Mato Grosso
PM forma quinze policiais especializados em policiamento montado
A Polícia Militar realizou a formatura de quinze policiais do 6º Curso de Policiamento Montado, na tarde desta sexta-feira (01.10), na sede da Cavalaria, em Cuiabá.
O curso de 47 dias, preparou os policiais para o uso de equinos e seus equipamentos, e apresentou novas técnicas e meios diferenciados de força específicos para o atendimento de ocorrências graves de perturbação da ordem. Entre os formandos, também concluíram o curso, dois policiais dos estados do Mato Grosso do Sul e Goiás.
Durante a solenidade, o comandante geral da PM, coronel Jonildo José de Assis destacou o alto nível da instrução. “Esse tipo de policiamento não é fácil, é complexo e de grande responsabilidade. Não é apenas montar no cavalo e fazer policiamento, é necessário técnica. Agora é que vem a responsabilidade ao calçarem essas esporas”, disse o coronel.
Da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul, a major Natally Braga obteve a melhor nota do curso, conquistando o posto de 01 da turma. A militar conta que não tinha formação e que graças a instrução vai poder assumir a função de subcomandante da cavalaria em seu estado. “Graças a Polícia Militar de Mato Grosso hoje eu saio daqui com essa formação, que me permitirá ser uma multiplicadora de conhecimento técnico em policiamento montado. Fui a primeira colocada da turma e é incrível aprender a trabalhar com cavalos, esses animais que tanto gosto são primorosos e uma ferramenta importante para o policiamento ostensivo”, explica a major.
O comandante do RPMOn ou Cavalaria, tenente-coronel Walmir Rocha destaca que as instruções recebidas durante o período do curso foram oferecidas pela melhor equipe da unidade que qualificada e habilitada para as possíveis demandas que possam exigir policiamento ostensivo e operações de controle de distúrbios.
O ato solene, prestigiado por autoridades militares, civis e familiares dos policiais formandos foi encerrada com a entrega das esporas prateadas que coroam os policiais como cavalarianos.
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Por Bruna Pinheiro / Formad
Mato Grosso
Laudo afasta crime, mas incêndio em prédio da Prefeitura de VG segue cercado de perguntas

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
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