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Superando Desentendimentos em Nome do Bem Comum
Liderança Verdadeira

Reuber Teles, Presidente do Sispmur- Foto: Assessoria
Em um mundo onde as dinâmicas institucionais frequentemente colocam líderes em posições desafiadoras, um princípio se destaca como essencial: a capacidade de separar diferenças institucionais das relações pessoais.
Essa habilidade não é apenas um gesto de maturidade, mas uma ferramenta indispensável para a construção de diálogos produtivos e decisões que favoreçam o bem coletivo.
A liderança verdadeira vai além da posição ocupada ou das palavras proferidas.
Ela exige grandeza de espírito, empatia e, acima de tudo, maturidade.
Nesse contexto, o ato de perdoar não deve ser visto como fraqueza, mas como uma força capaz de unir e restaurar.
Perdoar é um gesto de sabedoria, um compromisso com a união que fortalece instituições e reforça o vínculo entre líderes e aqueles que são representados.
A recente declaração do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Rondonópolis (SISPUMR), Reuber Teles Medeiros, sobre o prefeito da cidade, ilustra bem essa necessidade.
Sua fala infeliz, fruto de um momento impensado, gerou um episódio de reflexão sobre a importância da responsabilidade no uso das palavras. Declarações feitas no calor do momento podem aprofundar divisões, mas também podem ser pilares de aprendizado e evolução, desde que sejam encaradas com humildade e disposição para o diálogo.
É nos momentos de crise que os líderes têm a oportunidade de demonstrar grandeza.
Reconhecer erros, assim como fez o Presidente do SISPMUR, ao apresentar um pedido de retratação buscar o entendimento mútuo e priorizar o bem-estar coletivo não enfraquecem as instituições.
Pelo contrário, essas atitudes revelam a força de quem entende que liderar é, antes de tudo, servir.
Servir à sociedade exige colocar o interesse público e institucionais acima de diferenças pessoais.
O perdão, nesse contexto, é mais do que um gesto pessoal; é um ato que simboliza maturidade e amor pelo bem maior.
Não se trata de orgulho ferido ou desejo de represália, mas de uma atitude de coração que busca a restauração e a reconciliação.
É a capacidade de transformar erros em aprendizado e construir um legado de cooperação e progresso.
Para os líderes de nossa sociedade, fica o lembrete: o diálogo e o perdão são pilares que sustentam a verdadeira liderança.
Neste momento, mais do que nunca, é preciso transcender desentendimentos e trabalhar pela unidade.
Que este episódio sirva como exemplo de que, com maturidade e comprometimento, é possível superar barreiras e construir elos que unam, em vez de dividir.
Ao final, o que realmente importa é o legado deixado para a sociedade: um legado de união, progresso e liderança comprometida com o bem comum.
Com a palavra o Prefeito Claúdio Ferreia.
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Há vagas, há trabalhadores, mas por que eles não se encontram?
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O agro no centro do mundo
Por Paulo Lucion

Paulo Lucion é empresário
Quando o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) nasceu em São Paulo, ele surgiu com uma proposta ousada: aproximar o campo da cidade, conectar tecnologia, inovação, negócios, cultura e pessoas em torno de um dos setores mais importantes para o desenvolvimento econômico e social do planeta.
Agora, em 2026, damos um passo ainda maior. Pela primeira vez, o festival ultrapassa os limites da capital paulista e escolhe Sorriso para sediar uma edição do evento. E não poderia haver lugar mais simbólico para isso.
Sorriso não é apenas a Capital Nacional do Agronegócio. É uma cidade que representa aquilo que o agro brasileiro tem de mais forte: produtividade, tecnologia, empreendedorismo, sustentabilidade e capacidade de alimentar o mundo. Aqui, a produção acontece em larga escala, mas também se constrói conhecimento, inovação e desenvolvimento.
Receber o GAFFFF é um reconhecimento da importância que Mato Grosso conquistou no cenário nacional e internacional. Durante muitos anos, o Brasil discutiu o agro olhando para os grandes centros urbanos. Hoje, o mundo quer vir conhecer onde as coisas realmente acontecem.
Entre os dias 23 e 26 de julho, Sorriso será palco de debates sobre segurança alimentar, inovação, tecnologia, sustentabilidade, mercados globais e os desafios que definirão o futuro da produção de alimentos. Teremos mais de uma centena de palestrantes nacionais e internacionais, lideranças empresariais, produtores rurais, investidores, pesquisadores e especialistas compartilhando conhecimento e construindo conexões.
Mas o GAFFFF vai além dos fóruns e painéis técnicos. O grande mérito do festival é mostrar que o agro não pertence apenas a quem produz. O agro está presente na mesa das famílias, na geração de empregos, na indústria, no comércio, na logística, na ciência e na cultura. Por isso, o evento une conteúdo, negócios, gastronomia, entretenimento e esporte em uma experiência que aproxima diferentes públicos.
A expectativa de receber milhares de visitantes durante os quatro dias do evento também representa uma oportunidade para hotéis, restaurantes, comércio, prestadores de serviço e para toda a cadeia econômica do município e da região.
O GAFFFF também é uma vitrine para mostrar ao Brasil e ao mundo a capacidade produtiva de Mato Grosso, a força do agronegócio brasileiro e o potencial de uma região que continua crescendo, inovando e liderando transformações.
Como presidente de honra desta edição, vejo a realização do festival em Sorriso como um marco histórico. Estamos trazendo para o coração do agro mundial um evento que discute o futuro da humanidade por meio da produção de alimentos. Uma ponte entre Mato Grosso e a Faria Lima, pois a outra edição do GAFFFF será nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. A escolha das praças não é casual. Sorriso representa o centro da produção agrícola brasileira. São Paulo, por sua vez, concentra capital, grandes empresas, investidores e tomadores de decisão.
O mundo estará olhando para Sorriso. E Sorriso está pronta para receber o mundo.
Paulo Lucion é empresário, presidente de Honra do GAFFFF Sorriso e CEO da Nutribras Alimentos
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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

O que a ciência mostra :
Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?
Por que o músculo influencia a saúde cerebral?
Como enfrentar cientificamente esse problema ?
Envelhecer bem ,exige preservar força
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