Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Portal Agro

Deputado e vereador recebem pais de alunos da Escola Emanuel Pinheiro

Publicado

Foto: Assessoria

O deputado estadual Thiago Silva – MDB e o vereador Reginaldo Santos – PPS estiveram na manhã de quinta-feira (07), em reunião com pais de alunos da Escola Estadual Emanuel Pinheiro. O encontro aconteceu na Escola Estadual Professor Alfredo Marien. A unidade é o atual endereço dos mais 400 estudantes do Emanuel Pinheiro.

O tema da conversa foi a demora para a entrega do prédio da Escola Emanuel Pinheiro que está em reforma desde o início do ano de 2018. As obras estão paralisadas por falta de pagamento desde agosto do ano passado.

No mesmo ano, o governo anterior alugou um prédio onde funcionava um colégio particular e remanejou os estudantes. Segundo os pais, o local provisório oferecia ótima estrutura, mas devido a falta de pagamento do aluguel, o contrato não foi renovado.

O atual governo resolveu transferir os estudantes. O local escolhido foi a Escola Estadual Professor Alfredo Marien. A unidade recebeu adequações para atender os estudantes. Mas de acordo com os pais a estrutura é pequena e não atende a demanda. “A estrutura nesta escola é para adultos. Salas de aula construída para 20 estudantes estão com mais de 30. As professoras não conseguem dar suporte ao aluno, porque não conseguem transitar entre as carteiras. Até para uma criança ir ao banheiro é preciso mexer com toda a sala, caso o contrário ela não consegue sair. É uma situação muito complicada”, relata Elaine da Silva Claudino, mãe de um estudante de 9 anos.

Veja Mais:  Resultados do grupo de trabalho de agrometeorologia devem ficar prontos até 7 de maio

A preocupação da mãe é compartilhada por Ademilson Rodrigues Machado, pai de um de estudante de 7 anos. O responsável afirma que teme pela queda no aprendizado do filho. Segundo Ademilson, o garoto tem reclamado da superlotação da sala de aula, da falta de espaço e do calor excessivo. “Os professores e direção estão fazendo o que podem, mas o governo precisa agir. Nossas crianças estão em situação precária é vergonhoso o que está acontecendo”, protesta.

O vereador Reginaldo Santos elogiou o empenho de educadores das duas unidades em tentar manter a qualidade de ensino, mas cobra resposta imediata do Estado. “Entendo que o governo anterior deixou Mato Grosso comprometido, mas não adianta lamentar é preciso agir. Algumas questões são prioritária como a educação e a meu ver a conclusão da Escola Emanuel Pinheiro é uma urgência. São mais de 400 jovens estudando em local improvisado há mais de um ano”, lembra.

Durante a reunião, o deputado Thiago Silva, que é presidente da Comissão de Educação, entrou em contato com a Secretária Estadual de Educação Marioneide Angelica Kliemaschewsk. A gestora informou ao legislador que o atual governo está trabalhando para retomar o pagamento da empreiteira licitada para a execução do serviço no Emanuel Pinheiro. “A Secretária afirmou que está focando as atenções para que as pendências sejam resolvidas ainda em março e a obra seja entregue até o mês de julho. Tenho acompanhado de perto esta situação e estou confiando no governo Mauro Mendes. Estou à disposição de outros pais que queiram informações sobre este e outros casos. A educação é a nossa principal bandeira”.

Veja Mais:  Comunicado sobre a Ceplac

Em obras

A ordem de serviço para reforma total na Escola Emanuel Pinheiro foi assinada, pelo governo anterior em 11 de dezembro de 2017. As obras começaram no início de 2018. No contrato está previsto troca do telhado, nova pintura, troca do piso, azulejo e uma nova instalação elétrica na estrutura do prédio. O contrato foi avaliado em R$ 660.740,21. A obra deveria ser concluída no fim de 2018.

Outras escolas

Além da Emanuel Pinheiro, Thiago Silva também acompanha e tem cobrado respostas para os atrasos de obras nas Escolas Estaduais Marechal Dutra e Adolfo Augusto de Moraes.

Comentários Facebook

Portal Agro

“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

Publicado

Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

Comentários Facebook
Veja Mais:  Resultados do grupo de trabalho de agrometeorologia devem ficar prontos até 7 de maio
Continue lendo

Portal Agro

Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

Publicado

China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
Comentários Facebook
Veja Mais:  Técnicas sustentáveis de plantio preservam o solo e aumentam rendimento da produção
Continue lendo

Portal Agro

Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

Publicado

Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

Veja Mais:  Aprosoja-MT busca novas opiniões sobre uso do Dicamba

E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

Comentários Facebook
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana