Política MT
Terceiro maior município de MT, Rondonópolis não tem campus da Unemat
Em indicação, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) solicitou ao governo do estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec), a necessidade de instalação e construção de um campus da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), no município de Rondonópolis.
Nesta semana, o parlamentar chegou a usar a tribuna durante sessão plenária e cobrou um posicionamento do governador Mauro Mendes (DEM), já que a construção da sede é um pedido antigo. “O prefeito Zé do Pátio me disse que algum tempo já tem o terreno doado da Unemat e agora ele lançou um desafio ao governador que, se não iniciar essa obra em dois meses, ele mesmo vai iniciar em parceria com a sociedade de Rondonópolis, pois alguns empresários têm vontade de ajudar. Uma cidade do porte de Rondonópolis, que é a terceira maior do estado e a segunda maior economia, não tem Unemat e vários outros municípios bem menores têm”, declarou Claudinei.
Atualmente, a Unemat de Rondonópolis é uma extensão do campus do município de Alto Araguaia, funcionando de modo precário nas instalações da Escola Estadual Professora Estela Maris Valeriano da Silva. A instituição já oferece cursos regulares de Letras, Direito e Computação. No entanto, a expansão do Ensino Superior no município de Rondonópolis fica limitada pela falta de estrutura.
Recentemente, o Delegado Claudinei também indicou ao governo do estado, a necessidade de expandir o ensino oferecido pela Unemat em Rondonópolis através das indicações 4318/2019, 4267/2019 e 4261/2019 com a construção da sede de laboratórios e instalação dos cursos de Medicina e Agronomia.
“Queremos lembrar que o município de Rondonópolis já realizou a doação de um terreno para a construção da sede da Unemat e a apresentação dessa indicação ao Poder Executivo é para que empreenda os esforços necessários para instalação e construção da sede da universidade. Então, diante da colaboração do município, com a doação do terreno e elaboração do projeto arquitetônico do prédio, entendemos que esta solicitação vai de encontro com os propósitos do governo para expansão dos investimentos em Educação”, finaliza.
MAIS DEMANDAS – Ainda em discurso na tribuna do plenário, o Delegado Claudinei disse que o governador tem que parar de falar “não” para Rondonópolis. “Faltam reparos nas escolas. Não tem como arrumar os ares-condicionados das escolas estaduais, então nós mesmos fizemos uma parceria e conseguimos arrumar 10 ares-condicionados para a Escola Estadual André Maggi. Quero agradecer o empresário Daniel. O governador fala não para a Saúde de Rondonópolis quando não atualizam os valores das planilhas da Santa Casa, valores defasados das Unidades de Terapias Intensivas (UTIs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital Regional ele não leva imóveis e equipamentos para as alas que foram recém-construídas”, criticou.
O deputado disse ainda que na Segurança Pública, o Governo do Estado não repôs os delegados de policias que foram removidos ou substituídos, nem mesmo reforma o Batalhão da Polícia Militar. “O governador só fala não, mas o momento é agora. Faço uma sugestão para marcarmos uma reunião com o prefeito e os deputados de Rondonópolis Nininho, Sebastião Rezende e Thiago Silva, que são da base do Governo. Ou o Estado vai ficar assistindo a Prefeitura e a sociedade construírem esse prédio da Unemat?”, finalizou Delegado Claudinei.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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