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ALMT homenageia os 45 anos da Associação de Produtores de Semente de Mato Grosso

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma sessão especial em homenagem aos 45 anos da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat). Proposto pelo deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), o evento foi realizado em parceria com o vereador Renan Dourado (Republicanos) e ocorreu na Câmara Municipal de Rondonópolis, reconhecendo a contribuição da entidade para o desenvolvimento do setor sementeiro no estado. A solenidade foi realizada na noite desta terça-feira, 10 de junho.

Durante a solenidade, foram homenageados os 15 produtores que presidiram a Associação desde a criação da Aprosmat, em 1980. Entre eles, três receberam a honraria in memoriam, em reconhecimento à sua contribuição para o fortalecimento da associação e do agronegócio mato-grossense.

Em seu discurso, o deputado Carlos Avallone destacou a importância da Aprosmat como referência nacional na produção de sementes de alta qualidade, ressaltando o papel da entidade na consolidação de Mato Grosso como líder na produção agrícola do país.

“Essa homenagem é o reconhecimento pela inovação, pelo trabalho e pelo pioneirismo de um grupo de pessoas que construíram a história da Aprosmat”, enfatizou o parlamentar. “Mais do que isso, construíram a história do agro mato-grossense. Eles também participaram da fundação do IPA (Instituto Pensar Agropecuária) em nível nacional, da fundação em Mato Grosso, da criação da Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão) e continuam ativos em todas essas iniciativas. É um grupo que, há 45 anos, luta pelo fortalecimento da agricultura no nosso estado”, concluiu Avallone.

O vereador Renan Dourado destacou a parceria com o Parlamento estadual para homenagear a entidade fundada no município, mas que alcançou uma representatividade social para todo país. “Essa homenagem é uma homenagem do deputado Carlos Avallone. Fiquei feliz de ele escolher Rondonópolis como para entregar essas moções. E a importância não só para Mato Grosso, como para todo o Brasil. Todos nós sabemos que o agronegócio sustenta o PIB (Produto Interno Bruto) nacional praticamente e a Aspromat é parte dessa história de sucesso do agro mato-grossense”, defendeu Dourado.

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Reconhecida por seu trabalho técnico e institucional, a Aprosmat investe em ações de qualificação dos produtores e na adoção de práticas sustentáveis, o que a torna uma das entidades de classe mais respeitadas do estado.

Para o presidente da entidade, Nélson Croda, reconhecer a trajetória dos associados que fundaram e presidiram a associação é valorizar o esforço dos produtores que ajudaram a consolidar o agro mato-grossense. “A gente fica muito grato. Hoje tem vários ex-presidentes que contribuíram muito para o sucesso da associação que hoje é muito conhecida no Brasil e no mundo”, afirmou com orgulho Croda.

“A semente é o início de tudo, então para ter uma lavoura de sucesso, uma lavoura produtiva é muito importante a semente. Ela é vital e nada melhor do que usar uma semente certificada, oriunda de alta tecnologia com garantia de produtividade, que é o que entregamos para os produtores”, afirmou o presidente da Aspromat.

Um dos agraciados é o produtor Gutember Silveira que esteve à frente da entidade de 2017 a 2020. Ele explicou sobre a contribuição da Aprosmat para o desenvolvimento do agronegócio, em parcerias públicas e privadas, para garantir a sanidade do setor. “A Aprosmat tem um fundo, que é o fundo da semente. Esse fundo destina parte do recurso arrecadado para o Indea (Instituto de Defesa Agropecuária do Estado) para fazer fiscalização. Nós temos em torno de 62 veículos locados e cedidos ao Indea. Além de equipamentos, computador, treinamento do pessoal, tudo isso a gente participa para que a segurança, a sanidade, seja o principal fator que sustenta o estado na exportação. Então a gente tem que estar muito preparado para que não tenha nenhum problema sanitário, de qualidade do nosso produto, que é produzido aqui no estado”, defendeu.

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Carlos Ernesto Augustin, conhecido como Teti, presidiu a Associação de 2013 a 2016. Hoje ele é assessor especial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e destacou que a trajetória do grupo abriu caminho para formação de outras entidades que garantiram o desenvolvimento e o fortalecimento, inclusive na criação de políticas públicas voltadas para o setor.

“A história da Aspromat é muito ampla, porque isso é 40, 50 anos atrás. Nós não tínhamos outra associação que representasse nossos anseios. Tinha Famato (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso), mas era muito ligado à pecuária, e as causas principais da agricultura acabaram se reunindo na Aspromat. Eu diria que foi o começo das associações agrícolas de Mato Grosso, que depois acabaram criando novas associações, como a Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão), como a Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso), também a Fundação MT, que iniciou dentro da Aspromat. Eu, diria sem sombra de dúvida, que ela é a mãe das associações agrícolas do Mato Grosso”, explicou.

Participaram da solenidade o presidente da Câmara Municipal, Paulo César Schuh, vereadores e representantes de diversas entidades do agronegócio de Mato Grosso, além de familiares dos homenageados.

Aspromat – A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso foi fundada em 10 de junho de 1980 com o objetivo de fomentar o comércio de sementes no estado. Atualmente conta com 38 associados que recebem, em contrapartida, cursos e qualificações em uma agenda anual para seus colaboradores e executivos. Ela também atua orientando seus associados sobre legislações, portarias, notícias, informações técnicas e na defesa de seus interesses junto ao poder público e entidades de classe.

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Para apoiar os produtores, a Aprosmat implantou ainda três laboratórios: de análise de sementes, de nematologia e de patologia. O laboratório de sementes realiza testes de qualidade desde a pré-colheita até o pós-venda, e foi recentemente reconhecido como membro da International Seed Testing Association (ISTA), entidade global que define padrões para testes de sementes, com laboratórios associados em mais de 70 países.

Confira lista de homenageados:

Arno Schneider. Presidiu de 1980 a 1983.

Carlos Elyseu Mardegan (In Memorian). Presidiu de 1984 a 1985.

Gilberto Flávio Goellner. Presidiu de 1985 a 1990.

Senhor Cloves Felício Vettorato (In Memorian). Presidiu de 1990 a 19992

Álvaro Lourenço Ortolan Sales. Presidiu de 1992 a 1994.

Blairo Borges Maggi. Presidiu de 1994 a 1996.

João Carlos Carvalho (In Memorian). Presidiu de 1996 a 1998.

Christopher Barry Ward – Presidiu de 1998 a 2000.

Edeon Vaz Ferreira. Presidiu de 2000 a 2004.

Evandro Da Silveira. Presidiu de 2004 a 2006.

Elton Hamer. Presidiu de 2006 a 2008.

Pierre Marie Jean Patriat. Presidiu de 2009 a 2012.

Carlos Ernesto Augustin. Presidiu de 2013 a 2016.

Gutemberg Silveira. Presidiu de 2017 a 2022.

Nélson Croda. Atual Presidente, na gestão 2023 A 2026.

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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