Mato Grosso
TCEstudantil 2019 começa com arte e muito aprendizado
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| Apresentação especial da Orquestra de Violino do Projeto Educarte |
A abertura oficial do Programa TCEstudantil 2019 nesta terça-feira (19/02) contou com a participação de cerca de 120 alunos do 2º Ano do Ensino Médio da Escola Estadual Zélia Costa de Almeida, de Cuiabá, e teve a apresentação especial da Orquestra de Violino do Projeto Educarte que é composta por estudantes do Ensino Fundamental da Escola Estadual “José Leite de Moraes”, de Várzea Grande. A orquestra fez uma apresentação de 15 minutos diante dos membros do Pleno do TCE, levando emoção, arte e cultura à reabertura dos trabalhos de julgamentos na Corte de Contas.
Além dos estudantes e da orquestra, o primeiro TCEstudantil deste ano contou com as presenças da secretária estadual de Educação de Mato Grosso, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, da secretária adjunta, Maria Rosa Luzardo e da coordenadora de Projetos Especiais da Seduc-MT, Patricia Carvalho.
A presença das autoridades educacionais do Estado neste primeira ação do ano sinaliza o fortalecimento da parceria TCE/Seduc no projeto do TCEstudantil e demonstra o papel importante o programa vem desempenhando como parceiro e complemento da política educacional e de formação cidadã junto aos jovens estudantes que cursam o ensino médio na região metropolitana da Capital. Desde o seu início, há quase duas décadas, o TCEstudantil já alcançou mais de 28 mil alunos do ensino médio e superior de escolas e universidades públicas e privadas.
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| Coordenadores do projeto TCEstudantil e gestores da Seduc |
Duas convidadas deram um outro toque especial à programação do TCEstudantil. A primeira delas foi a jovem Déborah Ribeiro de Carvalho, 22 anos, assistente do gabinete do conselheiro interino João Batista de Camargo Júnior. Aluna de escolas públicas, Déborah Ribeiro deu testemunhou de sua trajetória estudantil e de como conseguiu, apesar de muito jovem, alcançar sucesso na vida profissional, primeiro, passando em concurso seletivo para o TCE-MT e, mais recentemente, para o cargo de procuradora do Município de Alto Garças, no interior do estado.
A outra convidada foi a jovem Clara Santos Vaz, ex-aluna da Escola Estadual Zélia Costa de Almeida, que depois de vivenciar a experiência do TCEstudantil, se tornou uma ativista social e líder estudantil. Clara Vaz passou a atuar dentro da escola e junto à comunidade do seu bairro por meio do projeto “Restaurando Vidas” que trabalha com adolescente e pré-adolescentes questões socioeducativas. A atuação da jovem mato-grossense chamou a atenção até da Organização das Nações Unidades (Onu), que a convidou e levou-a para participar da 14ª Conferência Mundial pelos Direitos Humanos, realizada em 2017 em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.
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| Estudantes assistem a palestra sobre controle social e cidadania |
A Secretaria de Articulação Institucional e Desenvolvimento da Cidadania (SAI) do TCE-MT e coordenadora do TCEstudantil, Cassyra Vuolo destacou que o programa chega à sua maturidade ao completar 18 anos. “Decorrido este tempo todo, nós já sabemos o que e onde podemos melhorar ainda mais o programa TCEstudantil. Agora, com a parceria renovada com a Seduc, o projeto será reforçado e terá prioridade dentro do Plano Pedagógico das escolas estaduais. Da nossa parte, o TCE-MT estará trazendo novos materiais, as palestras serão remodeladas em sua linguagem a fim de que possamos estar ainda mais próximos dos jovens. O objetivo é que estes estudantes possam absorver com maior facilidade a nossa mensagem que é sempre no sentido de empoderar a juventude oferecendo-lhes conhecimento, informações e ferramentas institucionais para o exercício pleno da sua cidadania, despertando neles a consciência de que eles tem total capacidade e o poder para transformar para melhor, por suas atitudes e força de vontade, suas próprias vidas, sua comunidade e a sociedade”, explicou Cassyra Vuolo.
A secretária titular da Seduc, Marioneide Kliemaschewsk salientou a importância do TCEstudantil no processo de formação da consciência cidadã dos estudantes durante as visitas que fazem ao Tribunal de Contas. “Nestas visitas ao TCE nossos alunos travam conhecimento com uma instituição fundamental para o controle e qualidade das políticas e gastos públicos e começam a se conscientizar do seu papel de cidadão na fiscalização da gestão pública do município e do estado. E isso é muito importante para o crescimento e amadurecimento destes jovens. Por isso, nosso intuito é fortalecer nossa parceria com programa para que mais escolas participem ao longo de 2019. Temos ainda 16 escolas, sendo quatro de Várzea Grande e 12 Cuiabá, que ainda não participaram nenhuma vez do programa e queremos que todas elas incluam turmas no TCEstudantil”, disse a secretária.
“Quero ser advogada e conhecer o TCE me ajudou bastante no amadurecimento deste objetivo. Hoje em dia, são poucas as pessoas que realmente tem interesse em mudar suas vidas, sua comunidade. Quando a gente vem aqui e encontra pessoas que pensam diferente, que estão trabalhando e lutando para fazer sua própria história e uma sociedade melhor, a gente se sente fortalecida e estimulada a também lutar e correr atrás dos nossos objetivos” |
Para a estudante Vitória Jéssica, do 2º ano da E.E.E.M. Zélia Costa de Almeida, que visitou o Tribunal de Contas pela segunda vez, participar do TCEstudantil é um momento de grande aprendizado e de mudança de visão sobre o próprio futuro por parte de quem participa. “Quero ser advogada e conhecer o TCE me ajudou bastante no amadurecimento deste objetivo. Hoje em dia, são poucas as pessoas que realmente tem interesse em mudar suas vidas, sua comunidade. Quando a gente vem aqui e encontra pessoas que pensam diferente, que estão trabalhando e lutando para fazer sua própria história e uma sociedade melhor, a gente se sente fortalecida e estimulada a também lutar e correr atrás dos nossos objetivos, participar mais da vida na nossa comunidade, na nossa cidade e nosso país. Aqui a gente aprende não só como funciona o Tribunal, mas principalmente, a gente aprende que cada um de nós, como cidadãos, tem a responsabilidade de fiscalizar a gestão pública, de acompanhar o que os gestores fazem com o dinheiro público e isso é bacana e importante para nosso futuro”, disse a estudante.
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| Felipe Kawahisa, aluno do segundo ano na Escola Zélia Costa de Almeida |
O estudante Felipe Kawahisa, também aluno do segundo ano na Escola Zélia Costa de Almeida, considerou a participação no TCEstudantil uma experiência gratificante. Ele destacou que o aprendizado adquirido durante as palestras e a visita ao Pleno do Tribunal será “muito útil para mim e para as pessoas que convivem comigo, porque passarei adiante o que aprendi”. O jovem admitiu que já tinha ouvido falar do TCE, mas que não tinha ideia sobre a importância do trabalho do órgão para a sociedade. “O trabalho do TCE é muito maior do que a gente imagina e também muito importante. Esse lance do controle das contas públicas, da fiscalização dos gastos dos impostos e das políticas públicas é muito sério. Se não tivesse vindo aqui pelo TCEstudantil, eu não teria aprendido sobre isso tão cedo”, concluiu o jovem.
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Tribunal em Contas: Uma Lição de Cidadania Esta história em quadrinhos foi desenvolvida com o objetivo de estimular nos estudantes a vivência de valores fundamentais para o exercício da cidadania e do controle social. Além disso, a obra esclarece de forma didática o funcionamento do Tribunal de Contas. |
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Mato Grosso
No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência
Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.
A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.
A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.
“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.
Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação
O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.
Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.
“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.
A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).
A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.
No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial
Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.
Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.
“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.
De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.
“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.
SOBRE O DATASENADO
O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)
SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA
Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)
SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)
SOBRE O INSTITUTO NATURA
Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.
SOBRE A GÊNERO E NÚMERO
A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.
Mato Grosso
Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT
Mato Grosso
Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)
No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.
A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.
O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.
Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.
A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.
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