Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Nacional

STF retira de Morotrechos de depoimentos da Odebrecht que citam Lula

Publicado

Segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retirou de Sergio Moro trechos de depoimentos de executivos da Odebrecht que fazem referência ao ex-presidente Lula (PT)
Reprodução/Le Monde

Segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retirou de Sergio Moro trechos de depoimentos de executivos da Odebrecht que fazem referência ao ex-presidente Lula (PT)

Os ministros da segunda turma do STF (Supremo Tribunal Federal) resolveram, nesta terça-feira (14), retirar do juiz Sergio Moro trechos de depoimentos de ex-executivos da empreiteira Odebrecht que citam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato petista à presidência da República e líder nas pesquisas nas eleições deste ano. A votação terminou com 3 votos a 1, e os depoimentos serão remetidos agora para a Justiça de Brasília.

Para os ministros do STF, os depoimentos dos ex-executivos não têm relação com os casos de corrupção na Petrobrás, não se relacionando, assim, aos fatos apurados pela operação Lava Jato.

Os ministros, no entanto, não retiraram nenhum processo das mãos de Sergio Moro, e o juiz de Curitiba pode ainda pedir à Justiça o compartilhamento das informações.

Em abril deste ano, a mesma segunda turma já havia determinado a retirada da alçada de Sergio Moro de trechos das delações de executivos da Odebrecht em que é citado o ex-presidente  Lula
(PT).

No entendimento de três ministros – Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowiski -, não ficou demonstrado como o suposto favorecimento que Lula teria recebido no caso do sítio em Atibaia e do apartamento no Guarujá se relacionam com a corrupção na petroleira estatal. Edson Fachin foi voto vencido na questão.

Veja Mais:  Projeto equipara neurodivergentes a pessoas com deficiência para efeitos legais

“Ainda que o Ministério Público possa considerar que pagamentos teriam origem em fraude na Petrobras, não há demonstração desse liame nos autos”, manifestou-se Dias Toffoli.

Ainda na decisão desta terça (14), os ministros retiraram de Sergio Moro trechos de depoimentos que tratam de supostas ações do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega. Elas foram enviadas ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Brasília.

Os ministros do STF entenderam, assim, que não cabe ao juiz Moro investigar supostos crimes que não tenham relação com os casos de corrupção na Petrobras.

Comentários Facebook

Nacional

Comissão aprova inclusão da podologia na lista de serviços sujeitos ao ISS

Publicado

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 71/25, que inclui a podologia na lista de serviços sujeitos ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

A proposta altera a Lei Complementar 116/03, que define os serviços tributáveis pelos municípios. O texto modifica a lista anexa à legislação, que trata das terapias destinadas ao tratamento físico, orgânico e mental, para deixar claro que a podologia está incluída nessa classificação.

Com a mudança, a atividade passa a ter enquadramento tributário específico, eliminando dúvidas sobre a incidência do ISS.

Foi aprovado o parecer do relator, deputado Daniel Agrobom (PL-GO), favorável à proposta de autoria do deputado Geraldo Resende (PSDB-MS). Para o relator, a podologia deve ser “enquadrada como atividade da área da saúde, conforme já é reconhecido oficialmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)”.

Próximos passos
A proposta será analisada de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à análise do Plenário.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

Comentários Facebook
Veja Mais:  Comissão aprova prioridade no atendimento em serviços públicos para pessoas com doenças raras
Continue lendo

Nacional

Comissão aprova limite de uso da margem consignável para cartões a 5%

Publicado

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que limita pela metade o valor destinado a amortizar despesas em cartão dentro da margem disponível de 45% do vencimento para empréstimo consignado (com desconto em folha de pagamento).

Pela proposta, o servidor poderá escolher usar até 5% da remuneração mensal para amortizar despesas dos cartões de crédito e consignado ou para saques por esses meios. A amortização poderá ser parcelada, sem impactar o parcelamento de outras despesas com o cartão.

Atualmente, a Lei 14.509/22, que trata do limite para consignação, estabelece reserva de 5% da margem consignável para o pagamento de dívidas com cartão de crédito e outros 5% para cartão consignado de benefício.

Reservas
O texto aprovado foi o substitutivo da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), para o Projeto de Lei 2591/23, da deputada Maria do Rosário (PT-RS).

A proposta original torna facultativas as reservas de 5% da margem consignável para a amortização de despesas do cartão de crédito consignado e do cartão consignado de benefício. E também determina que esse seja o percentual mínimo de destinação dessas despesas.

Laura Carneiro afirmou que a mudança busca eliminar o teto rígido de 35% para as demais consignações facultativas, mas adicionar um limite específico máximo de 5% para cartões, com a faculdade de escolha entre as modalidades. “Assim, preserva-se a integralidade da margem consignável (45%) para livre escolha do servidor, mas impõe-se uma trava protetiva que evita a alocação desproporcional em cartões, diante dos maiores riscos de endividamento a eles associados”, disse.

Veja Mais:  Conselho de Ética cancela reunião desta terça

Segundo a relatora, a intenção não é acabar com o uso dos cartões, relevante para atividades cotidianas como compras e saques, mas garantir uma participação residual e controlada.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

Comentários Facebook
Continue lendo

Nacional

Despesas de Trabalho e Previdência no Orçamento de 2026 dependem do novo valor do salário mínimo

Publicado

O total da despesa relacionada ao relatório setorial de Trabalho e Previdência do Orçamento de 2026 (PLN 15/25) será definido nesta terça-feira (9), quando será conhecido o valor do salário mínimo do ano que vem após a divulgação do IPCA do mês passado.

O senador Carlos Viana (Podemos-MG), relator setorial, disse no texto que o Orçamento veio com uma perspectiva de R$ 1.630 para o mínimo, mas o governo já fez uma revisão para R$ 1.627. O cálculo final depende da variação do IPCA até novembro.

As despesas desses ministérios são obrigatórias e estão diretamente relacionadas ao salário mínimo para pagamento de benefícios previdenciários, seguro-desemprego e abono salarial. O orçamento das duas pastas é de R$ 1,3 trilhão.

No caso do abono salarial, há perspectiva de um aumento menor nos próximos anos por causa da Emenda Constitucional 135, de 2024. Ela estabeleceu que, a partir do ano que vem, haverá correção pela inflação do limite de remuneração para receber o abono. Antes, o limite era fixado em dois salários mínimos.

O déficit previdenciário, segundo o relatório, é de R$ 335,4 bilhões. “A expectativa é de estabilização do déficit em relação ao PIB nos próximos anos, com posterior retorno da tendência de crescimento, tendo em vista que a política de valorização do salário mínimo tende a compensar os efeitos da reforma”, afirma o texto.

Veja Mais:  Projeto equipara neurodivergentes a pessoas com deficiência para efeitos legais

O relator atendeu emendas no valor de R$ 104,3 milhões. Nas emendas de comissões permanentes da Câmara e do Senado, foram priorizadas as seguintes ações:

  • estudos, pesquisas e geração de informações sobre trabalho, emprego e renda;
  • qualificação social e profissional de trabalhadores; e
  • fomento e fortalecimento da economia solidária, associativismo e cooperativismo.

Os 16 relatórios setoriais do Orçamento de 2026 serão votados pela Comissão Mista de Orçamento a partir desta terça-feira (9).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana