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Mato Grosso

Poder Judiciário e Ampara promovem curso preparatório para pretendentes à adoção

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O Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-MT), em parceria com a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) promovem, entre os dias 24 de julho e 04 de agosto, a 68ª edição do Pré-Natal da Adoção. Um curso preparatório para aqueles que têm interesse em adotar uma criança ou adolescente.
 
O curso possui seis módulos e será realizado das 19h às 21h, na modalidade presencial, para quem reside nas comarcas de Cuiabá e Várzea Grande e virtual para quem é do interior do estado, conforme estabelecido no Acordo de Cooperação entre a Ampara e o Judiciário.
 
A juíza-auxiliar da Corregedoria, Christiane da Costa Marques Neves, que tem entre suas atribuições as atividades relacionadas à Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja-MT), destaca que no curso são trabalhadas questões pertinentes ao processo jurídico da habilitação e da adoção. “Também são trabalhadas as motivações das pessoas pretendentes, a história de vida das crianças e adolescentes, direitos e deveres deles e das famílias e a construção da convivência familiar e comunitária”, disse.
 
A secretária-geral da Ceja-MT, Elaine Zorgetti, lembra que conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o curso é obrigatório para aqueles que pretendem adotar. “É um momento fundamental para a preparação dos pretendes. A Ampara ministra esse curso há muitos anos, tem experiência, os palestrantes são capacitados. É sem dúvida uma das etapas mais importantes para aqueles que querem construir uma família por meio da adoção”, explicou.
 
Para se inscrever, a pessoa interessada deve entrar no site da Ampara www.ampara.org.br, clicar no link “Inscrição Pré-Natal” e preencher o formulário. A Ampara entra em contato através do e-mail cadastrado enviando o Plano de Curso. “Esse é nosso penúltimo grupo do ano, o próximo está previsto para outubro, portanto é importante que os interessados em adotar se organizem para participar. As inscrições são gratuitas”, disse a assistente social da Ampara, Denise Araújo.
 
A Ampara também atende pelo telefone e WhatsApp (65) 99922-0778. Agora está em novo endereço, no prédio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em uma sala próximo ao Plenário 2.
 
O quê: Curso preparatório para aqueles que têm interesse em adotar uma criança ou adolescente (Pré-Natal da Adoção)
 
Quando: De 24 de julho a 04 de agosto
 
Onde: Sede da Ampara (temporariamente no TJMT)
 
Horário: das 19h às 21h
 
Quem pode fazer o Curso: Pessoas interessadas em adotar uma criança ou adolescente e equipes técnicas; Pós-adoção: Adotantes e adotados; Entrega voluntária/legal: gestantes, mães e sociedade; Orientações e divulgação da adoção: sociedade em geral.
 
Mais informações pelo telefone: (65) 99922-0778
 
#paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem 1: a logo da Ampara, com o fundo branco, e a escrita Ampara em tom de verde claro. Há uma mão aberta, com um coração na cor rosa na palma da mão.
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros contém princípio de incêndio em caminhão baú na BR-449

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na manhã deste sábado (31.1) para atender uma ocorrência de princípio de incêndio em um caminhão baú na BR-449, em Lucas do Rio Verde (a 332 km de Cuiabá).

A equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada por volta das 9h e se deslocou prontamente ao endereço indicado. Segundo informações, o fogo teve início próximo ao motor do veículo, possivelmente ocasionado por um curto-circuito.

No local, os bombeiros militares realizaram o combate às chamas utilizando aproximadamente 500 litros de água, conseguindo evitar que o incêndio se alastrasse para o restante da estrutura do caminhão. Não houve registro de vítimas, sendo constatados apenas danos materiais.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Oficinas promovem construção participativa de plano de educação ambiental voltados ao uso da água

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em parceria com a Fundação CSN, concluiu nesta sexta-feira (30.1) a programação de oficinas para construção participativa do plano de educação ambiental e proteção dos recursos hídricos realizadas nos municípios de Diamantino e Tangará da Serra. Cerca de 60 pessoas participaram das discussões nos dois municípios.

De acordo com a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Juliana Carvalho, a programação começou na quarta-feira em Diamantino, com uma oficina para construção coletiva do Programa de Educação Ambiental (PEA) para fortalecimento do cuidado com as águas das cabeceiras do rio Paraguai, em Mato Grosso.

Na sexta-feira (30), a programação foi realizada em Tangará da Serra, em parceria do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba. Gestores públicos e representantes da sociedade civil discutiram a elaboração do Plano de Educação Ambiental em Recursos Hídricos (PEA-PRH) das Unidades de Planejamento e Gerenciamento do Alto Paraguai Médio e Alto Paraguai Superior.

“É muito importante nós mudarmos a nossa relação com a natureza e com a proteção das nossas águas, afinal é dela que emerge toda a nossa vida. Essa construção conjunta é extremamente necessária, pois são as pessoas que residem nas comunidades envolvidas que entendem as necessidades, sonhos, vontades e dificuldades do território”, destacou a superintendente.

O presidente do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Sepotuba, Ibrahim Fantin, ressaltou que a elaboração do plano de educação ambiental atende a um anseio antigo do grupo. “Essa é uma ação extremamente importante. O planejamento possibilitará a definição das ações, os pontos que precisam ser atacados e também os atores que precisam ser envolvidos para atingirmos o maior público possível. Queremos que a educação ambiental seja inclusiva para que possamos mobilizar e somar esforços para a gestão compartilhada dos recursos hídricos”, afirmou.

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O próximo passo, conforme a Superintendência de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, será a realização de um seminário em Cuiabá com a participação dos membros dos Comitês de Bacia Hidrográfica dos rios Cabaçal, Sepotuba e Alto Paraguai Superior para lançamento do plano. O evento deve acontecer no segundo semestre de 2026.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Estudo avalia a eficiência do uso de luzes forenses na detecção de hematomas em pessoas negras

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Um artigo científico, escrito com a colaboração do médico-legista Willer da Cruz Zaghetto, da Perícia Oficial e Identificação Técnica de Mato Grosso (Politec), avaliou a eficiência do uso de luzes forenses na visualização de hematomas em pessoas negras.

O estudo, publicado na revista “Perspectivas em Medicina Legal e Perícias Médicas”, da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícia Médica, leva em consideração a dificuldade dos legistas em visualizar os hematomas, lesões arroxeadas na pele, em pessoas negras, utilizando a luz comum.

Conforme a realidade retratada por Willer no artigo, a maioria das vítimas de violência doméstica no Brasil é composta por mulheres negras, idosos negros ou pessoas LGBTQIAPN+ negras. Contudo, em muitos casos, a caracterização de hematomas nessas vítimas é difícil, o que pode resultar em laudos falsos negativos.

Isso porque um hematoma é o sangue extravasado na pele após um impacto, habitualmente causado por agressão física. Para visualizar esse tipo de lesão, é preciso que haja contraste entre a área lesionada e a circundante, pois, se as duas possuírem a mesma coloração, o que geralmente ocorre em pessoas negras, dificilmente será possível fazer a distinção entre elas com o uso da luz comum.

Esta condição pode levar a equívocos em diagnósticos, além de dificultar a determinação do mecanismo que causou o hematoma.

“Se a lesão não é identificada no atendimento inicial, registra-se falsamente a ausência de lesões. Esse erro contamina a investigação e o processo criminal, além de gerar subnotificação de casos de violência. O objetivo central do trabalho é mitigar esse viés racial de diagnóstico e efetivar o princípio constitucional da equidade no sistema médico-legal”, destacou Willer.

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Para contornar esse problema, Willer sugere o uso de luzes forenses, como luz ultravioleta, branca ou azul, que são usadas por peritos para tornar vestígios biológicos invisíveis a olho nu (sangue, sêmen, urina ou saliva) visíveis, em uma cena de crime.

“É um orgulho falar dessa publicação, que é inédita não apenas no Brasil, mas na língua portuguesa. Apresenta uma proposta pioneira para o país, que é a utilização das luzes forenses como mecanismo de triagem nas lesões em pessoas negras – as mais acometidas pela violência. Com isso, buscamos mitigar a cegueira diagnóstica existente e nos aproximar dos padrões internacionais de qualidade. É a ciência a favor da equidade”, pontuou o legista Willer Zaghetto.

O estudo propõe a criação de protocolos nacionais que validem e padronizem o uso de Fontes de Luz Alternativa (ALS) como protocolo de triagem pericial no Brasil, além de destacar que seu uso permite maior detalhamento, contraste e extensão nas lesões em comparação com sua aparência sob luz comum.

O artigo recebeu o título de “Luzes Alternativas na Prática Médico-Legal: Fundamentos para a Padronização da Triagem e Promoção da Equidade Racial” – clique aqui para lê-lo na íntegra.

Fonte: Governo MT – MT

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