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Aprosoja alerta produtores sobre a importância da análise de fertilizantes

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Sustentabilidade

Aprosoja alerta produtores sobre a importância da análise de fertilizantes

O resultado final do CT soja será finalizado em março de 2020

12/11/2019

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) faz um alerta aos produtores rurais quanto a importância de efetuar a análise dos fertilizantes aplicados na lavoura. A preocupação surgiu da verificação das amostras desses insumos, coletadas durante o projeto Circuito Tecnológico Etapa Soja, que percorreu as quatro regiões do Estado este ano.

Em sua 11ª edição, resultados parciais do CT Soja demonstram a reprovação de 31,9% das amostras de fertilizantes coletados e encaminhados para análise em laboratórios credenciados. “Essa pesquisa é de suma importância para o produtor. E serve para alertá-los a fazerem sua própria análise também, a confiarem a laboratórios credenciados e acreditados pela Embrapa e o Ministério da Agricultura”, pontuou o diretor administrativo da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber.

Gerente Sustentabilidade Socioambiental da Aprosoja Mato Grosso, Marlene Lima, orienta que os produtores que tiveram problemas com fertilizantes devem procurar a empresa fornecedora e cobrar os devidos esclarecimentos. “Até por se tratar de direito do consumidor. Temos casos de produtores que tiveram problemas com fertilizantes, como resultados muito aquém do esperado, eles reclamaram e foram ressarcidos pela empresa fornecedora”, orientou.

Amostras – As amostras são coletadas nas fazendas do Estado pelos supervisores de projetos da entidade. São analisadas em laboratórios que tem tradição em análise química de fertilizantes. Posteriormente o resultado da análise é comparado com a garantia informada pelo fabricante, onde é feito um laudo, realizado por um consultor técnico independente (contratado pela Aprosoja-MT), com vasta experiência em fertilizantes. Neste laudo ele avalia cada amostra individualmente e considera todos os nutrientes informados da garantia pelo fabricante.

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Marlene Lima lembra ainda que é importante informar que “para fazer o laudo, o consultor considera a legislação vigente a qual os fertilizantes fazem parte, que é regida pelo Ministério da Agricultura, onde a lei destaca que, para um fertilizante ‘não conforme’ (reprovado), há uma tolerância entre o valor encontrado na análise química e o valor da garantia dada pelo fabricante”.

Circuito Tecnológico – Idealizado para realizar um raio-x em quesitos técnicos, estruturais, de gestão da propriedade, de mão de obra e quesitos legais, o Circuito Tecnológico Etapas Soja e Milho garantem a melhoria contínua dos sistemas produtivos e das ações das entidades da classe dos produtores rurais.

A expedição pode identificar demandas de novos projetos ou mesmo reiterar demandas já conhecidas do agricultor, como a fiscalização da qualidade das sementes de soja e a de fertilizantes e estimativa de safra. Com os dados dos questionários compilados e as análises de amostras de sementes e fertilizantes coletadas em campo, é gerado relatórios, notícias, apresentação dos resultados em reuniões e informações ao produtor rural.

Iniciado em julho de 2019, o 11º Circuito Tecnológico Etapa Soja, até o momento recolheu 668 amostras de fertilizantes, foram 623 laudos prontos e enviados, e ainda, foram entregues ao produtor via whatsApp, o parecer técnico mais o laudo das análises. Foram 66 municípios participantes e 386 propriedades. O resultado final desta etapa deve ser finalizado em março de 2020.

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Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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