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Política MT

Russi cobra soluções para atendimentos suspensos em Regional e Santa Casa de Rondonópolis

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Labiga afirmou que o Hospital Regional de Rondonópolis está, desde 2017, sem atendimento nas áreas de oftalmologia, urologia, vascular, cirurgia plástica, otorrino, hematologia, tomografia, endoscopia e raio-X.

Foto: JOSÉ MARQUES

Após receber a informação de que os hospitais Santa Casa e Regional de Rondonópolis suspenderam atendimentos em algumas áreas de especialidades médicas, o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), cobrou providencias do governo do estado, durante a sessão plenária dessa terça-feira (9). Essa suspensão estaria afetando os municípios atendidos pelas unidades, conforme informou o vereador de Paranatinga, Josevaine Silva de Souza (PSB), o Labiga.

Labiga afirmou que o Hospital Regional de Rondonópolis está, desde 2017, sem atendimento nas áreas de oftalmologia, urologia, vascular, cirurgia plástica, otorrino, hematologia, tomografia, endoscopia e raio-X.

 “Falo em nome de toda região sul que passa pela mesma dificuldade que Paranatinga. É muito difícil conseguir uma transferência direta do Municipal para o Regional. A população dessa região está sofrendo com essas dificuldades que vem acontecendo”, alertou.

O Hospital Regional é credenciado a atendimentos de média e alta complexidade em saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e dá assistência para 19 municípios de toda a região sul mato-grossense.

No caso da Santa Casa, as suspensões se estenderam as áreas de ginecologia, oncologia, cardiologia de alta capacidade, UTI neonatal, UTI geral e UTI cardiológica. Para o vereador, algo que agrava ainda mais a situação de pacientes do interior que precisam de atendimento.

Veja Mais:  Projeto regulamenta o uso de veículos aéreos não tripulados pelos órgãos de segurança

“Estamos aguardando que o governo venha colocar essas especialidades para funcionar. Como vereador do município, sei que a grande maioria são pessoas carentes, que precisam e dependem do SUS”, complementou.

No uso da tribuna, o deputado Max Russi se posicionou quanto a essas situações, fez cobranças e se propôs a acompanhar todos os encaminhamentos.

“Essas são preocupações constantes e tenho a informação de que a bancada federal já disponibiliza recursos, para que esses problemas possam ser amenizados. Estarei acompanhando e cobrando, para que possamos nos unir por essas causas”, assegurou.

Além de Rondonópolis, os municípios assistidos pelos hospitais são: Rondonópolis, Alto Garças, Alto Araguaia, Alto Taquari, Araguainha, Campo Verde, Dom Aquino, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Paranatinga, Pedra Preta, Poxoreo, Primavera do Leste, Santo Antonio do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa e Tesouro.

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Política MT

Ulysses Moraes fiscaliza Hospital Municipal de Barra do Bugres

Publicado


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Foto: Fernanda Elisa Trindade / Assessoria de Gabinete

Na tarde de quinta-feira (4), o deputado Ulysses Moraes realizou uma fiscalização no Hospital Municipal de Barra do Bugres.  A cidade registrou no último sábado (30) um caso de Covid-19, mas o paciente teve que ser transferido para Cuiabá, porque não existe estrutura adequada para o tratamento do coronavírus na unidade hospitalar. E vale destacar que o deputado está percorrendo os municípios de Mato Grosso com objetivo de acompanhar como estão sendo aplicados os recursos para o combate a essa pandemia.

“O Hospital em Barra do Bugres é antigo e com estruturas bem precárias. No local não tem leitos de Unidades de Terapias Intensivas (UTI) e nem Semi Leitos, os pacientes precisam ser encaminhados para Cuiabá. Está bem crítica a situação”, disse Moraes.

Como o Hospital Municipal de Barra do Bugres só possui enfermarias reservadas para a doença, o último paciente com coronavírus confirmado teve que ser encaminhado para Cuiabá.

“Isso é bem preocupante, porque deu para notar que a cidade não tem a mínima estrutura para combater essa doença, não existem equipamentos adequados e isso acaba refletindo negativamente nas condições de trabalho dos profissionais da saúde daquela Unidade Hospitalar”, acrescentou o parlamentar.

Mas, a atual administração do Hospital informou que os materiais essenciais e que os equipamentos já foram solicitados a Secretaria de Saúde do Estado.

Veja Mais:  Projeto regulamenta o uso de veículos aéreos não tripulados pelos órgãos de segurança

É importante ainda ressaltar que tudo o que está sendo verificado nessas fiscalizações se resultará em um relatório. E a partir de então, encaminhado aos Órgãos Estaduais responsáveis para tomar as devidas providências. Além disso, o deputado está percorrendo os hospitais do Estado para investigar e garantir melhorias para os profissionais da saúde.

“Por isso, se você é um profissional da saúde e tem denúncias sobre a Saúde do seu município, pode nos avisar tudo. A ideia é realmente fazer um levantamento de como estão sendo aplicados os recursos ao combate do Covid-19 em Mato Grosso”, garantiu o deputado.

Fonte: ALMT

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Política MT

Projeto regulamenta o uso de veículos aéreos não tripulados pelos órgãos de segurança

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Deputado Elizeu Nascimento (DC) é o autor do projeto de lei nº 512/2020 que disciplina o uso de veículos aéreos não tripulados (Vants), também conhecidos como drones. Tecnologia que poderá ser utilizado nas ações policiais e no monitoramento ambiental, de trânsito e de fronteiras.

A propositura propõe que órgãos da segurança pública deverão optar pela utilização dos Vants capazes de armazenar e transmitir imagens nas funções de investigação e de policiamento ostensivo, desde que respeitadas a vida, a integridade física, a intimidade, a privacidade e a imagem das pessoas.

Conforme com a proposta, os cursos de formação e capacitação dos agentes de segurança pública deverão incluir conteúdo programático que os habilite a operar Vants. O projeto também prevê que órgãos de segurança pública definam a quantidade e a qualidade adequadas de Vants para o cumprimento de suas missões.

O texto determina ainda que a o uso de Vants seja regulamentado pela autoridade de telecomunicações, pela autoridade de aviação civil e pela autoridade aeronáutica.

O parlamentar autor da proposta, Elizeu Nascimento, defende que o equipamento é uma valiosa ferramenta de que os órgãos de segurança pública podem dispor tanto na investigação, como no patrulhamento.

“Em várias situações, como na atuação de inteligência policial, no monitoramento ambiental, de trânsito ou de fronteiras, no apoio de alvos e no suporte a operações policiais, esses dispositivos podem permitir a visualização remota de áreas muito perigosas, extensas ou de difícil acesso, substituindo os helicópteros ou a presença física de policiais, de modo mais barato, rápido e seguro”, afirmou Nascimento.

Veja Mais:  Elizeu Nascimento quer que governo divulgue a quantidade de medicamentos disponíveis na farmácia pública

Fonte: ALMT

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Projeto de Lei visa o uso de Veículos Aéreos Não Tripulados pelos órgãos de Segurança Pública

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Deputado Elizeu Nascimento (DC) é o autor do projeto de lei nº 512/2020 que disciplina o uso de veículos aéreos não tripulados (Vants), também conhecidos como drones. Tecnologia que poderá ser utilizado nas ações policiais e no monitoramento ambiental, de trânsito e de fronteiras.

A propositura propõe que órgãos da segurança pública deverão optar pela utilização dos Vants capazes de armazenar e transmitir imagens nas funções de investigação e de policiamento ostensivo, desde que respeitadas a vida, a integridade física, a intimidade, a privacidade e a imagem das pessoas.

Conforme com a proposta, os cursos de formação e capacitação dos agentes de segurança pública deverão incluir conteúdo programático que os habilite a operar Vants. O projeto também prevê que órgãos de segurança pública definam a quantidade e a qualidade adequadas de Vants para o cumprimento de suas missões.

O texto determina ainda que a o uso de Vants seja regulamentado pela autoridade de telecomunicações, pela autoridade de aviação civil e pela autoridade aeronáutica.

O parlamentar autor da proposta, Elizeu Nascimento, defende que o equipamento é uma valiosa ferramenta de que os órgãos de segurança pública podem dispor tanto na investigação, como no patrulhamento.

“Em várias situações, como na atuação de inteligência policial, no monitoramento ambiental, de trânsito ou de fronteiras, no apoio de alvos e no suporte a operações policiais, esses dispositivos podem permitir a visualização remota de áreas muito perigosas, extensas ou de difícil acesso, substituindo os helicópteros ou a presença física de policiais, de modo mais barato, rápido e seguro”, afirmou Nascimento.

Veja Mais:  Projeto de Lei visa o uso de Veículos Aéreos Não Tripulados pelos órgãos de Segurança Pública

Fonte: ALMT

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