Política MT
Thiago Silva recebe presidente da OAB para analisar fechamento de comarcas
No começo do mês, o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha, aventou a possibilidade de fechamento das Comarcas de Nortelândia, Poxoréo, Dom Aquino, Arenápolis, Itiquira e Pedra Preta e Juscimeira. “O que nos preocupa é que muitas destas comarcas que poderão ser fechadas estão no Sudeste do Estado e pode representar muitos prejuízos tanto para a advocacia como para o cidadão que precisa dos serviços”, destacou o presidente da OAB.
Ele explicou que, por exemplo, na comarca de Pedra Preta há em torno de 7 mil processos e que a poderia com isso aumentar o volume de outras comarcas como a de Rondonópolis, caso o fechamento ocorra. Citou ainda o caso de Itiquira, também no Sudeste do Estado, que está a 150 quilômetros de Rondonópolis. “Trata-se de uma comarca muito importante, pois está na fronteira com outro Estado e ainda tem a questão da distância de Rondonópolis”, disse Stalyn.
O deputado Thiago Silva disse que o tema preocupa e que está disposto trabalhar uma solução para evitar o fechamento das comarcas ou até mesmo diminuir o impacto para a sociedade e o cidadão c aso a media seja irreversível. “Temos muita preocupação com o cidadão que pode precisar destes serviços na cidade onde mora”, resumiu.
O parlamentar deve realizar nesta segunda-feira (24) uma reunião com demais deputados, representantes da OAB e a direção do Tribunal de Justiça para aprofundar o debate sobre o tema.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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