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2ª Rodada Técnica da Aprosmat leva informação para mais de 700 pessoas em Mato Grosso

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Foto: Assessoria

Mais de 700 pessoas entre produtores rurais, engenheiros agrônomos, técnicos, pesquisadores, estudantes tiveram oportunidade de participar da Rodada Técnica da Aprosmat 2019 nas cidades de Campo Novo do Parecis, Lucas do Rio Verde, Canarana, Campo Verde e Rondonópolis. Com o tema “Plantando Qualidade, Colhendo Produtividade” o evento foi promovido pela Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat).

A Rodada contou com a palestra do professor Geri Meneghello, da Universidade Federal de Pelotas (UFPeL), e pelo engenheiro agrônomo, Edson Massao Tanaka, professor da Fatec Shunji Nishimura de Pompéia (SP) e mestre em agronomia em energia na agricultura pela Universidade Estadual Paulista de Botucatu.

Foto: Assessoria

O engenheiro agrônomo Géri Eduardo Meneghello palestrou sobre o tema “Vigor de Sementes: Plantando Qualidade e Colhendo Produtividade”. “A palavra vigor significa força, energia, robustez, portanto sementes vigorosas serão capazes de apresentar desempenho satisfatório, quando exposta a diferentes condições de ambiente. Aquelas não vigorosas apresentam desempenhos insatisfatórios, podendo comprometer a produtividade. Diversos trabalhos desenvolvidos na UFPel e em várias outras instituições de pesquisa demonstram a relação direta que existe entre a qualidade da semente e o potencial produtivo de uma lavoura. Estes resultados serão apresentados e discutidos com os presentes”, disse.

Com toda a tecnologia empregada na lavoura nos dias atuais e a busca pela alta produtividade por hectare, o engenheiro agrônomo, Edson Massao Tanaka destacou que ainda precisamos melhorar a precisão nas atividades agrícolas. “É fundamental estarmos sempre atentos para que nossas ações estejam sempre direcionadas, para melhorar os processos, repensarmos em novas atitudes, repensarmos nas nossas ações, uma nova visão de análise dos processos de produção, principalmente no processo de plantio. Até a pouco tempo o processo de plantio sempre se pautou no aumento da capacidade operacional sem o mínimo da qualidade nas operações agrícolas, devemos mudar esta visão e quebrar paradigmas no processo de plantio”, comentou.

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De acordo com o presidente da Aprosmat, Gutemberg Carvalho Silveira, a missão da Aprosmat como entidade de classe é promover o desenvolvimento do setor sementeiro com disciplina, organização e ética. “Por meio de eventos como esses levamos aos agentes envolvidos no agronegócio do estado e Brasil informação e um pouco dos 39 anos de trabalho da nossa associação, que luta incansavelmente para defender a produção desse insumo tão importante para agricultura mundial que são as sementes de boa qualidade”, ressaltou Silveira.

Na rodada técnica todas as palestras foram gratuitas e contou com o apoio do Conselho Estadual das Associações de Revendas de Produtos Agropecuários de Mato Grosso (Cearpa MT), Sindicato Rural de Campo Novo do Parecis, Sindicato Rural de Canarana, Sindicato Rural de Campo Verde, Associação do Engenheiros Agrônomos da Grande Rondonópolis (Aeagro) e Sindicato Rural de Rondonópolis.

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

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O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

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Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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