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Wuldson Marcelo é o entrevistado do terceiro episódio do programa “Palavra Literária”

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Foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA

O terceiro episódio da segunda temporada do programa “Palavra Literária” vai ao ar neste sábado (2) e conta a trajetória do escritor e realizador audiovisual mato-grossense Wuldson Marcelo. O programa é transmitido pela TV Assembleia (TVAL), nos canais 30.1 e 30.2.

Wuldson é mestre em Estudos de Cultura Contemporânea (UFMT) e graduado em Filosofia (UFMT) e suas paixões são a literatura e o cinema. Diretor, roteirista, escritor, poeta e contista, é membro dos coletivos Miraluz Films e Audiovisual Negro Quariterê e boa parte de suas produções carrega a temática negra.

“Os meus personagens não são definidos como negros, mas as experiências que eles vivem são de pessoas negras, tanto os homens quanto as mulheres dos meus contos”, explica.

Cuiabano, criado no bairro CPA, Wuldson iniciou na escrita aos 18 anos e seu primeiro livro, Subterfúgios Urbanos, (Editora Multifoco, Rio de Janeiro) foi publicado em 2013, aos 33.

Em 2016, publicou o seu segundo livro, Obscuro-shi – Contos e desencontros em qualquer cidade (Editora Carlini & Caniato, Cuiabá), que retrata personagens – em sua maioria afro-brasileiros e jovens com descendência japonesa – em encontros culturais que reúnem desejos e interdições, angústias e potências na liquidez das cidades contemporâneas. No mesmo ano foi publicado também o livro As luzes que atravessam o pomar e outros contos (Editora Carlini & Caniato).

Wuldson é também organizador (com Jana Lauxen e Cinthia Andressa de Lima) da antologia de contos e poemas Beatniks, malditos e marginais em Cuiabá: Literatura na Cidade Verde (Editora Multifoco, Rio de Janeiro, 2013) e editor da revista digital Ruído Manifesto, voltada à literatura e ao audiovisual.

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Foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA

Atualmente, dedica-se à produção de mais um livro de contos, que será voltado à literatura policial. “A literatura policial está espalhada pelos meus contos, mas este sim é um livro de contos policiais, que será ambientado em Cuiabá”, adianta o autor.

Na área de Audiovisual, Wuldson escreveu e dirigiu os curtas-metragens Se acaso a tempestade fosse nossa amiga, eu me casaria com você (2015) e A garota que existiu dentro de um mistério.

Além disso, novas produções estão em desenvolvimento, como Aqui jaz a melodia, que deverá ser lançado este ano, e A velhice ilumina o vento, cuja direção é de Juliana Segóvia. No rol de projetos, conta ainda a criação de um canal do Youtube destinado à publicação de pequenas produções.

“Eu me senti honrado por participar de um programa que recebeu autoras e autores que tanto admiro. E feliz em saber que tem um programa com um olhar tão carinhoso para a literatura. Temos poucas produções audiovisuais focadas em arte, em especial na literatura, e é imensamente prazeroso poder falar sobre nossa obra e o que nos inspira”, conta.

As reprises do programa “Palavra Literária” são transmitidas aos domingos (11h30 / 21h), terças (12h30 / 22h) e sextas-feiras (12h30 / 22h).

Fonte: ALMT

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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