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Simone Gutierrez dá detalhes do que faz para manter o peso após eliminar 46 kg

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A atriz Simone Gutierrez, de 42 anos, ganhou os holofotes após protagonizar o musical “Hairspray”, em 2009, pois todos queriam saber quem era aquela “gordinha” que dançava, cantava e atuava. Com a rotina agitada dos palcos e das novelas, acabou engordando muito. Com quase 100 kg, ela descobriu dois cistos na tiroide e o medo disso afetar sua carreira fez com que ela mudasse o estilo de vida, perdesse 46 kg e descobrisse como manter o peso de forma saudável.


Simone Gutierrez conta ao Delas que seu processo de emagrecimento não foi rápido e isso ajudou a manter o peso
Arquivo pessoal

Simone Gutierrez conta ao Delas que seu processo de emagrecimento não foi rápido e isso ajudou a manter o peso


Em um bate-papo com o Delas
, Simone Gutierrez, que está em cartaz com a comédia musical “Lisa, Liza e Eu” e no elenco de “Órfãos da Terra”, próxima novela das 18h da Globo, conta que sofreu muito com o efeito sanfona e sempre tentou de tudo para emagrecer. Ela até conseguia eliminar uns quilos com dietas da moda e remédios, mas não conseguia manter o peso
. “Eu geralmente engordava ou emagrecia para um trabalho, pois tinha essa facilidade”, afirma.

Em 2008, Simone fazia um espetáculo da Disney em que era exigido que a atriz fosse magra, mas, como possuía o rótulo de “gordinha” nos bastidores dos musicais, um dos produtores do “Hairspray” foi atrás dela antes das audições. “Ele foi me assistir e disse que se eu fizesse os testes os produtores lá de fora não iam me escolher porque eu era muito magra. Olha como é vida do artista, tive que emagrecer para um trabalho e engordar para tentar outro.”


Olha como é vida do artista, tive que emagrecer para um trabalho e engordar para tentar outro

Determinada a conseguir o papel da Tracy, ela engordou 25 kg só para poder fazer o teste  e todo esse esforço deu certo, já que ela passou e fez grande sucesso. Logo, Simone ingressou nas novelas na Globo e após “Cheias de Charme” ficou totalmente desregrada na alimentação e isso se refletiu na balança. “Cheguei a 98 kg e eu tenho só um metro e meio, é muito peso para uma pessoa do meu tamanho”, afirma.

Estar acima do peso não era um problema para a atriz porque ela tinha ficado famosa justamente por conta disso. “Eu era super bem resolvida, namorava todo mundo, não tinha problema em usar biquíni, eu sou bem leonina (risos). Claro que nos dias ruins eu colocava a culpa nessa minha fraqueza: ‘ai, eu não consegui isso porque eu sou gorda’. Mas, no geral, eu não tinha problema com a gordura porque eu estava sempre trabalhando”, comenta.


Simone ficou famosa por fazer a Tracy no musical
Reprodução/Instagram

Simone ficou famosa por fazer a Tracy no musical “Hairspray” e 10 anos depois ela mostra como emagreceu

O grande problema é que o excesso de peso estava comprometendo a disposição da atriz e ela não estava conseguindo fazer uma das coisas que mais ama na vida: dançar. “Quando eu tinha aula de jazz parava o que eu estava fazendo para ir para aula, mas chegou uma época que eu não tinha vontade, eu me sentia muito cansada”, lembra Simone que, nessa época, resolveu ir ao médico e foi aí que descobriu os cistos na tiroide.

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A médica foi bem clara e disse que ou ela emagrecia ou teria que operar. A atriz, que morre de medo de cirurgia, sabia que o procedimento mexeria nas suas cordas vocais e ficou com medo de não poder mais cantar. Com a carreira ameaçada, Simone decidiu que iria emagrecer de forma saudável e encontrar uma forma de manter o peso.  


Eu cheguei a tomar remédios de tarja preta que conseguia sem receita com a amiga, isso me acelerava demais

Para isso, ela sabia que precisaria da ajuda de um especialista porque já tinha tentado várias coisas para perder peso
e nada havia funcionado no longo prazo.

“Já fiz tantas dietas malucas. A pior de todas era uma que durante seis dias da semana eu só podia me alimentar de uma mistura de um litro água, seis ovos, seis laranjas espremidas, uma colher de azeite e quatro colheres de leite em pó. Só tomava isso a semana inteira e no domingo podia comer o que eu quisesse.”

Quando finalmente chegava o domingo, Simone lembra que queria comer tudo o que via pela frente. “Antes das dietas, eu cheguei a tomar remédios de tarja preta que conseguia sem receita com a amiga, isso me acelerava demais, fazia três aulas de jazz seguidas e não cansava. Fazia de tudo para emagrecer porque eu não podia ser a bailarina gorda”, diz a atriz que começou no ballet ainda na infância.

Como foi o processo de emagrecimento


Simone chegou a pesar 98 kg e percebeu que precisava emagrecer e manter o peso para continuar trabalhando
Arquivo pessoal

Simone chegou a pesar 98 kg e percebeu que precisava emagrecer e manter o peso para continuar trabalhando


Cansada de buscar métodos milagrosos, a atriz resolveu procurar uma endocrinologista e foi então que tudo mudou. “Na primeira consulta, eu já disse para a doutora que se ela falasse que eu não podia comer tal coisa eu ia querer, mesmo se eu não gostasse, porque eu sou igual criança (risos). Ela foi genial, bem didática comigo. Eu não sou ninguém, por exemplo, se acordo de manhã e não como um pão francês com manteiga molhado no café, se cortar isso da dieta eu já começo odiar aí”, enfatiza.

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A especialista ouviu tudo o que Simone tinha para falar e perguntou se ela queria emagrecer comendo de tudo. “Falei que esse que era meu sonho porque as dietas são sempre muito restritivas e eu acabava me boicotando, comendo escondido. Lembro que antes eu ia meio que escondida na geladeira pegar algo para comer, mas eu moro sozinha, olha que louco. Mudar minha cabeça foi 80% do sucesso do meu emagrecimento”, comenta.


Mudar minha cabeça foi 80% do sucesso do meu emagrecimento

Para continuar comendo de tudo, a médica disse que Simone deveria colocar a comida no prato e só comer a metade daquilo e guardar a outra metade para o jantar. E, quando sentisse que aquela metade estava deixando ela satisfeita, teria que passar a comer a metade daquela metade. “Eu percebi que não comia muito durante o dia, mas comia demais nas principais refeições.”

A conversa com a médica deixou Simone bem à vontade porque a profissional foi dando opções e não impondo as coisas. “Foi tudo ao meu critério. Ela perguntava o que gostava de comer e ia me dando dicas. O legal é que eu comecei a me interessar por coisas mais saudáveis, comecei a ler muito sobre o assunto, procurava receitas para não enjoar de nada e passei a levar de casa coisas para comer durante o dia”, diz a atriz que costumava abusar quando fazia lanchinhos durante o dia.  

Além de diminuir a quantidade de comida, a endocrinologista pediu para a atriz fazer uma hora e meia de exercício por dia. Como Simone tentou fazer academia e não gostou, ela resolveu buscar alternativas para não deixar de se exercitar como fazer aulas de dança, caminhar no parque, comprar uma esteira e procurar uma personal trainer para aprender a fazer os exercícios em casa.

O segredo para manter o peso


Para Simone, é preciso mudar a cabeça para poder manter o peso de forma saudável, tornando isso um estilo de vida
Arquivo pessoal

Para Simone, é preciso mudar a cabeça para poder manter o peso de forma saudável, tornando isso um estilo de vida

Todo esse processo fez com que a cabeça de Simone mudasse e, segundo ela, esse é o segredo para conseguir emagrecer e manter o peso. “Hoje meu paladar é outro, eu mal consigo tomar uma Coca-Cola, por exemplo, e antes eu tomava no café da manhã. Também não sou mais fã de fast food, eu comia muito, agora eu não gosto nem sentir o cheiro. Claro que se tenho vontade eu consumo essas coisas e se estou em uma festa não deixo de comer, a diferença é que agora tenho mais consciência”, garante.

Simone deixou de encarar o emagrecimento como uma obrigação, e isso foi fundamental para ela perder peso.

“Esse processo de emagrecimento foi o único que deu certo porque eu não me cobrava tanto quanto os outros. Não foi algo rápido, demorei dois anos e meio para isso e, nesse tempo, eu fui me conhecendo para conseguir manter o peso sem me torturar. Por isso, sempre deixo claro que o que funcionar para mim para mim pode não funcionar para a outra pessoa.”

Conseguindo perder 46 kg, a atriz passou a receber inúmeras mensagens no Instagram de pessoas pedindo sua ajuda. “As pessoas ainda me procuram querendo uma fórmula mágica, e isso não existe. É preciso de acompanhamento médico e no meu caso, por exemplo, se eu não tivesse tratado os cistos com medicamento, eu não ia conseguir emagrecer porque meu metabolismo estava péssimo, seu eu comia uma alface eu engordava. Era um problema hormonal”, explica.


Manter o peso para a atriz passou a ser simples porque ela consegue entender como ela funciona
Arquivo pessoal

Manter o peso para a atriz passou a ser simples porque ela consegue entender como ela funciona

Para tentar ajudar um grande número de pessoas, Simone resolveu criar o “Comer, malhar e amar”, um canal no YouTube em que ela, sua endocrinologista e sua personal trainer dão dicas de como emagrecer de forma saudável.

Elas ensinam receitas e respondem as principais dúvidas dos seguidores. O intuito da atriz com esse projeto é mostrar os benefícios de adotar um estilo de vida saudável deixando claro que o principal é a saúde e não a aparência.

“Fui chamada de gordofóbica quando perdi peso, disseram que eu emagreci porque não gosto de gente gorda, mas faço questão de ressaltar que foi por um problema de saúde. Não foi algo estético, foi algo clínico”, afirma Simone Gutierrez
.

Ela continua: “Eu perdi emprego porque estava magra e achei isso muito engraçado porque sempre perdi emprego por estar gorda. Também falaram que eu ia perder a graça se emagrecesse, mas se eu não pudesse mais cantar e dançar por conta do peso, como eu ficaria? Seria ruim para quem?”, indaga.


Eu perdi emprego porque estava magra e achei isso muito engraçado porque sempre perdi emprego por estar gorda

Depois que emagreceu, Simone passou a sentir menos dores no corpo e a ter mais disposição. “Eu sempre amei meu trabalho, mas quando fazia ‘Hairspray’, por exemplo, sentia dores no joelho e dor muscular, agora não”, conta a atriz que vem mantendo o peso.

“Faz dois anos que eu não engordo, claro que tem umas oscilações, mas se eu ganho peso é fácil de perder porque eu tenho hábitos saudáveis. Cuido da alimentação, faço exercício, medito e tudo se encaixa na minha rotina porque eu me organizei.”

Por fim, Simone diz que se sente muito orgulhosa de tudo o que ela passou a fazer por ela mesma para manter o peso
. “Eu fazia muito mais pelos outros e pelo trabalho, achava que a felicidade estava nisso. Aprendi que status é ter saúde e não ter coisas materiais e dinheiro. Eu me sinto mais livre em todos os sentidos porque ser bem sucedida para mim é ter saúde e isso, agora, eu tenho.”

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Cardiologista alerta sobre risco de infartos durante jogos da copa

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Brasilienses assistem jogo entre Brasil x Sérvia em bares da capital federal/

O futebol é conhecido por aflorar as emoções dos brasileiros, principalmente em época de Copa do Mundo. Neste período, para pessoas que têm predisposição a doenças cardíacas é preciso ter cuidado para não sobrecarregar o coração.

Um estudo recente, realizado pela Universidade de São Paulo (USP), apontou que o número de infartos aumenta entre 4% a 8% durante partidas de futebol da Seleção Brasileira. A pesquisa foi realizada utilizando dados obtidos nos torneios entre 1998 e 2010, com o objetivo de analisar a saúde dos torcedores. O estudo – publicado na revista científica Arquivos Brasileiros de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) – comparou a incidência de infartos durante os jogos e em períodos de normalidade, levando em conta pessoas com mais de 35 anos.

O cardiologista chefe da Clínica PrimeCor, Francisco Pupo, explica que o infarto do miocárdio ocorre quando inúmeras células que ficam na região do coração morrem por conta da formação de um coágulo que interrompe o fluxo sanguíneo. Como consequência, as artérias entopem e dificultam a oxigenação no órgão.

“A explicação para o estudo é que durante os momentos de fortes emoções pode ocorrer vasoconstrição das artérias do coração. Ou seja, é quando essas artérias subitamente se estreitam. Isso acaba dificultando a circulação do coração, podendo levar ao infarto”, detalha Pupo.

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Vale ressaltar que outras situações de exposição a níveis altos de estresse também podem servir como gatilho para o problema de saúde. Além disso, homens acima dos 45 anos, assim como mulheres que já passaram dos 55 anos, correm maior risco de infartar.
Segundo o cardiologista, pessoas que têm antecedentes de doenças cardíacas possuem maior risco para essa ocorrência. “Já aqueles que possuem um estilo de vida saudável, com práticas esportivas, controle dos níveis de pressão e boa alimentação estão mais protegidos”, reforça Pupo.

Sintomas e dicas de prevenção

Entre os principais sintomas de infarto estão a dor forte no peito, falta de ar, náuseas, palidez, sensação de desmaio, suor frio e vômito. Caso esses sintomas surjam, é importante procurar ajuda médica.

Em contrapartida, manter uma alimentação rica em fibras e vitaminas, praticar exercícios físicos, evitar o consumo de alimentos gordurosos, com alto teor calórico, também evitar o consumo de álcool e cigarros são formas de prevenir o infarto. Além é claro de consultar um médico cardiologista, pelo menos uma vez no ano, para verificar algum indício de riscos.

Pensando na copa também é importante ter uma boa noite de sono antes dos jogos e durante as partidas beber água. “Caso o nervosismo bata, é importante tentar baixar a adrenalina, não exagerar no consumo de álcool, de café e de alimentos gordurosos e açucarados durante a partida. E claro, sair da frente da TV e pare de ver o jogo se perceber que está com palpitações, respiração ofegante e sudorese”, orienta Pupo.

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Corpo Espetáculo revela vivências LGBTQIA+ por meio de fotos e documentário transgressores

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Mayara Lima- Foto: Assessoria

Onze corpos que falam, dançam, atuam, pintam-se e se vestem das cores da diversidade. Esses corpos se manifestam de forma transgressora e potente, opondo-se aos padrões heteronormativos. Esses corpos também estão a dizer: “queremos ocupar nossos espaços, ser reconhecidos por isso e resistir continuando vivos”.

Assim se define a Instalação Artística Corpo Espetáculo, um projeto que criou espaço para que 11 pessoas LGBTQIA+, sendo a maioria pessoas trans, possam falar de suas existências e dialogar, por meio da arte e da fotografia, suas histórias, perspectivas e modos de estar no mundo.

O idealizador do projeto, Ricardo Almeida, conhecido como Paçoca, e que é o diretor artístico, design de figurinos e maquiagem da instalação, explica que o Corpo Espetáculo se trata de uma abertura de espaço para que as pessoas dialoguem e absorvam as vivências de pessoas LGBTQIA+ para além do que elas são.

“Fizemos um recorte muito pautado em pessoas transexuais, que possuem certa invisibilidade. São trans, travestis, intersexo, queers, drag queens, pessoas que não seriam objeto de diálogo em espaços elitizados. Suas fotos e seus depoimentos que se transformaram em um documentário tratam sobre vivências, trabalhos e os desafios que essas pessoas enfrentam em suas vidas”.

Us modeles

O Corpo Espetáculo contou com a participação de modeles que moram em Cuiabá, Rondonópolis e Primavera do Leste. As fotos, em locais que demonstram os espaços ocupados por essas pessoas, retratam por meio dos figurinos e da maquiagem um pouco da forma como elas se expressam, seja como multiartistas, estudantes, ativistas, e acima de tudo, como sonhadores de uma existência com dignidade e respeito.O projeto também mostra a realidade desses artistas, sendo que muitos são vítimas da violência estrutural.

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De forma autêntica e impactante, o Corpo Espetáculo fotografou e entrevistou a travesti preta Lupita Amorim, a drag queen Dan Close; o multiartista Pedro Scalart, que se define como uma bicha preta e afeminada; e Geo Rodrigues que é uma pessoa trans não binárie.

Já de Rondonópolis, participaram Abayomi Jamila, pessoa não binárie; Adriana Liário, mulher trans e sobrevivente de diversos ataques transfóbicos; Majur, indígena que é a primeira mulher trans a se tornar cacique em Mato Grosso; e Nicolas de Jesus, que é homem trans e que expressa nas artes sua visão sobre a vida.

Em Primavera do Leste, us modeles do Corpo Espetáculo são: Camila Lima, mulher trans que se dedica ao ativismo em nome das causas LGBTQIA+ e que produz fantasias de carnaval, um trabalho que realiza em conjunto com Mayara Lima, também mulher trans; e Monique Lorrayne, mulher trans que está ganhando as redes sociais como influencer digital.

O projeto também contou com a contribuição de 10 profissionais, que atuaram para quebrar tabus, oportunizar a discussão de gênero e de sexualidade, sendo a maioria pessoas LGBTQIA+.

“Queremos que a sociedade mude, sabemos que isso demora para acontecer, mas a exposição vem contribuir com isso, é uma forma de expressão e de valorização desses corpos que estão à margem, que não são figuras de representação, ou qualquer coisa positiva ainda para a maioria das pessoas. Espero que a exposição dê essa visibilidade e que a sociedade pare com o preconceito”, expõe Cássyo Ander, produtor-geral do Corpo Espetáculo.

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Corpo Espetáculo

A Corpo Espetáculo é um projeto aprovado na seleção estadual nº 5 – Edital Nascente da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), por meio dos recursos da Lei Federal nº 14.017/2020, designada Lei Aldir Blanc.

O resultado da Instalação Artística pode ser acompanhado de forma virtual pelas redes sociais. No instagram a página com as fotos é a @corpoespetaculo. Já a história de cada modele pode ser conferida no blog do projeto: https://corpoespetaculo.medium.com/

O Corpo Espetáculo também vai realizar duas oficinas intuitivas online, que apresentará técnicas de pinturas em diferentes objetos, espaços ou corpos, considerando para isso: tela para pintura, maquiagem, roupas, esculturas, muros e outros locais e objetos que podem se transformar em arte. Também será proporcionado o debate de conceitos de arte, de espaço, corpo, performance, objeto artístico, entre outros assuntos.

As oficinas vão ser realizadas em duas datas, sendo os dias 7 e 20 de agosto, com transmissão pela plataforma Google Meet.

Já a exibição de estreia do documentário Corpo Espetáculo será no sábado, dia 14 de agosto, também pela plataforma Google Meet, e depois ficará disponível no canal da instalação artística no Youtube.

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Queda de cabelo é percebida em pessoas que se recuperaram da Covid-19

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Pesquisa estadunidense indica que o vírus pode estar ligado à perda acelerada dos fios

Foto: Divulgação

Os relatos sobre quedas excessivas de cabelos entre pessoas que tiveram a Covid-19, têm sido cada vez mais frequentes. Estudos feitos por universidades dos Estados Unidos, México e Suécia apontam que um a cada quatro pacientes são atingidos pelo sintoma. Os dados demonstram ainda que 25% dos acometidos pelo vírus, adquirem a chamada “Covid-19 persistente/longa”, após a recuperação.

O professor do curso de medicina da Universidade de Cuiabá (Unic), infectologista Tiago Rodrigues, diz que ainda não há explicação específica para o fenômeno. “Estudos estão sendo feitos para entender melhor a causa específica, mas ela pode vir do processo inflamatório provocado pelo vírus no organismo, como acontece em outras doenças como a dengue e o zicavírus; ou devido ao estresse emocional causado pela própria doença. Além do problema capilar, outros sintomas também chamam atenção e são averiguados, como algumas lesões na pele e, em casos mais raros, cegueira”, diz.

A cuiabana e fotógrafa, Luana Moretto, relatou em suas redes sociais que percebe a queda dos fios e comenta que identificou outras mulheres vivendo a mesma situação. “Quem me conhece há mais tempo, ainda que apenas por redes sociais, sabe que sempre tive bastante cabelo. Meu cabelo é cacheado e bem volumoso. Eu tive Covid, me recuperei e agora, dois meses depois de curada, estou com várias falhas na cabeça. Outras meninas responderam aos meus stories no Instagram, pois também estão passando por isso”, fala.

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Luana comenta que nas últimas semanas, os fios têm caído em menor quantidade, mas quando percebeu o problema, chegou a chorar por ter medo de ficar careca. “Em um banho saía tufos, perdia mechas e mechas grossas quando eu passava a mão, era desesperador. Eu digo tranquilamente que eu perdi mais ou menos 50% do volume do meu cabelo, no banho consigo ver bastante o couro cabeludo e em algumas fotos eu percebo as falhas que ficaram”

Outra pesquisa realizada nos Estados Unidos, observou pacientes já recuperados da doença. O resultado mostrou que apesar de as pessoas perderem cabelos naturalmente durante o dia (cerca de 100 por dia), existe uma ligação da infecção ao ciclo de vida dos fios. O estudo apontou que neste grupo de pessoas, a etapa em que se espera a queda do fio sofre alteração e acontece de forma antecipada, justificando a perda excessiva de cabelo.

O professor da Unic acrescenta que não existe prevenção para a situação, pontua que um(a) médico(a) deve ser consultado quando os sintomas começarem a aparecer, para que as medidas cabíveis sejam tomadas de forma saudável. “É importante buscar o médico ou médica de sua confiança e iniciar o tratamento adequado, caso ele seja prescrito. Não é recomendável que se faça receitas caseiras ou algo do tipo”, orienta.

UNIC

Fundada em 1988, a Unic foi a primeira instituição privada de ensino superior no Mato Grosso e é uma das universidades mais conhecidas e tradicionais da região, tendo formado milhares de alunos nos cursos presencias e a distância. Com unidades em várias cidades do estado e representatividade em diversos campos de atuação, a instituição oferece cursos de extensão, graduação, pós-graduação lato sensu, além de programas de mestrado e doutorado.

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De portas abertas para a comunidade, a instituição presta inúmeros serviços gratuitos à população por meio das Clínicas-Escola na área de Saúde e Núcleos de Práticas Jurídicas, locais em que os acadêmicos desenvolvem os estudos práticos. Focada na excelência da integração entre ensino, pesquisa e extensão, a Unic oferece formação de qualidade e tem em seu DNA a preocupação em compartilhar o conhecimento com a sociedade também por meio de projetos e ações sociais.

Em 2010, a Unic passou a integrar a Kroton. Para mais informações, acesse: https://www.unic.br
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