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Aeroportos tendem a ampliar uso de cibersegurança, gerenciamento de ocupação e biometria

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Estas são as tendências apontadas pela Genetec quando se fala em segurança aeroportuária, apesar de muitos pensarem só no raio-X das bagagens ou no detector de metais, a segurança física do setor vai muito além com desafios e tendências particulares, em especial diante da pandemia

São Paulo, 30 de março de 2021 – O mercado global de segurança de aeroportos ultrapassou 10 bilhões de dólares em 2019, de acordo com relatório da Fortune Business Insights, e os investimentos se mostram cada vez mais necessários. As normas de segurança foram sendo redesenhadas e aprimoradas ao longo dos anos, de acordo com a evolução do setor e com novas ameaças. Na década de 1970, uma das grandes preocupações era o sequestro de aeronaves. Em 2001, o 11 de setembro fez com que o terrorismo se tornasse prioridade na segurança dos aeroportos. Hoje, o distanciamento social imposto pela pandemia e a cibersegurança estão entre os principais pontos de atenção para os administradores aeroportuários.

Depois de realizar análises de mercado e reuniões com diversos players, a Genetec, fornecedora líder de tecnologia de soluções unificadas de segurança, segurança pública, operações e inteligência de negócios, preparou um documento que aponta as principais tendências em segurança do setor, que vive um momento muito desafiador com a pandemia da Covid-19.

“Aeroportos são locais de grande fluxo de passageiros, com vários pontos de entrada e saída, o que, por si só, é um desafio. O controle de acesso às áreas restritas e a identificação de pessoas sempre foram pontos essenciais na segurança. Há algum tempo, temos apontado como a transformação digital está impactando nesse processo e constatamos que, neste momento, as tendências do mercado são buscar mais eficiência nos processos de automação e autoatendimento, investir no uso de biometria e tecnologias sem contato, além de gerenciar o fluxo de pessoas”, explica Fabio Juvenal Ferreira, Gerente da Vertical de Cidades e Infraestruturas da Genetec. Isso mostra que cada vez mais as soluções de segurança integradas, além de mitigar os riscos físicos, contribuirão para uma melhor experiência para os passageiros

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A Genetec acredita que a tecnologia touchless, embora cara para implementar, é o futuro das viagens. Check-ins e embarques com leitores biométricos, recursos de reconhecimento facial e documentos virtuais estão sendo testados ou gradualmente implantados em diferentes aeroportos para proporcionar uma jornada com menos contato para os passageiros, algo essencial para a retomada do setor em um mundo de rígidas regras sanitárias.

As soluções da Genetec estão presentes em diversos aeroportos pelo mundo, 27 deles na América Latina e 17 só no Brasil. Entre eles, o recém-renovado Floripa Airport , o BH Airport – um dos maiores em termos de conexões no Brasil – e o RioGaleão , além da implementação em Congonhas, que deverá ser concluída em breve. Isto significa impacto anual no embarque de 90 milhões de passageiros anualmente, somente no Brasil.

Ao estudar os dados do setor e preparar seu relatório de tendências, a Genetec identificou pontos de atenção específicos para diferentes regiões. “Na América Latina, além dessas questões mencionadas, vemos que é muito importante o controle de perímetro, ou seja, monitoramento de todo o entorno do aeroporto, que normalmente são áreas de pouca circulação de pessoas e pouca iluminação, o que favorece roubos, inclusive de cargas”, completa Ferreira.

As soluções da Genetec também atendem a uma das principais necessidades do mercado de tecnologia – a cibersegurança. “Isso porque sabemos que para oferecer segurança física é preciso total atenção aos ataques virtuais, cada vez mais constantes, o que nos faz trabalhar para oferecer a maior proteção possível em termos de cibersegurança, especialmente levando em conta a responsabiliade imposta aos operadores no âmbito da LGPD”, detalha Ferreira.

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O Sistema da Genetec aponta, por exemplo, quando um equipamento precisa de atualização de firmware e é o único no mundo que possui certificação de acordo com o padrão UL 2900, nível 3. “Neste sentido, todos os nossos parceiros tecnológicos devem possuir o mesmo padrão de engajamento, haja vista que os custos de um vazamento de dados podem ser infinitamente maiores que o investimento em segurança”, ressalta Ferreira.

Projeção de crescimento no pós-covid.

A indústria da aviação vem sofrendo desde 2020 com a redução do fluxo de passageiros, os custos da força de trabalho e a queda nas receitas. Foi uma mudança repentina e radical nas operações. De acordo com a ACI World, o tráfego global de passageiros havia caído a uma taxa sem precedentes de -94,4% em abril de 2020 considerando o período de um ano. Os aeroportos agora lidam com incertezas e o desafio de tomar decisões urgentes, a fim de voltar à rota da forma mais rápida e tranquila possível.

Mesmo assim, com o controle da pandemia, as projeções para o setor são de crescimento do tráfego aéreo e, consequentemente, do número de pessoas circulando nos aeroportos. O gerenciamento de ocupação e o controle do fluxo de pessoas já vinha se tornando cada vez mais importante, até para evitar a formação de filas e melhorar a experiência do passageiro. “Agora, com as questões sanitárias em mente, isso se torna algo essencial. Por isso, é necessário que os aeroportos tenham não apenas bons equipamentos, mas pessoal muito bem treinado e uma solução que receba imagens e dados e entregue informações inteligentes”, diz Ferreira .

A Genetec ainda é pioneira em permitir a unificação da segurança de forma totalmente integrada com a AODB (Airport Operations Data Base), que permite ainda gerenciar múltiplos eventos por intermédio da correlação entre os dados de segurança e os dados operacionais do aeroporto. “Com as informações dos bilhetes vendidos, check-in online realizados e presenciais que serão realizados, é possivel prever quantas posições de check-in, inspeção ou controle de passaporte serão necessárias para manter o distanciamento seguro e cumprir com as normas regulamentais. Outro benefício é poder prever a ocupação de uma sala de embarque no caso de possível atraso de uma aeronave em voo ou na partida, além de outras inúmeras possibilidades”, explica Ferreira.

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A partir do Security Center , uma plataforma unificada e amigável de gestão da segurança, a Genetec entrega soluções integradas de videomonitoramento, controle de acesso e leitura de placas, interligadas também com os sistemas de gestão dos aeroportos. Ao centralizar as informações e apresentá-las de forma estratégica, a plataforma permite uma tomada de decisão mais rápida e assertiva em situações das mais simples às mais complexas, como a formação de filas no check-in, um roubo ou até mesmo uma tentativa de invasão à pista.

Confira a lista de tendências do setor de aeroportos:

América Latina

1 – Cibersegurança

2- Monitoramento do nível de ocupação

3- Fluxo de passageiros

4- Eficiência em processos e automação

Global

1- Tecnologia sem contato

2- Biometria

3- Parcerias e colaborações

4- Automação / Autoatendimento

5- Uso eficaz de dados para eficiência operacional / interconectividade do sistema

6- Gerenciando ocupação e distanciamento físico

7- Robótica

8- Inteligência Artificial e Machine Learning

9- Digital twin

10- Análise preditiva

11- Gerenciar o fluxo de passageiros / melhorar a viagem do passageiro

12- Cibersegurança

13- Gerenciamento de intrusão de drones

14- 5G em aeroportos

15- Sustentabilidade

Para mais informações sobre as soluções Genetec para aeroportos, acesse http://resources.genetec.com/airports .

Nacional

O que é o PlanMob-Brasil e como ele pretende transformar a mobilidade urbana

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Plano Nacional de Mobilidade Urbana está sendo elaborado por meio de uma consulta pública; sugestões podem ser enviadas até 3 de julho
O que é o PlanMob-Brasil e como ele pretende transformar a mobilidade urbana

                                                                                                                                                                   Rovena Rosa/Agência Brasil
O deslocamento nas cidades brasileiras vai muito além de carros e vias. Mobilidade urbana significa garantir que as pessoas consigam acessar trabalho, escola, saúde, lazer e serviços essenciais com segurança, eficiência e qualidade de vida. É nesse contexto que o Ministério das Cidades vem construindo o Plano Nacional de Mobilidade Urbana, o PlanMob-Brasil.

Clique aqui para participar da consulta pública do  PlanMob-Brasil.

Coordenado pela Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana (Semob), o plano será um instrumento estratégico para orientar ações e investimentos públicos e privados voltados à mobilidade urbana em todo o País, com foco em cidades mais acessíveis, sustentáveis, seguras e integradas.

A construção do PlanMob-Brasil está alinhada à Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), instituída em 2012, que estabeleceu diretrizes para integrar os diferentes modos de transporte e melhorar a acessibilidade nos municípios brasileiros. A política também reforçou a importância do planejamento urbano, priorização do transporte público coletivo e da mobilidade ativa, como caminhadas e bicicletas.

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O plano evidencia os desafios enfrentados diariamente pela população brasileira, como congestionamentos, longos tempos de deslocamento, perda de qualidade do transporte público, desigualdades territoriais e aumento dos sinistros de trânsito e impactos ambientais causados pelo excesso de veículos individuais motorizados.

Segundo o secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Marcos Daniel Souza dos Santos, o PlanMob Brasil é um instrumento essencial para o planejamento estratégico da mobilidade no país.

“O PlanMob Brasil é um importante instrumento de planejamento de longo prazo, que vai orientar as ações dos municípios, dos estados e, especialmente, do governo federal. Queremos avançar ainda mais, mas para isso precisamos ouvir a sociedade e construir soluções cada vez melhores. A mobilidade é um tema fundamental para o desenvolvimento do Brasil e exige uma visão integrada e de longo prazo. Precisamos nos organizar como país e não perder de vista o horizonte de investimentos que já vem sendo construído. É necessário consolidar a mobilidade e o transporte como prioridades na agenda nacional”, destacou.

Com um enfoque de equidade e acesso às oportunidades das cidades, e de sustentabilidade ambiental, PlanMob-Brasil também pretende abordar temas como mobilidade ativa e micromobilidade, transporte público coletivo, gestão do território, e desenvolvimento institucional e governança, considerando as diferentes realidades urbanas do país.

A proposta é fortalecer a atuação da União, de forma coordenada com estados e municípios, promovendo maior integração entre políticas públicas, planejamento urbano e ações e investimentos em mobilidade. O plano também dialoga com iniciativas já desenvolvidas e em desenvolvimento pelo Governo Federal, como o Novo PAC, o Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), o Novo Marco Legal do Transporte Público Coletivo, o Programa Bicicleta Brasil, a Estratégia Nacional de Promoção da Mobilidade por Bicicleta (Enabici), o Plano Clima, o Pnatrans e a plataforma Viabiliza.

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Com perspectiva de longo prazo e ampla participação social, o PlanMob-Brasil busca consolidar uma visão de futuro para a mobilidade.

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Comissão aprova proposta para consórcios municipais de inovação

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A Comissão de Ciência e Tecnologia e de Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4076/25, do deputado José Medeiros (PL-MT), que autoriza municípios a celebrar convênios intermunicipais e contratar consórcios públicos para viabilizar projetos de tecnologia e inovação.

O texto altera a Lei de Inovação (Lei 10.973/04) para permitir que prefeituras se associem no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A medida busca facilitar o acesso de municípios, principalmente os de menor porte, a soluções tecnológicas.

A Lei de Inovação já permite que entes da Federação formem alianças estratégicas para o desenvolvimento de inovações. Essas parcerias podem contemplar redes e projetos internacionais de pesquisa tecnológica, ações de empreendedorismo e criação de ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Medeiros afirmou que municípios de menor porte têm dificuldades para desenvolver projetos de inovação pela falta de recursos, escala e expertise. Segundo ele, é comum a contratação separada de empresas de consultoria, apesar de as carências serem compartilhadas por várias prefeituras. “Devido a essa falta de integração, há uma dificuldade muito grande para que essas unidades federativas possam identificar, contratar, desenvolver e incorporar serviços e produtos inovadores”, disse.

Aliança estratégica
O texto foi aprovado com alteração do relator, deputado Lucas Ramos (PSB-PE), para reforçar que os convênios e consórcios servem para viabilizar alianças estratégicas e desenvolvimento de projetos cooperativos. “A redação proposta reforça a segurança jurídica e a clareza do comando normativo, sem alterar o mérito da iniciativa, mas aprimorando sua aderência ao ordenamento vigente e sua aplicabilidade prática”, afirmou.

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Para Ramos, a proposta dialoga diretamente com a necessidade de fortalecimento das capacidades institucionais locais, especialmente nos municípios de menor porte, por meio da atuação em rede e do compartilhamento de recursos, competências e infraestrutura.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão pode votar regulamentação do trabalho por aplicativo; conheça a proposta

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A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a regulamentação dos serviços de transporte e entrega por aplicativo no país poderá votar, na próxima terça-feira (14), o parecer do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), ao Projeto de Lei Complementar 152/25, do deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

Em relação à primeira versão, de dezembro de 2025, o novo parecer publicado no último dia 7 de abril enfatiza ainda mais o caráter autônomo do trabalho e redefine a abrangência e o peso de certas obrigações. Segundo Coutinho, as mudanças refletem o resultado dos debates e o empenho por um consenso que permita a aprovação da matéria.

“O novo substitutivo materializa o esforço de buscar um texto politicamente viável que, ao mesmo tempo, mantenha conquistas importantes para os trabalhadores”, diz o relator no parecer.

A nova versão consolida o termo “trabalhador autônomo plataformizado”, reforçando que a relação intermediada pela plataforma não cria vínculo empregatício entre o trabalhador e a empresa ou o usuário.

O texto deixa claro o direito do trabalhador de gerenciar livremente seu tempo e de se cadastrar em múltiplas plataformas. Proíbe também metas de tempo mínimo de trabalho e punições para quem recusar serviços ou ficar offline.

Entre outras alterações, o substitutivo foca apenas no transporte de passageiros e em entregas de bens, eliminando a categoria genérica de “outros serviços” via plataformas; e exclui diversos dispositivos relacionados aos direitos dos usuários, remetendo, nesses casos, ao Código de Defesa do Consumidor.

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Pontos de apoio e infraestrutura para motoristas, que eram direitos garantidos na primeira versão do parecer, passam a ser “diretriz de política pública” na nova versão, que prevê instalação gradual e sem exigência imediata.

Fernando Frazão/Agência Brasil
Pontos de apoio e infraestrutura para motoristas passam a ser “diretriz de política pública”

A nova versão estrutura as regras nos seguintes eixos centrais:

Previdência Social

  • Trabalhador autônomo plataformizado: é segurado obrigatório na categoria de contribuinte individual. Paga 5% sobre o salário de contribuição, que corresponde a 25% de sua remuneração bruta mensal.
  • Plataformas: a regra geral é o recolhimento de 20% sobre a mesma base de cálculo (os 25% da remuneração bruta do trabalhador).
  • Modelo alternativo: as plataformas podem optar por contribuir com 5% sobre a receita bruta obtida no mercado brasileiro.

Ganhos, taxas e remuneração

  • Natureza dos ganhos: os ganhos do trabalhador são divididos em duas partes:
    • 25% são considerados renda (base para impostos e Previdência)
    • 75% servem para cobrir custos, como combustível e manutenção
  • Taxas de retenção: as plataformas podem cobrar uma taxa mensal fixa ou taxas por serviço. No caso de taxas por serviço, a média não pode ultrapassar 30% (ou 15% em modelos híbridos com taxa mensal). O cálculo deve ser feito de forma individualizada a cada sete dias.
  • Remuneração para entregas:
    • por serviço — piso de R$ 8,50 para trajetos de até 3 km (automóvel) ou até 4 km (moto, bicicleta ou a pé).
    • Por tempo trabalhado — valor não inferior ao proporcional a dois salários-mínimos por hora efetivamente trabalhada (contada do aceite à entrega).
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Gorjetas e promoções: as gorjetas devem ser repassadas integralmente e não integram a remuneração bruta. Descontos e promoções oferecidos pela plataforma aos usuários não podem ser descontados do trabalhador ou usados para abater o limite das taxas.

Benefícios adicionais

  • Benefícios fiscais: isenção de IPI e IOF na compra de carros e motocicletas nacionais para profissionais que comprovem ao menos 2.000 horas de serviço nos últimos 12 meses.
  • microempreendedor: motoristas enquadrados como trabalhadores autônomos plataformizados não podem ser microempreendedores individuais (MEI).

Foram excluídos da nova versão benefícios como a gratificação de 30% em dezembro, os adicionais para trabalho noturno, domingos e feriados, e a possibilidade de formação de reserva (poupança) custodiada pela plataforma.

Trabalho, segurança e transparência

  • Justiça: compete à Justiça do Trabalho julgar casos envolvendo os contratos dos trabalhadores autônomos plataformizados.
  • Seguro: obriga as plataformas a contratarem seguro de vida e integridade física com capital mínimo de R$ 120 mil.
  • Transparência: assegura aos motoristas direito de receber relatórios detalhados (por serviço e consolidados a cada 30 dias) com valores, taxas e retenções. Decisões automatizadas sensíveis (como bloqueios) devem ser passíveis de revisão humana.
  • Dever de Diligência: obriga as empresas a prevenirem cadastros falsos e garantirem a identidade real do trabalhador.

Regras para punições

  • Contratos: exige contrato escrito e claro definindo prazos, formas de remuneração, obrigações de conduta e critérios para distribuição de ofertas de serviços.
  • Bloqueios e suspensões: antes de suspender, bloquear ou punir trabalhadores, as plataformas devem prever sanções em contrato, notificar o trabalhador dos fatos, conceder prazo para defesa e decidir apenas após avaliá-la — proibindo cláusulas genéricas e vagas.
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Por fim, foram removidos na nova versão o limite de jornada de 12 horas, o tempo mínimo de 15 segundos para aceite, o botão de pânico obrigatório no aplicativo e o direito de mulheres atenderem apenas mulheres.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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