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Cláudio Ferreira faz balanço de primeiro ano de mandato e destaca CNH Social e ações na área da saúde

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Deputado comemora destinação de recursos para Santa Casa de Rondonópolis e duas leis sancionadas

Foto- Assessoria

Perto de completar o seu primeiro ano de mandato como deputado estadual, Cláudio Ferreira (PL) fez um balanço de suas ações parlamentares em 2023 e destacou conquistas como a Lei da CNH Social, sancionada pelo Governo do Estado. Em sua avaliação, apesar de desafiadora, a jornada dentro do legislativo gerou resultados positivos para o povo mato-grossense.

A Lei nº 12.286 cria a CNH Social no estado e permitirá que cidadãos de baixa renda tenham acesso à primeira Carteira Nacional de Habilitação de forma 100% gratuita, sendo isentos das taxas e outros pagamentos necessários.

“A CNH Social é um marco para o Estado de Mato Grosso. É comum que durante as campanhas vejamos muitas promessas que não são prováveis de serem cumpridas, no entanto a CNH Social não foi apenas uma promessa, mas um compromisso nosso, que hoje se torna realidade, trazendo a garantia de maiores oportunidades ao povo mato-grossense”, disse Cláudio Ferreira, que é pré-candidato a prefeito de Rondonópolis.

Nas ações viabilizadas junto ao governo, o deputado destacou a entrega de ares-condicionados à Escola Estadual Daniel Martins Moura por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEDUC) e a viabilização de R$ 5 milhões para a Santa Casa de Misericórdia do município para a compra da primeira ressonância magnética no SUS de Rondonópolis e reformas estruturais da unidade. O parlamentar também lembrou dos recursos viabilizados junto à bancada federal do PL com os deputados José Medeiros (PL) e Abilio Brunini (PL).

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“Desde que assumi o mandato como deputado o meu foco e da minha equipe foi trabalhar pelas demandas que realmente causam impacto na vida da população, como a saúde e questões sociais. Mesmo sem emendas, quando surgiu a oportunidade de articular o envio de recursos, decidi que todo nosso crédito junto ao Governo seria destinado à Santa Casa de Rondonópolis, tendo em vista a alta demanda na cidade e os contingenciamentos da Prefeitura na saúde do município”, declarou o parlamentar.

Em parceria com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Cláudio Paisagista, como é conhecido, também levou a Rondonópolis a unidade móvel Sesc Saúde Mulher, que ofereceu exames médicos gratuitos de mamografia e papanicolau para mulheres do município e de toda a Região Sul. Foram quase 3 mil atendimentos por meio da ação.

Dos projetos apresentados pelo deputado estadual, que agora também já se tornou a lei n° 12.348/2023, está a criação da Política Estadual de Incentivo do Crédito Jovem Empreendedor, que visa promover e apoiar o empreendedorismo jovem em Mato Grosso por meio de capacitação de alta qualidade e crédito para investimento em micro e pequenas empresas.

No primeiro ano de mandato, Cláudio Ferreira também apresentou quase mil propostas legislativas, entre elas indicações evidenciando as necessidades da população, como a reforma de escolas, construção de pontes e centros esportivos, aquisição de ambulâncias e outros equipamentos, implantação de projetos que geram resultados positivos na vida dos cidadãos, entre outras medidas.

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Além da atuação em comissões da Assembleia Legistiva, o deputado também coordenou algumas iniciativas como as instalações da Frente Parlamentar de Combate ao Aborto “Pró-Vida”, que realizou reuniões e discussões sobre a ampliação de políticas públicas em apoio às mães em situação de vulnerabilidade econômica e da Frente Parlamentar da Familia, com o objetivo de debater e efetivar propostas sobre o tema em Mato Grosso.

Cláudio Paisagista também atuou na cobrança da melhora do serviço prestado pela empresa Energisa. Após constantes quedas e oscilações em diversos municípios do estado, o deputado chegou a realizar uma Audiência Pública sobre o tema, ouvindo a população e exigindo maiores investimentos em relação à estrutura e fornecimento de energia nas cidades mato-grossenses. Em resposta ao parlamentar a empresa se comprometeu em realizar um plano de ação para melhoria do serviço.

O deputado reforçou seu compromisso em trabalhar em 2024 pelas questões que são prioridades para a população, como saúde, educação, segurança e desenvolvimento.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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