Política MT
Indicação garante melhorias na infraestrutura do Parque Sagrada Família de Rondonópolis
Delegado Claudinei, no início do mandato parlamentar, apresentou indicação para a prefeitura de Rondonópolis para atender as necessidades do bairro

Obras no bairro Sagrada Família iniciaram neste mês de julho- Foto: Assessoria
Uma das primeiras proposições apresentadas no mandato do deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), foi a indicação de n.º 539/2019 para melhorias na infraestrutura do bairro Parque Sagrada Família e encaminhada à prefeitura de Rondonópolis (MT). Já em fase de execução, neste mês de julho, a gestão municipal iniciou as obras de drenagem e pavimentação asfáltica orçadas em cerca de R$ 30 milhões.
“Fico satisfeito de ver o movimento dos operários, maquinários e materiais para trazer melhorias para a comunidade local. A adequação da infraestrutura no bairro Sagrada Família vai trazer mais conforto e bem-estar para os moradores e, também, na trafegabilidade de veículos no período chuvoso, sendo uma das maiores queixas por causa dos atoleiros e buracos”, posiciona Claudinei.
Além da falta de asfalto, o Parque Sagrada Família também não conta com drenagem de águas pluviais, iluminação pública, entre outros aspectos que interferem na qualidade de vida dos moradores. “A falta de um sistema de drenagem de águas pluviais ocasionava pequenas enchentes, tornando o modo de vida insalubre na região. Apresentei no dia 20 de março de 2019, a indicação e, graças a Deus, o prefeito Zé do Pátio teve um olhar para essa comunidade. Sei que tiveram outros representantes da classe política que se movimentaram para concretizar este sonho. Agora se tornou realidade para quem vive no bairro há muitos anos”, diz o deputado.
Realidade
Moradora há 22 anos no Parque Sagrada Família, Aparecida Cardoso conta que umas das dificuldades enfrentadas no bairro foram a formação de corredeiras de água, buracos e lamas por causa das chuvas. “A rua nunca fica do jeito que a gente quer, no período das chuvas. A chuva vem com a enxurrada, infelizmente atinge a frente da minha casa. Sempre tem algum empecilho. Tanto que na época da seca é muita poeira”, reclama.
Com o movimento das obras, Aparecida conta que está muito feliz e que os moradores merecem chegar em suas residências com dignidade já que pagam corretamente os seus impostos. “A gente paga imposto, tudo certo, e a gente fica até sem graça quando fala onde mora, pois fica até difícil as visitas chegarem de carro aqui. Vendo a obra começar, agora pagamos os impostos com satisfação. Agora, podemos fazer uma calçada, organizar a casa. Na seca, em nossas moradias, nada fica limpo por causa da poeira”, salienta.
A Ordem de Serviço para o início das obras em algumas ruas do Parque Sagrada Família ocorreu no dia 20 de julho, pela prefeitura de Rondonópolis por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura. O prazo para execução das obras está estimado para um ano, em que haverá a pavimentação asfáltica de cerca de 33 km.
Política MT
Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.
Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.
A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.
Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.
Concessão assinada
O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.
“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.
A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.
Política MT
Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Foto-Assessoria
Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.
A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.
“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.
O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.
“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.
A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.
O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
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