Rondonópolis
Vereadores adiam votação de Projeto de Lei e ferem o direito do servidor

Foto: Assessoria
A tarde desta quarta-feira (17), foi quente na Câmara Municipal de Rondonópolis, centenas de servidores lotaram o plenário e pediram aos vereadores que derrubassem o Projeto de Lei nº346/2018 onde o prefeito José Carlos do Pátio altera o teto máximo para pagamento da RPV (Requisição de Pequeno Valor), de 30 para 10 salários mínimos ferindo um direito do servidor.
Mesmo contrariando o desejo dos servidores o vereador Juary Miranda pediu vista do projeto, protelando a ação para daqui a 15 dias com o discurso de discutir melhor o projeto, o parlamentar teve o apoio também dos vereadores Silvio Negri, Oreste Miraglia, Claudio da Farmácia, Vilmar Pimentel, Beto do Amendoim, João Moto Taxi, Roni Cardoso e Adonias Fernandes que votaram a favor do pedido de vista e contra o servidor.
Para a presidente do Sispmur, Geane Lina Teles o pedido de vista foi recebido com surpresa já que a maioria dos vereadores tinham dito que derrubaria o projeto de lei do prefeito já que o mesmo fere os direitos dos servidores. “A maioria dos vereadores que votaram a favor do pedido do vereador Juary Miranda nos pegou de surpresa, pois acreditamos que os representantes do povo iriam respeitar a vontade daqueles e os colocaram para representa-los. Tivemos a Câmara Municipal lotada e o servidor queria apenas que os nobres vereadores os representassem e derrubassem o projeto de lei. Sabemos que se aprovado o projeto 346/2018 fica alterado o teto máximo para pagamento da RPV, isso significa que se o valor que o servidor tiver que receber ultrapassar o teto que o prefeito deseja alterar de 30 salários mínimos para 10, paga-se apenas o teto ou seja, o servidor que tem acima disso para receber da URV por exemplo ficará prejudicado, uma afronta aos servidores. Por isso pedimos que os servidores fiquem atentos as convocações do Sindicato, pois estamos lutando por um direito nosso e precisamos de todos. ”
Geane destacou ainda a parceria dos vereadores que estiveram ao lado do desejo do servidor. “O Sispmur agradece a postura dos vereadores que estiveram a favor do servidor, são eles, Rodrigo da Zaeli, Fulo, Fábio Cardoso, Hélio Pichioni, Guinâncio, Jaiton, Thiago Silva e Sidnei. Agradecemos também o vereador Reginaldo Santos por ter colocado a projeto da Gestão Democrática para ser apreciado, ” conclui.
RPV
RPV, cuja sigla significa Requisição de Pequeno Valor, foi criada pela Emenda Constitucional 37 do ano de 2002, tendo como finalidade facilitar o pagamento de condenações de pequenos valores, a fim de trazer maior celeridade e eficácia às decisões judiciais.
GESTÃO DEMOCRÁTICA
Outro ponto discutido na Sessão Ordinária desta quarta-feira (17), foi a respeito da Gestão Democrática na qual os vereadores optaram por aguardar a decisão da justiça se abstendo da situação. “Vemos essa situação com bastante tristeza, grande parte dos vereadores optaram por não se posicionarem diante de uma situação que envolve a democracia. O prefeito tem ferido os princípios da Gestão Democrática em unidades municipais de educação, suspendendo o direito as eleições e escolha de novos representantes educacionais, favorecendo quem está no poder, lembrando que alguns desses foram escolhidos pelo próprio gestor.
Política MT
Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis
Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria
A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.
Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.
Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.
A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.
O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.
Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.
Política MT
E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

Foto- Assessoria
A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.
Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.
O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.
Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.
A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.
E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.
A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.
Política MT
Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

Foto-Assessoria
Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.
A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.
“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.
As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.
O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.
Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.
“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.
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