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CCJR analisa 19 projetos em reunião ordinária

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Foto: Helder Faria

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) apreciou 19 matérias em reunião ordinária na tarde de terça-feira (01). 17 propostas foram aprovadas, entre elas o Projeto de Lei nº 192/2016, que obriga empresas a informarem os consumidores sobre descontos concedidos em caso de quitação antecipada de débitos.

O vice-presidente da CCJR, deputado Sebastião Rezende (PSC), relatou a matéria. “O projeto visa dar essa transparência. As pessoas, no momento em que vão parcelar uma compra, vão saber o que vai ser acrescido de juros e também nas compras que efetua à vista qual é o desconto”, explica o parlamentar.

O texto da proposta aprovada na reunião determina que comerciantes, instituições financeiras e empresas de concessão de crédito sejam obrigadas a informar em ponto visível a possibilidade de pagar o débito antecipadamente e a garantia de redução proporcional de juros e outros acréscimos caso seja feita a liquidação total ou parcial dessa forma.

Também recebeu parecer favorável dos parlamentares o Projeto de Lei nº 117/2019 (Mensagem nº 117/2019), nos termos do Substitutivo Integral nº 1. A matéria enviada pelo Executivo altera dispositivos da Lei Complementar nº 279/2007, que dispõe sobre a convocação dos militares da reserva remunerada para o serviço ativo do estado.

De acordo com o relator da proposta e presidente da comissão, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), o governo do estado vai fazer mudanças no modelo de segurança de órgãos públicos. “Hoje são empresas terceirizadas com custo elevado [que fazem] o cuidado do patrimônio público e este projeto dá direito ao estado de trazer da reserva remunerada profissionais do quadro [para fazer esse trabalho] com um custo muito menor, economizando cerca de 60%”, ressalta Dal Bosco.

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O deputado ainda destaca que a matéria foi alvo de amplo de debate com categorias da segurança e com Comissão de Segurança da Assembleia. Além disso, o presidente da CCJR lembra que apenas voluntários serão convocados para o serviço. “Quem aderir é de livre espontânea vontade. [O servidor] tem um ganho a mais com esse projeto de lei e ao mesmo tempo o estado economiza”, completa Dal Bosco.

Apenas duas matérias foram rejeitadas pela comissão (PL nº 63/2019 e PL nº 237/2017). No encontro também foi apresentado o relatório de atividades da comissão referente a setembro. Nesse mês, a CCJR realizou quatro reuniões ordinárias e três extraordinárias e analisou 79 matérias, entre elas 59 projetos de lei, nove projetos de lei complementar e oito projetos de emenda constitucional. Dos 79, 44 projetos foram aprovados e 32 rejeitados. As outras três matérias se referem a vetos, todos tiveram parecer pela manutenção.

Política MT

Pivetta afirma “pular para dentro e resolver” falta de água em VG  

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O governador citou que escassez do recurso revela omissão e falta de humanismo das gestões anteriores

Foto-Assessoria

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta segunda-feira (13) nas suas redes sociais, afirmou que irá “pular para dentro e resolver” o problema da falta de água em Várzea Grande.

Pivetta acrescentou que o recurso é indispensável para os várzea-grandense viverem com dignidade e, por isso, não aguardará soluções externas serem apresentadas.

“Não admito que nos dias de hoje, com tudo que temos, alguém ainda em Mato Grosso não tenha esse bem básico para viver com o mínimo de dignidade.  Nós vamos procurar em vez de criticar ou esperar. Vamos pular para dentro e ajudar a resolver”, pontuou.

Recentemente, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), afirmou que precisa receber ajuda do governo estadual para melhorar a distribuição da água. Ela relatou que a prefeitura não tem recursos para regularizar as pendências do Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Pivetta, então, classificou as gestões anteriores do município como omissas e sem humanismo por não solucionarem a escassez da água.

“É muito difícil estar governando e aceitar isso como algo normal. Eu não aceito. Vamos trabalhar para resolver a saga desse povo mato-grossense. Nosso plano está sendo elaborado. Muito em breve, faremos a aliança pela água. Considero omissas as gestões que deixaram essa situação durante muito tempo.  Falta de humanismo, porque água é necessidade primária, ninguém vive sem água”, avaliou.

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O governador concluiu dizendo conhecer os transtornos causados pela falta de água, porque enfrentou a falta do recurso quando chegou em Cuiabá. Ele nasceu no Rio Grande do Sul e mudou-se para a capital mato-grossense no ano de 1982.

“Eu sei, porque experimentei o que é não ter casa sem água. Chegamos em Mato Grosso e, durante os dez primeiros dez anos, nós pegávamos água de balde, de poço e levávamos para casa fazer comida, tomar banho. Sei o que é viver sem água”, completou.

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Mendes defende Pivetta e diz que escolhas ruins podem quebrar MT

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O ex-governador defendeu o colega do Republicanos como capacitado para garantir uma gestão com quatro anos de prosperidade

O governador Mauro Mendes Crédito – Cristiano Antonucci/Secom

O ex-governador Mauro Mendes (União), na terça-feira (07), afirmou nas redes sociais que escolhas ruins na eleição para Governo do Estado podem gerar “consequência desastrosas” como corrupção e incompetência para Mato Grosso. 

Além de apoio à reeleição do seu antigo vice e atual governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), a publicação soou como recado aos demais pré-candidatos. Os principais rivais cotados são o senador Wellington Fagundes (PL), senador Jayme Campos (União), empresário Marcelo Maluf (PSDB), ex-prefeito José Carlos do Pátio (PV) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD).

A duração que ficou: escolhas ruins trazem consequência desastrosas. Mato Grosso já viveu isso antes…Há um certo tempo, votamos em quem só trouxe corrupção. Em seguida, em quem quase quebrou o Estado por incompetência”, afirmou.

Mendes classificou Pivetta como capacitado para garantir quatro anos de prosperidade para o desenvolvimento de Mato Grosso. 

Em outubro deste ano, também teremos a oportunidade de fazer boas ou más escolhas Podemos escolher 4 anos de prosperidade ou 4 anos da fusão de corrupção e incompetência. Qual será a nossa decisão?”, questionou.

“O vexame da Seleção Brasileira foi só o resultado desastroso de uma série de escolhas ruins. Na política, os mato-grossenses já sofreram o efeito disso em épocas passadas, quando elegemos políticos que deram as costas para o povo. Qual decisão vamos tomar esse ano?”, concluiu.

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Jayme Campos critica apoio de Mauro a Pivetta e diz que convenção decidirá futuro do União Brasil

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O senador Jayme Campos, em discurso ao lado do Ex-governador Mauro Mendes Crédito – Mayke Toscano/Secom

O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Jayme Campos (União Brasil), afirmou que a convenção estadual do partido, marcada para 30 de julho, definirá se a sigla terá candidatura própria nas eleições de 2026. Durante entrevista nesta terça-feira (7), ele criticou o apoio antecipado do ex-governador Mauro Mendes ao governador Otaviano Pivetta, alegando que a decisão foi anunciada sem consulta às lideranças do União Brasil. Jayme disse que manterá sua pré-candidatura e defenderá que a definição seja tomada de forma democrática pelos convencionais do partido.

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