Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política MT

Sem nomeações, deputados cobram prorrogação do concurso da Secitec

Publicado

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Depois de um ano de vigência e sem nenhum nomeado, o concurso da Secretaria de Estado Ciência e Tecnologia (Secitec) para ocupação de 162 vagas, realizado em 2018, perdeu a validade no último dia 11 de junho. Diante da situação, diversos deputados estaduais cobraram a prorrogação do concurso, durante reunião com o secretário Nilton Borgatto, na tarde de terça-feira (18). Borgatto esteve na Assembleia Legislativa atendendo a convocação feita pelo deputado Lúdio Cabral (PT).

“Há uma escolha política do atual governo de não nomear os concursados e não levar adiante a política pública do ensino médio integrado ao técnico. É uma pena. Deveria haver uma política de Estado para formar jovens para o mercado de trabalho. Se não houver prorrogação, cada aprovado nesse concurso vai entrar com mandado de segurança para ser nomeado, pois há um direito adquirido”, afirmou Lúdio.

O secretário disse que o governo não tem planos de prorrogar o concurso. Borgatto informou, ainda, que a intenção é nomear apenas 16 pessoas, dentre os 162 aprovados. “Estamos renovando alguns contratos temporários. A demanda de alguns cursos é sazonal”, justificou Borgatto.

“Na Secitec, os contratados são mais que o dobro dos aprovados. Eu não estou pedindo nenhuma indicação, eu estudei e passei em um concurso”, disse um dos professores aprovados no concurso, Franthyesco Gimenes Moralis, durante a reunião.

Veja Mais:  Projeto Raízes que Libertam incentiva doação de livros na Assembleia Legislativa

Outro aprovado, André Covari, destacou que existem apenas 86 servidores efetivos na Secitec. “O que era exceção, a contratação temporária, virou regra”, afirmou. Ele defendeu o investimento no ensino técnico. “O ensino gera inovação, que gera conhecimento, e torna a nação mais desenvolvida”, disse.

O concurso foi realizado em 2018 atendendo a uma decisão judicial, em uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) em 2011. O objetivo do certame era preencher vagas já existentes nas escolas técnicas estaduais e outras que seriam abertas com a conclusão de obras de novas escolas.

O deputado Dr. João José (MDB) também cobrou prorrogação da validade do concurso. “Em um país pobre como o nosso, escola técnica é fundamental. O governo deveria prorrogar o concurso por mais um ano para fazer um estudo de quantas pessoas ainda podem ser nomeadas”, sugeriu.

“Se há previsão legal, nada mais justo que prorrogar o concurso e chamar mais alguns aprovados”, defendeu o deputado Ulysses Moraes (DC). Também participaram da reunião os deputados Valmir Moretto (PRB), Thiago Silva (MDB), Elizeu Nascimento (DC) e a deputada Janaina Riva (MDB).

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

Publicado

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

Veja Mais:  Deputados aprovam projeto que incentiva a doação de sangue em Mato Grosso

O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

Continue lendo

Política MT

Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Publicado

Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

Veja Mais:  População da Vila Operária quer Batalhão ou Companhia da PM instalada na região

A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

Continue lendo

Política MT

Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Publicado

Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

Veja Mais:  Deputados aprovam projeto que incentiva a doação de sangue em Mato Grosso
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana