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Obras de recuperação da MT-358 entre Barra do Bugres e Tangará da Serra começam nesse mês

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O deputado Dr. João José recebeu a confirmação do Início das obras pela Sinfra, nessa quinta-feira.

Único deputado estadual eleito na região Médio-Norte, Dr. João José (MDB) se reuniu, nesta quinta-feira (11), com o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, e com os adjuntos Nilton de Britto (Obras Rodoviárias) e Huggo Waterson (Logística e Concessões). No encontro, na sede da Sinfra, em Cuiabá, o corpo técnico de engenharia apresentou ao deputado o planejamento das que serão executadas na região de Tangará da Serra.

As obras fazem parte de um pacote de 114 ordens de serviço autorizado pelo governo do estado para atender as nove principais regiões de Mato Grosso, incluindo a Médio-Norte. Ficou confirmado que a Sinfra começará até o final do mês de abril as obras de recuperação da rodovia MT-358, de Barra do Bugres a Tangará da Serra, que hoje encontra-se com buracos.

“Estamos trabalhando para melhorar a qualidade da infraestrutura da nossa região. O secretário Marcelo e os adjuntos Nilton e Huggo foram verdadeiros comigo ao falar da situação financeira da pasta. Eles nos confirmaram que, até o final deste mês, as obras emergenciais devem ser iniciadas, garantindo com esses serviços a trafegabilidade do trecho, que precisa urgente de uma atenção do Estado. Eu confio que, em pouco tempo, teremos uma rodovia com melhor qualidade para trafegarmos de Barra do Bugres a Tangará, principalmente no trecho de Nova Olímpia que hoje é o mais crítico”, declarou o deputado Dr. João.

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Na reunião com o deputado, o secretário Marcelo de Oliveira ressaltou que essas são obras importantes e que compõem os programas de financiamento da Sinfra que devem ser concluídos nos dois primeiros anos da gestão atual.

Segundo o deputado Dr. João, o Governo de Mato Grosso confirmou que irá concessionar a rodovia MT-246, no trecho entre o entroncamento da rodovia federal BR-163, passando por Barra do Bugres, Nova Olímpia até próximo da usina da Itamarati.

“Na nossa avaliação a concessão vai melhorar a rodovia no longo prazo. Ressaltei que precisamos cobrar valores justos nas praças de pedágio, que, segundo a atual gestão da Sinfra, serão reduzidas para não encarecer o trajeto”, disse. Neste momento, o governo do estado realiza os últimos ajustes para lançar o edital já em maio.

O pacote de obras contempla também as pontes. A rodovia MT-343 que está em processo de pavimentação, de Cáceres a Barra do Bugres, receberá duas pontes sobre os córregos da Saloba e das Onças. Ao todo, serão investidos em todo o Estado um montante de R$ 585 milhões.

POR: ERICKSEN VITAL / Gabinete do deputado Dr. João de Matos

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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