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Servidores da TVAL destacam trabalho participativo desde sua criação

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Criada com o objetivo de aproximar o Poder Legislativo da população, a TV Assembleia começou a funcionar em caráter experimental no dia 17 de outubro de 2001, para dar mais transparência aos trabalhos parlamentares, e fixou raízes definitivamente dois meses depois. Mais conhecida pela sua sigla TVAL, trata-se de uma emissora pública de televisão brasileira com sede em Cuiabá, Estado de Mato Grosso, pertencente à Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Para o superintendente da TVAL, jornalista Jaime Neto, a criação da TV para Mato Grosso foi fundamental para mostrar os trabalhos legislativos, principalmente as transmissões ao vivo das sessões, audiências públicas e comissões.

“É primordial dizer a importância que uma TV pública legislativa tem para o estado, que tem por objetivo conferir transparência para que o cidadão tenha informação sobre o que acontece dentro do parlamento. Por exemplo: imagine a população inteira de Mato Grosso sem ter nenhum acesso àquilo que vai decidir a vida dela. É muito ruim”, frisou Neto.

Segundo o superintendente, grande parte da população só obtém informação política e conhecimento das atividades de seu representante por intermédio de veículos de comunicação de massa, principalmente a TV.

“Com mais divulgação, os temas poderão ser compreendidos pela população em geral e isso traz mais informações à sociedade, porque todas as decisões passam pela Assembleia Legislativa. Hoje você tem uma televisão que confere ao cidadão essas informações. O grande objeto da TV é transferir os atos do legislativo levando as informações ao cidadão”, comentou Neto.

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O servidor Adriângelo Antunes, que em 2001 ocupava o cargo de secretário de Comunicação da Assembleia Legislativa, a criação da TV Assembleia pode ser classificada como marco histórica para a classe política mato-grossense e, sobretudo, para a população em geral.

“Entendo que a TV Assembleia é um instrumento fundamental na missão de divulgar o trabalho da Assembleia Legislativa na governabilidade do estado, com as transmissões das atividades de sessões e audiências públicas ao vivo e comissões. O objetivo principal é dar mais transparência ao real papel do Parlamento, porque naquela época havia muita dificuldade em divulgar os trabalhos”, explicou Antunes.

Antunes lembra que, naquela ocasião, quando a Mesa Diretora decidiu pela criação da TVAL, foi implantada uma comissão para fazer os estudos voltados à montagem da estrutura.

“Coube a mim a parte conceitual da questão dos programas. Tudo isso foi programado com visitas técnicas à Câmara dos Deputados, Senado Federal, TV Assembleia de Goiás e de Minas Gerais. A partir disso, fomos criando convênios com o Sesc e secretarias estaduais e municipais”, explicou Antunes.

Para o diretor de imagens Arnaldo Pereira Campos, a TV Assembleia mostra a história do Poder Legislativo; ela iniciou uma nova história onde a sociedade pode acompanhar o trabalho dos deputados durante as sessões, comissões e audiências públicas.

“Foi um marco e, a partir disso, toda a população pôde participar dos momentos em que os deputados estão discutindo e votando projetos importantes. Entendo que a TV Assembleia não fica restrita aos limites físicos do Poder Legislativo, ela divulga também o nosso Estado, nossa cultura e nossa realidade”, destacou Campos.

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De acordo com o repórter cinematográfico Eudes Vanderlon da Silva, conhecido por Maguila, o início foi considerado "bastante difícil" pela falta de equipamentos e infraestrutura mas, com esforço de toda a equipe daquela época, a TV se consolidou no cenário mato-grossense.

“Com ela, os cidadãos podem acompanhar de casa, ao vivo, todos os fatos que ocorrem na Assembleia. Recordo que naquela época, a TV deu um passo significativo para o avanço da participação popular e transparência do poder”, ressaltou Maguila.

Maximino Pereira da Cruz, o Max, o primeiro de todo o quadro administrativo da área cinematográfica da unidade, relembra a importância da criação da TV Assembleia.

“Nós procuramos mostrar o trabalho dos deputados para a sociedade conhecer como funciona o Parlamento. Acredito que o grande vitorioso é o cidadão, a sociedade e os segmentos sociais que recebem as informações de dentro da Assembleia”, avalia Max.

Fazendo parte do grupo de cinegrafistas da TV desde a sua instalação, Reinaldo Dias de Souza reforça a opinião de Maguila. Ele disse que o começo foi árduo, além da falta de estrutura, o espaço era muito pequeno para trabalhar e havia poucos equipamentos, de forma que os funcionários precisavam se revezar no dia a dia.

“Vencemos tudo isso mostrando o valor do trabalho dos profissionais que ali estavam. Porém, depois que os próprios deputados viram a importância da TVAL para os mato-grossenses, foram investindo em melhorias na emissora, com a aquisição de novos aparelhos”, disse ele.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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