ele tem que saber a quantidade específica e como está o seu solo. A Seaf atua com um planejamento com foco no produtor e com foco na eficiência no uso dos recursos públicos.
6) O Governo de Mato Grosso entregou a Feira da Agricultura Familiar de Lucas de Rio Verde e lançou a primeira etapa da Feira do Produtor de Chapada dos Guimarães. Além disso, também tem feito entregas de tendas para feiras livres. Qual a importância dessa entrega para o agricultor familiar e para a população?
Nós temos que pensar que as feiras dos produtores, assim como as mais de mil barracas que também foram entregues para a agricultura familiar de diversos municípios, são a vitrine do agricultor. Esses espaços trazem não só a oportunidade para expor e comercializar o que produz, como também para que o consumidor tenha acesso a esses produtos de qualidade com mais conforto para todos. Então, esse é o nosso objetivo.
Chapada dos Guimarães, por exemplo, é uma cidade onde o turismo é a principal economia, mas nós não podemos esquecer que o município tem uma zona rural muito extensa, nós temos muitas famílias morando ali. Lá nós temos um programa específico onde nós selecionamos determinadas cadeias produtivas para fomentar a produção de determinadas cadeias produtivas. Quando as famílias participantes estiverem em plena produção, elas vão precisar do nosso apoio com relação à certificação dessa produção e para se ter um plano de negócios para saber onde vai comercializar, e aí e Feira do Produtor vai ser um grande canal para expor esse produto e para comercializar essa produção, que está sendo muito estimulada e incentivada.
7) Um dos produtos que tem sido incentivado nessa gestão é turismo rural. Para fomentar essa cadeia produtiva, a Seaf tem realizado ações para apresentar esses produtos. O turismo é de fato um produto da agricultura familiar? Qual o potencial de Mato Grosso para essa atividade?
Para você ter uma ideia, dentro do Pronaf, que é o Programa Nacional da Agricultura Familiar, o turismo rural é um dos pilares, porque cada vez mais as pessoas que vivem na cidade têm um interesse de conhecer como é a experiência da vivência dentro da zona rural. E essa atividade pode se desenvolver, pois há inúmeros produtos dentro de uma propriedade rural, como a própria atividade da produção, a transformação nos doces caseiros que se faz no local, ou na transformação do leite, do queijo e dos seus derivados. Como citei aqui, a própria vivência de como que é o dia do agricultor, o que ele faz ao levantar, quais são as tarefas que ele desempenha, como que é a casa onde ele mora, onde ele faz a sua refeição, tudo interessa ao turista. Em um Estado com vários biomas, há um potencial grande do turismo ser um produto da agricultura familiar.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência
Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.
A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.
A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.
“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.
Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação
O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.
Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.
“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.
A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).
A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.
No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial
Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.
Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.
“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.
De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.
“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.
SOBRE O DATASENADO
O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)
SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA
Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)
SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)
SOBRE O INSTITUTO NATURA
Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.
SOBRE A GÊNERO E NÚMERO
A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.
Mato Grosso
Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT
Mato Grosso
Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)
No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.
A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.
O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.
Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.
A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.
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