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Prepare-se para concursos com o ciclo de estudos

Leonardo Chucrute
Algumas pessoas desistem de estudar para concursos pela falta de tempo causada pela rotina ou até mesmo a vida corrida. Quando falamos de estudar, temos sempre que envolver a disciplina e o planejamento. Quando nosso dia é organizado, rende-se muito mais. O ciclo de estudos é uma estratégia fundamental para se obter bons resultados.
O ciclo de estudos consiste em priorizar as matérias que têm mais peso em um concurso como também priorizar os assuntos que o aluno tem mais dificuldade. Esse método é considerado prático, porque se adapta ao dia da pessoa, independentemente da rotina. Mas antes de montar o ciclo de estudos, é importante que ter em mente que é um ciclo semanal. Ou seja, se em um dia temos só duas horas para nos dedicarmos aos estudos, durante uma semana temos 14 horas para estudar. Outra vantagem desse método é que pode ser alterado a cada semana, por exemplo, mudando a quantidade de horas, as matérias e até mesmo os assuntos das matérias.
Essa flexibilidade dá a oportunidade de diversificar o aprendizado. Aconselho a usar o método de estudo mesclado. Dessa forma é possível distribuir melhor o conteúdo do concurso que irá prestar e não tem aquela dor de cabeça, caso esqueça de examinar uma matéria.
Para montar o ciclo de estudos é muito importante que se tenha o edital do concurso que vai concorrer em mãos. Assim, é possível saber qual o peso de cada matéria, se ela cai muito ou não e quantas questões cada uma delas têm. E, se alguma informação não tiver no edital, uma dica é que veja em provas anteriores. Faça um quadro, colocando em primeiro lugar as matérias com maior peso e que se tem mais dificuldade. Depois, coloque as matérias de menor peso e que são as mais fáceis.
Após esse processo, distribua os horários. Por exemplo, caso tenha 14 horas na semana para estudar, e o concurso tem oito matérias, faça a divisão de 14 por 8. Logo, vai ter 1h45 de estudo para cada matéria. Os 15 minutos que sobram podem ser usados em outra matéria e no dia seguinte estuda mais 1h30.
Vale ressaltar que ainda é preciso organizar o ciclo de estudos pensando no peso/relevância de cada matéria. Supondo que os pesos são: matérias A e B, têm peso 3. Matérias C, D e E terão peso 2. Já as matérias F, G e H, peso 1. Assim o total de pesos são 15. Portanto, faça a divisão de 14 horas por 15, que terá o total de 56 minutos para cada peso.
Logo, se a matéria “A” tem peso 3, o tempo que vai estudá-la vai ser de 3 vezes 56, dando um total de duas horas e 48 minutos. Observe que ultrapassou o limite de tempo que calculamos. Então, deixe os 48 minutos restantes para o dia seguinte. Seguindo essa estratégia, mantendo o foco e se dedicando, você vai conseguir ter um excelente resultado nas provas.
(*) Leonardo Chucrute é diretor-geral do Colégio e Curso ZeroHum, Professor de matemática, ex-cadete da AFA e autor de livros didáticos.
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Há vagas, há trabalhadores, mas por que eles não se encontram?
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O agro no centro do mundo
Por Paulo Lucion

Paulo Lucion é empresário
Quando o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) nasceu em São Paulo, ele surgiu com uma proposta ousada: aproximar o campo da cidade, conectar tecnologia, inovação, negócios, cultura e pessoas em torno de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do planeta.
Agora, em 2026, damos um passo ainda maior. Pela primeira vez, o festival ultrapassa os limites da capital paulista e escolhe Sorriso para sediar uma edição do evento. E não poderia haver lugar mais simbólico para isso.
Sorriso não é apenas a Capital Nacional do Agronegócio. É uma cidade que representa aquilo que o agro brasileiro tem de mais forte: produtividade, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e capacidade de alimentar o mundo. Aqui, a produção acontece em larga escala, mas também se constrói conhecimento, inovação e desenvolvimento.
Receber o GAFFFF é um reconhecimento da importância que Mato Grosso conquistou no cenário nacional e internacional. Durante muitos anos, o Brasil discutiu o agro olhando para os grandes centros urbanos. Hoje, o mundo quer vir conhecer onde as coisas realmente acontecem.
Entre os dias 23 e 26 de julho, Sorriso será palco de debates sobre segurança alimentar, inovação, tecnologia, sustentabilidade, mercados globais e os desafios que definirão o futuro da produção de alimentos. Teremos mais de uma centena de palestrantes nacionais e internacionais, lideranças empresariais, produtores rurais, investidores, pesquisadores e especialistas compartilhando conhecimento e construindo conexões.
Mas o GAFFFF vai além dos fóruns e painéis técnicos. O grande mérito do festival é mostrar que o agro não pertence apenas a quem produz. O agro está presente na mesa das famílias, na geração de empregos, na indústria, no comércio, na logística, na ciência e na cultura. Por isso, o evento une conteúdo, negócios, gastronomia, entretenimento e esporte em uma experiência que aproxima diferentes públicos.
A expectativa de receber milhares de visitantes durante os quatro dias do evento também representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, comércio, prestadores de serviço e para toda a cadeia econômica do município e da região.
O GAFFFF também é uma vitrine para mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade produtiva de Mato Grosso, a força do agronegócio brasileiro e o potencial de uma região que continua crescendo, inovando e liderando transformações.
Como presidente de honra desta edição, vejo a realização do festival em Sorriso como um marco histórico. Estamos trazendo para o coração do agro mundial um evento que discute o futuro da humanidade por meio da produção de alimentos. Uma ponte entre Mato Grosso e a Faria Lima, pois a outra edição do GAFFFF será nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. A escolha das praças não é casual. Sorriso representa o centro da produção agrícola brasileira. São Paulo, por sua vez, concentra capital, grandes empresas, investidores e tomadores de decisão.
O mundo estará olhando para Sorriso. E Sorriso está pronta para receber o mundo.
Paulo Lucion é empresário, presidente de Honra do GAFFFF Sorriso e CEO da Nutribras Alimentos
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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

O que a ciência mostra :
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
Envelhecer bem ,exige preservar força
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