Política MT
PR articula chapa de olho nas eleições 2020 em Rondonópolis
O Partido da República (PR) através do Senador Wellington Fagundes começa a articular a sigla com foco nas eleições municipais 2020. Em reunião na manhã desta segunda-feira (11) com o ex-presidente do PSL Vademir Castilho ‘Biliu’ vereador João Mototáxi, Toninho Pinheiro, Zé Marcio Guedes e Manoel Motta, estiveram com o senador para construir um possível projeto juntos visando próximo pleito eleitoral.
De acordo com os bastidores, Fagundes ofereceu a presidência do PR municipal para Biliu comandar e construir uma chapa para as próximas eleições, ao mesmo tempo o vereador João Moto Táxi foi convidado para filiar na sigla, pois tem a intenção de deixar o seu partido PSL.
A ida de João Moto Táxi para o PR pode não ser uma boa opção para o edil, pois existem dentro da sigla os ex-vereadores Ananias Filho e Zé Márcio Guedes, ambos assessores de gabinete de Wellington Fagundes em Brasília, e há quem diga que constituída uma chapa para eleições a vereador em 2020, WF concentraria forças para eleger seus assessores caso venham disputar cadeiras no legislativo Municipal.
Por outro lado as eleições 2018 deixaram claro que partidos onde tenham caciques, não atraem novos candidatos e não promovem a renovação politica.
Ao que parece Biliu e João Mototáxi poderá recusar o convite para desembarcar no PR, pois ambos são próximo ao prefeito Zé do Pátio e aguardarão o aval para decidir aonde irão desembarcar, pois o Solidariedade (SD) articula a reeleição para o executivo e já articula ampliar as cadeiras no legislativo municipal.
Portanto as peças do tabuleiro da politica estão se mexendo para eleições municipais 2020.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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