Mato Grosso
Prêmio Sebrae de Jornalismo: jornalista Camila Galvão recebe indicação por cobertura em Inovação e Empreendedorismo
O Centro de Eventos do Pantanal, em Mato Grosso, foi o cenário de um importante evento no mundo do jornalismo: o Prêmio Sebrae de Jornalismo sobre Empreendedorismo e Inovação.
O prêmio, que reconhece e celebra o trabalho jornalístico dedicado a temas relacionados ao empreendedorismo e à inovação, reuniu profissionais de destaque do setor na busca por reconhecimento e valorização das reportagens que exploram a dinâmica empreendedora e a busca por soluções inovadoras.
Em uma noite de celebração do jornalismo e empreendedorismo, o Sebrae/MT (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Mato Grosso) anunciou os vencedores da etapa estadual do 10º Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ) no dia 1º de setembro. O evento reuniu aproximadamente 100 profissionais da imprensa mato-grossense, que tiveram a oportunidade de conhecer os quatro trabalhos premiados nas categorias de jornalismo em texto, áudio e vídeo, além do finalista em fotojornalismo.
Classificada para a etapa estadual, a jornalista Camila Galvão, atuante no jornalismo mato-grossense desde 2012, representou o portal Momento MT. Conhecida por sua habilidade em abordar temas relevantes e sua dedicação ao jornalismo de qualidade, ela não apenas participou do evento, mas também se classificou e concorre ao Prêmio Sebrae de Jornalismo com reportagens sobre empreendedorismo e inovação.
O 10º Prêmio Sebrae de Jornalismo atingiu uma marca histórica, com 1.899 trabalhos inscritos em todo o país, um crescimento notável de 65% em relação ao ano anterior. Em Mato Grosso, 44 produções locais competiram na etapa estadual, e todos os participantes serão contemplados com uma “press trip” para quatro regiões turísticas do estado.
A diretoria do Sebrae/MT enfatizou o papel essencial do jornalismo para o empreendedorismo mato-grossense. O presidente do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae/MT, Jonas Alves, observou que o Prêmio Sebrae de Jornalismo é mais do que uma honraria; é um profundo reconhecimento da contribuição significativa que os profissionais da imprensa oferecem para a promoção e o crescimento dos micro e pequenos empreendedores.
Camila compartilhou sua experiência nas redes sociais, onde sua foto de perfil reflete a empolgação e a paixão pelo jornalismo. Em sua postagem, ela escreveu: “Hoje foi dia de Prêmio Sebrae de Jornalismo sobre Empreendedorismo e Inovação!! @mtmomento marcando presença forte em Mato Grosso com Camila Galvão. Agora é se organizar para a Press Trip que ganhei.”
A diretora Superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destacou que todos os jornalistas, premiados ou não, são multiplicadores das ações do Sebrae, incentivando e inspirando empreendedores a ressignificar seus negócios.
O diretor Técnico do Sebrae/MT, André Schelini, ressaltou a importância do trabalho jornalístico para o empreendedorismo, destacando que ele não apenas entrega informações no momento certo, mas também ajuda os empresários a compreender melhor seus negócios e tomar decisões assertivas.
A presença do Portal Momento MT e de Camila Galvão no Prêmio Sebrae de Jornalismo é um reconhecimento do comprometimento e do talento desses profissionais em trazer à tona histórias e informações relevantes sobre o mundo do empreendedorismo e da inovação em Mato Grosso.
Em reconhecimento ao papel fundamental do jornalismo no fomento do empreendedorismo em Mato Grosso, o Sebrae/MT premiará todos os 44 participantes inscritos no PSJ com uma “press trip” que ocorrerá em 2023, permitindo que eles conheçam quatro regiões turísticas do estado, contribuindo ainda mais para o desenvolvimento do turismo local.
Para aqueles interessados em conferir o material que concorreu a esta edição do prêmio, basta acessar os links a seguir:

Leonardo Tomasi Debona.
Agrícolas. Foto: Arquivos Pessoais
Uma das reportagens que garantiram a classificação de Camila Galvão é “O potencial dos drones na agricultura de Mato Grosso: uma revolução tecnológica em expansão“. Publicada em 02/06/2023, a matéria explora o uso cada vez mais frequente de drones no setor agrícola, evidenciando como essa tecnologia tem revolucionado as práticas de cultivo em Mato Grosso e impulsionado a eficiência produtiva.
O uso de drones tem se destacado como uma ferramenta de monitoramento de grande potencial para a agricultura, especialmente em regiões de grande extensão territorial, como é o caso de Mato Grosso.
Em entrevista dada com exclusividade ao portal Momento MT, Leonardo Tomasi Debona, coordenador técnico na Guimarães Agrícola, representante da GeoAgri DJI Agriculture, a principal fabricante de drones de pulverização do mundo, conta um pouco da sua perspectiva do uso da tecnologia no estado de MT.

A Fundação do Instituto Padre João Peter
remonta ao nascimento do município de
Lucas do Rio Verde. Foto: Arquivo IPJP
Outra reportagem de destaque é “35 anos de Fundação: uma história de apoio à comunidade de Lucas do Rio Verde“. Nessa matéria, publicada em 05/05/2023, Camila Galvão retrata a trajetória de uma fundação que completou três décadas e meia de existência, destacando o importante papel desempenhado pela instituição no apoio e desenvolvimento da comunidade de Lucas do Rio Verde. A reportagem ressalta como o empreendedorismo social pode gerar impactos positivos e transformadores em uma região.
Há 35 anos, um grupo de idealistas, professores, comerciantes e agricultores se uniram para criar uma instituição que apoiasse o desenvolvimento equilibrado da comunidade que hoje é o município de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso. Assim surgiu o Instituto Padre João Peter, fundado por migrantes em 06 de maio de 1988, uma referência em atuação social, ambiental e educativa na região.
Ao completar 35 anos de existência, a instituição reafirma seu compromisso com a comunidade e seu papel de transformação social.

A empresa Miranda Container começou
paralelamente com o negócio de
transportes da família e hoje é a atividade
principal da família Miranda.
Foto: Camila Galvão
A terceira reportagem classificada é intitulada “Miranda Container: inovação, sustentabilidade e versatilidade na construção civil de Mato Grosso para o Brasil“. Publicada em 15/05/2023, essa matéria aborda a história da empresa Miranda Container, que se destaca na construção civil do estado de Mato Grosso por suas práticas inovadoras, sustentáveis e versáteis. A reportagem evidencia como o empreendedorismo aliado à preocupação ambiental pode impulsionar o setor e contribuir para um futuro mais sustentável.
A Miranda Container é uma empresa inovadora que tem se destacado no mercado da construção civil em Mato Grosso e já atende clientes em todo o Brasil. Fundada em 2015 por Michel Britto Miranda em sociedade com seu pai Lauro Miranda Filho, Especialista em Armazéns.
A empresa surgiu com o objetivo de comercializar containers, mas logo expandiu seus negócios para a fabricação de projetos em containers, tornando-se referência em todo o estado. Com sede em Lucas do Rio Verde, uma filial em Campo Novo dos Parecis, e estudos para abrir novas filiais em cidades como Guarantã do Norte, a empresa tem sido bem sucedida em seu ramo antes mesmo de completar sua primeira década.
Camila Galvão é pós-graduada em Gestão Estratégica de Negócios Corporativos pela Unilassalle, é bacharel em Comunicação Social com habilitação em jornalismo e possui Licenciatura em Letras-Alemão pela Unesp. É roteirista do documentário Mel da Floresta-Xingu, desenvolvido nas aldeias indígenas do Xingu com foco na produção de mel.
Essas três reportagens destacam não apenas o talento jornalístico da equipe do portal Momento MT, mas também sua habilidade em trazer à tona temas relevantes e inspiradores relacionados ao empreendedorismo e à inovação. Ao abordar tópicos como tecnologia na agricultura, empreendedorismo social e práticas sustentáveis na construção civil, a jornalista contribui para disseminar conhecimento e inspirar ações positivas no mundo dos negócios.
A participação da jornalista no Prêmio Sebrae de Jornalismo é um reconhecimento de seu compromisso e dedicação em trazer pautas relevantes e impactantes para os leitores do Momento MT.
O Portal Momento MT continua a ser uma fonte confiável e dedicada de informações sobre empreendedorismo e inovação em Mato Grosso, enquanto Camila Galvão inspira outros jornalistas a se esforçarem pela excelência no jornalismo. A participação no Prêmio Sebrae de Jornalismo é um passo importante nessa jornada de reconhecimento e destaque.
Os vencedores nas categorias de jornalismo em texto e fotojornalismo ganharam vouchers para participar da missão Case Startup, em São Paulo (SP), enquanto os vencedores nas categorias áudio e vídeo participarão da missão técnica Festival Rec’N Play, em Recife (PE). Ambas as missões serão realizadas em novembro deste ano.
O 10º Prêmio Sebrae de Jornalismo está dividido em três etapas (estadual, regional e nacional) e abrange quatro categorias: fotojornalismo, jornalismo em vídeo, texto e áudio. Os finalistas da categoria estadual avançam para a etapa regional, que é classificatória. Os selecionados nesta fase participarão da etapa nacional, em Brasília, em novembro, onde concorrerão a celulares e notebooks, além de duas categorias especiais: “Empreendedorismo Social” e o “Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo”.
Mato Grosso
No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência
Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.
A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.
A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.
“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.
Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação
O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.
Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.
“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.
A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).
A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.
No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial
Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.
Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.
“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.
De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.
“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.
SOBRE O DATASENADO
O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)
SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA
Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)
SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)
SOBRE O INSTITUTO NATURA
Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.
SOBRE A GÊNERO E NÚMERO
A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.
Mato Grosso
Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço
Mato Grosso
Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)
No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.
A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.
O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.
Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.
A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.
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