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Polícia Comunitária realiza mês de prevenção à violência virtual

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Assessoria | PJC-MT

A violência virtual passa ser foco de ações desenvolvidas pelos projetos da Polícia Judiciária Civil em escolas da região metropolitana e do interior do Estado. Neste mês de abril foi dado início a campanha “Escola Segura”, em alusão a Lei nº 13.277, de 29/04/2016 que em no  Artigo 1º, instituiu o “Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola”. A data passa a ser celebrado, anualmente, no dia 7 de abril.

A primeira unidade escolar a receber a visita dos policiais no mês de abril foi à escola Elmaz Gattas em Várzea Grande, na terça-feira (02.04). Na escola foi realizada a ação “Escola Segura III”, para 385 alunos do ensino fundamental e médio, com diálogos entre estudantes, professores, Conselhos Tutelar e  Conselho Comunitário de segurança. Alunos deram depoimentos sobre a sensação de violência vivenciada na escola.

De acordo com o investigador Edmir Sena, gerente do projeto Rede Digital pela Paz, a estratégia de abordagem com os alunos é feita na forma de diálogo formativo, visando abordagem mais profunda, sobretudo, com base nos  acontecimentos ocorridos no município de Suzano, em São Paulo, que teve repercussão em algumas escolas em Mato Grosso, por conta de alunos influenciados pela violência passarem a disseminar mensagens de ataques, ocasionando  medo entre alunos e professores das unidades de ensino.

“Portanto cada vez mais a Polícia Civil, por meio dos projetos sociais, busca uma conversa leve, porém, responsável, expondo conceitos diferentes que caracterizam o comportamento que na maioria dos casos nasce dentro da escola torna-se crítica e reflexiva sobre o tema”, disse o policial.

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Levantamento feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) em 2015, por meio dos questionários da Prova Brasil, aponta que 50% dos professores já presenciaram algum tipo de agressão verbal ou física por parte de alunos contra profissionais da escola.

Já o Diagnóstico Participativo das Violências nas Escolas, feito pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais em parceria com o Ministério da Educação, mostra que 69,7% dos jovens afirmam ter visto algum tipo de agressão dentro da escola. Em 65% dos casos, a violência parte dos próprios alunos; em 15,2% , dos professores; em 10,6%, de pessoas de fora da escola; em 5,9%, de funcionários; e em 3,3%, de diretores.

O tipo de violência mais comum sofrida pelos alunos, segundo o diagnóstico, é o cyberbullying (28%): ameaças, xingamentos e exposições pela internet. Roubos e furtos respondem por 25%; ameaças, 21%; agressões físicas, 13%; violência sexual, 2%. Outros tipos não especificados respondem por 11%.

O investigador Ademar Torres mediou os diálogos e destacou a fala dos estudantes, dando protagonismo aos jovens. “Quando jovem fala para jovem a conversa é franca, isso desperta o interesse deles pelo tema e o surgimento de soluções para minimizar as violências no ambiente escolar”, disse.  

Dentre os tópicos abordados pelos investigadores  está o cyberbullying, que trata da prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar,também sobre o compartilhamento de fotos ou vídeos que façam menção a supostos ataques,  além de ser uma forma indireta de violência entre o agressor e as vítimas.

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A coordenadora Thalita de Almeida Moura, afirmou textualmente à investigadora Laura Léa, que nunca imaginou como educadora, pela amizade que se tem com os alunos que essa realidade de Suzano (SP) podia chegar próximo ao dia a dia, como as ameaças de ataque ou falsos ataques, bem como a veiculação de alguns armamentos em rede social nessas em escolas de Várzea Grande, motivo pelo qual a escola buscou parceria da Polícia Civil, Conselho Tutelar e da Segurança, para as palestras interativas com alunos e professores da escola.

 “Os estudantes puderam socializar suas angústias e também aproveitaram o momento para tirar algumas dúvidas. Isso também trouxe segurança de poder contar com esses profissionais nesse momento que nos angustias obre a violência que existe hoje. Esa parceria com a Polícia Civil é importante nessa luta, para que possamos conseguir  maior segurança aos nossos alunos e toda a comunidade escolar”, destacou.

A ação “Escola Segura” conta com apoio de policiais de outras unidades da Polícia Civil, da viatura blindada e Conselhos de Segurança e Conselho Tutelar. Os trabalhos seguem durante todo o mês de abril com agendamento previsto para mais oito escolas da região metropolitana.

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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

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A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.

O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.

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Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.

Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.

Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

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Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).

Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.

Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.

Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.

Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.

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