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Operações integradas prendem 181 pessoas em flagrante no Estado

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As forças de segurança de Mato Grosso prenderam 181 pessoas em flagrante e conduziram 122 a delegacias, entre janeiro e março deste ano, durante operações integradas realizadas pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). O levantamento foi feito pela Coordenadoria de Planejamento e Monitoramento (Coplam), a respeito das atividades desenvolvidas pela Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop).

O balanço é resultado das 10 operações integradas que ocorreram no primeiro trimestre de 2019. Foram cinco no mês de março, entre elas a Operação Carnaval que contemplou todo o Estado, e as demais que ocorreram em Colíder, Água Boa, Nova Xavantina, Feliz Natal e Tangará da Serra. Já em fevereiro, ocorreram quatro operações integradas nos municípios de Santo Afonso, Alto Paraguai, Poconé, Várzea Grande e Vila Cardoso. No mês de janeiro, as forças atuaram em uma operação, na cidade de Colniza.

No total, foram empregados 1.497 policiais militares, 511 policiais civis, 1.137 bombeiros militares, 555 servidores da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e 15 do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT). Também houve atuação de 145 pessoas, entre integrantes do Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron), Centro Integrado de Operações Aéreas e servidores de outros setores da Sesp-MT.

Nestes três meses, as ações resultaram na apreensão de pouco mais de 40kg de drogas e no cumprimento de 48 mandados de busca e apreensão e 14 de mandados de prisão, internação cautelar e prisão temporária. Dos 221 veículos abordados, foram apreendidos 107 e 12 foram recuperados/localizados. Houve também apreensão de 13 armas de fogo. Os integrantes atuaram em 72 ações de bloqueio (inopinada), 71 de saturação (asfixia) 179 de start. A atuação do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT) nestas operações integradas resultou em 33 ações de fiscalização.

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Para o secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp-MT, coronel Victor Fortes, os resultados fortalecem o sistema de segurança pública e melhoram as respostas aos anseios da sociedade. “A presença das forças nas ruas, de forma integrada, fortalece a proteção ao cidadão e também reflete em redução de custos, já que os órgãos de segurança não atuam de forma isolada”.

A Saiop desenvolve todo o cronograma levando em consideração as 15 Regiões Integradas de Segurança Pública (RISPs). “As operações são planejadas de acordo com o trabalho de análise de dados feito pela Inteligência, que consegue identificar os pontos mais sensíveis e problemas específicos de cada localidade do estado que compõe cada uma dessas RISPs”, acrescenta.

Bairro Integrado

A Saiop também coordena outras operações: intermitentes, para grandes eventos, e relacionadas a crises (trabalho especializado para resolução de problemas). No âmbito preventivo, há também a operação Bairro Integrado, que visa levar serviços de segurança e de cunho social às escolas públicas.

Este ano, a iniciativa já ocorreu no município de Água Boa, no dia 28 de março, na Escola Estadual 9 de Julho. O público geral atendido foi de 2.100 pessoas, entre pais e demais moradores do entorno, e 1.770 estudantes. Além da unidade que sediou o evento, participaram alunos da Escola Nova Esperança, Escola Estadual Antônio Grohs e Cooperensino.

Foram realizadas palestras em 15 salas de aula com orientações sobre cidadania. Também foram oferecidos serviços de confecção de RG (18 documentos) pela Politec; 120 atendimentos e orientações pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e 100 pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS); e 200 pela Secretaria Municipal de Saúde.

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Nove estudantes que participaram de um concurso de redação ainda foram premiados com sobrevoo de helicóptero pelo Ciopaer. Além destes parceiros, esta edição contou com a participação da PM-MT, PJC-MT, CBM-MT, Detran, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso (OAB-MT), Conselho Tutelar e Câmara Municipal.

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Gaeco cumpre mandado na PCE contra facção criminosa

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.

O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.

A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.

A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.

O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.

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O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

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GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS

Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.

Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.

Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.

No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas -

A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.

Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.

As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.

As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.

Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por  promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.

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Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.

As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.

Valquíria

O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

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