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Rodovia do Peixe não tem contrato e previsão de manutenção com empreiteiras das vias precárias

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O deputado estadual Delegado Claudinei obteve informações junto à Secretaria de Infraestrutura de Mato Grosso

Deputado com o vice-presidente da Associação da Rodovia da Peixe na via precária da MT-471

Com fortes chuvas em Rondonópolis, a MT-471 que é conhecida como Rodovia do Peixe, nesta quarta-feira (22), ficou interditada por quase quatro horas, devido à situação precária na via do KM 1, em frente ao Ecoponto, que levou carros pequenos ficarem atolados e impedido a trafegabilidade de outros veículos. Essa área foi alertada pelo deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) ao governo de Mato Grosso para as devidas providências, no último sábado (18), juntamente com o vice-presidente da Associação da Rodovia da Peixe (ACERP), Luiz Carlos Trassatte.

Além de fazer cobranças incessantes, o parlamentar que é vice-presidente da Comissão de Infraestrutura Urbana e de Transportes da Assembleia Legislativa, fiscaliza as principais vias que necessitam de atenção por parte do Estado. “Novamente na MT-471, na Rodovia do Peixe, onde temos pessoas que trabalham, possuem ranchos e buscam lazer. Uma das principais rodovias aqui da região que favorece o turismo. E a gente vem aqui, duas ou três vezes por ano. Na verdade, já perdi as contas. E, infelizmente, há um descaso do governador com a população de Rondonópolis. Ele precisa vir aqui e escutá-los”, diz.

Interdição

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Segundo Claudinei, o trecho que causou a paralisação da passagem de veículos na Rodovia do Peixe foi arrumado há cerca de dois meses pela Secretaria de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra) de forma paliativa. “O governo estadual sempre fazendo o paliativo. Mais uma obra precária gerida pelo governo do Estado. Mais um descaso na questão de infraestrutura com Rondonópolis”, declarou.

Ele informou que, no dia 16 de dezembro, buscou informações junto à Sinfra sobre a recuperação da malha viária e a resposta que obteve foi que não há previsão para a realização de obras no local. “Agora, não tem previsão nem para o paliativo. Não tem licitação, não tem contrato de manutenção. Quer dizer, a gente não sabe se vai arrumar esse mês ou nos próximos do ano que vem. Uma porcaria de obra do Estado. O governador é bom para fazer propaganda e fazer média com os seus parceiros e políticos que o apoiam. Ele gastou, este ano, quase R$ 50 milhões em propaganda. Uma rodovia importante dessa e a gente mais uma vez, nesse sofrimento com a população”, queixa o deputado.

Situação

De acordo com Luiz, após essa situação caótica com a malha viária danificada na MT-471, os veículos estão passando, um por vez, em uma distância de 50 metros do Ecoponto, no sentido da cidade à Rodovia. Ele acompanha todos os casos enfrentados por moradores e usuários da via e conta que o prefeito de Rondonópolis, José do Carlos (SD), contribuiu para a piora da Rodovia do Peixe. “O nosso prefeito fez o favor de resolver um problema para ele e criar dois problemas para nós, moradores da Rodovia do Peixe. Ele desviou toda a água fluvial do distrito industrial, na entrada do Magnólia, para desembocar tudo aqui, quando a chuva é forte”, reclama.

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Ele acrescenta que essa situação impede a passagem de carro com a força da água. “Desce pedra, pneus, pedaços de galhos, desce de tudo. É muita sujeira! Então, é o município sujando o Estado e o Estado não fazendo nada, para variar. O deputado Claudinei sempre esteve com a gente aqui. Essa nova gestão estadual tenta arrumar esses 600 metros de asfalto e não conseguem. Cada vez é pior, pois vem uma empreiteira e contrato diferente. Lá não tem dinheiro para gastar aqui. Uma parte do dinheiro voou e não se sabe para onde foi”, concluiu o presidente da ACERP.

Sinfra – Uma das justificativas da Secretaria foi que a pasta está sem contrato para manutenção, pois ainda não foi licitado, com previsão para o início de 2022. Também, informou que havia uma empreiteira contratada para a realização dos atendimentos na via, mas que a parceria foi finalizada.

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Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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