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Operação integrada Compra Segura apreende quatro veículos irregulares e prende três

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Assessoria | PJC-MT

Duas caminhonetes Hilux, uma Parati e um Gol foram apreendidos durante a operação integrada “Compra Segura”, de fiscalização referente à venda e compra de veículos, no bairro Dom Aquino, região do Porto em Cuiabá, nesta quinta-feira (06.06). O trabalho resultou na condução de três pessoas, que foram autuadas em flagrante nos crimes de receptação, receptação qualificada e adulteração de sinais de veículo automotor.

 A operação da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), contou com a participação da  Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), para reprimir fraudes relacionadas a venda e compra de veículos.

O veículo Gol e uma das Hilux’s, após checagem apresentaram apenas infrações administrativas e serão encaminhados ao Detran. O veículo Parati estava com sinais identificadores suprimidos. Seu chassi havia sido transplantado, não correspondendo ao documento do veículo. P.M.C, 59 anos, que estava na posse do veículo, foi autuado em flagrante por receptação.

A segunda Hilux de cor branca também estava com os sinais adulterados. A caminhonete pertence a J.C.T, 40 anos,  que havia autorizado a venda do veículo, e tem várias passagens criminais, entre eles tráfico de drogas, receptação e adulteração de sinais identificadores de veículos. Ele e o vendedor do veículo, E.G.J, 45 anos foram conduzidos à Especializada e vão responder por receptação (o vendedor) e adulteração de sinal identificador de veículo automotor (o dono).

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O delegado titular da Derrfva, Gustavo Garcia, destacou que a operação desta quinta-feira é uma das ações inseridas no lançamento da cartilha “Compra Segura”, que traz aos cidadãos dicas importantes para sua segurança na hora da compra e venda de veículos, como cuidados básicos ao divulgar dados, imagens, marcar encontros, preços atrativos, consulta de preços, test drive, anúncios na internet, além de outros itens relacionados a entrega do veículo após a venda, pagamento, vistorias e os principais crimes(estelionato, receptação, uso de documentos falsos, outros) ligados a esse tipo de operação. Acesse a CARTILHA COMPRA SEGURA. 

“A operação foi um sucesso. Através desta operação integrada com a PM, PRF, Politec, Semob, Detran, foi possível apreender veículos com adulteração de sinais identificadores, coibindo a venda ilegal de veículos na região do pedra. Além disso foi uma grande oportunidade de divulgarmos a cartilha Compra Segura. Estas ações são relevantes para redução dos índices criminais envolvendo veículos automotores e outras serão planejadas”, afirmou.

A cartilha foi desenvolvida pelo delegado-adjunto Arnon Osny Mendes Lucas, após levantamento dos setores de inteligência dos órgãos policiais estaduais e federais que atuam em Mato Grosso, carros e motocicletas objetos dos crimes de furto e/ou roubo ocorridos no Estado e outras unidades da federação estariam sendo comercializados em locais de vendas de automóveis usados, na região metropolitana, com placas e documentos falsificados.

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Conforme o delegado, as investigações apontam que veículos furtados ou roubados são comercializados como se fossem carros “Finan”. Os golpistas trocam as placas dos veículos enganando os compradores que não se preocupam em checar os demais dados de identificação e acabam comprando os veículos com restrições de furto ou roubo. Quando abordados pela fiscalização são presos em flagrante por receptação.

 “Em ambos os casos, ocorre o cometimento de crimes. Tanto a pessoa que vende, como aquela que compra ou revende o carro ou motocicleta “Finan”, estão incidindo na prática de crimes estelionato, receptação ou outros a depender de investigação”, alertou Arnon Osny.

 

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Gaeco cumpre mandado na PCE contra facção criminosa

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.

O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.

A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.

A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.

O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.

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O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

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GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS

Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.

Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.

Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.

No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas -

A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

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Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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