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Acidentes nas estradas de todo País causam mais de 30 mortes durante o feriadão

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Ultrapassagem em local proibido e embriaguez ao volante são dois dos principais motivos dos acidentes em estradas registrados durante a Operação Nossa Senhora de Aparecida de Polícia Rodoviária Federal
Alex de Jesus/O Tempo

Ultrapassagem em local proibido e embriaguez ao volante são dois dos principais motivos dos acidentes em estradas registrados durante a Operação Nossa Senhora de Aparecida de Polícia Rodoviária Federal

Mais de 30 pessoas morreram em acidentes nas estradas do Brasil durante o feriadão de Nossa Senhora de Aparecida que emendou a sexta-feira (12) com o final de semana. O número, apesar de alto, ainda pode crescer, já que muitas pessoas aproveitaram o Dia do Professor comemorado nessa segunda-feira (15) para aproveitar um pouco mais e só estão voltando para casa hoje.

Por esse motivo, nem todas as unidades estaduais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) já fizeram o balanço final dos acidentes nas estradas de todo País. O número divulgado até o momento, porém, já registra 33 acidentes com morte entre sexta e domingo, 2.094 ultrapassagens irregulares flagradas e mais de 17 mil motoristas multados, dos quais mais de 350 foram por embriagues no volante.

Apenas no estado do Rio de Janeiro, um dos mais visitados no feriadão, um morto e 53 feridos foram registrados nas estradas federais que cortam o estado.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, entre os 50 acidentes registrados no Rio, entre 11 e 14 de outubro, o mais grave foi o atropelamento de um pedestre na BR-040, na altura de Duque de Caixas, em que a vítima morreu.

O número de acidentes nas estradas e vítimas, felizmente, é bem menor do que o de 2017, quando de 12 a 15 de outubro, houve 86 acidentes, com 97 feridos e três mortos. Ainda assim, não deixa de ser alto considerando que o feriado desse ano teve um dia a menos do que o do ano passado.

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No total, só no Rio de Janeiro, foram registradas 2.241 infrações, sendo 286 ultrapassagens proibidas e 283 conduções de veículo sem que o motorista e/ou passageiro estivesse com o cinto de segurança.

A PRF-RJ também informou que foram feitos 1.739 testes de alcoolemia, o popular teste do bafômetros, que resutlaram em 16 autuações, além da apreensão de 25 carteiras de motorista, 112 documentos de veículos e 13 automóveis que estavam com irregularidades e podiam causar mais acidentes nas estradas.

Enquanto isso, em Minas Gerais, o número final de acidentes e vítimas ainda não foi divulgado, mas só através da conta oficial no Twitter da Polícia Rodoviária Federal de Minas Gerais é possível ver o relato de pelo menos sete acidentes graves envolvendo tombamentos de carretas na estrada, colisão frontal de veículo de passeio e caminhão, capotamento de veículo e o relato de pelo menos quatro mortes nas estradas do estado.

Já se sabe, porém, que o número é maior do que esse uma vez que em um único acidente seis pessoas de uma mesma família morreram, cinco mulheres e um homem, e nove ficaram feridas num acidente que ocorreu já nesta segunda-feira (15) na BR-381, em São Gonçalo do Rio Baixo, na Região Central de Minas Gerais, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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Ainda de acordo com a PRF, uma carreta e uma van bateram de frente no km 388, perto da ponte do Rio Una. De acordo com a corporação, a van saiu de Brasília (DF) com destino a Santa Bárbara do Leste, na Região Leste de Minas Gerais, para onde a família voltava após ter viajado ao Distrito Federal para participar de um aniversário de 80 anos de um outro familiar.

O acidente ocorreu por volta das 5h da manhã. Segundo os bombeiros que prestaram o primeiro atendimento, foi o motorista da van quem invadiu a pista contrária onde não é permitido ultrapassar e bateu de frente com a carreta. Com o impacto, o caminhão que transportava rejeitos de minério foi parar num barranco. Não chovia no momento do acidente.

Oito vítimas do acidente foram levadas para um hospital em João Monlevade e o motorista da van para o Hospital de Pronto-Socorro João XXII, em Belo Horizonte. Lá ele já recebeu quatro bolsas de sangue e está sendo estabilizado para depois passar por cirurgias. Outras duas pessoas que estavam na carreta e duas que estavam na van não precisaram de atendimento médico.

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Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina registrou 108 acidentes nas estradas federais que cortam o estado que resultaram em cinco vítimas fatais
Divulgação/PRF-SC

Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina registrou 108 acidentes nas estradas federais que cortam o estado que resultaram em cinco vítimas fatais

Já em Santa Catarina, a PRF-SC informou que registrou 108 acidentes, nos quais 140 pessoas se feriram e cinco pessoas morreram. Nesse caso, portanto, apesar da queda no número de acidentes (-26%) e feridos (-7,8%), houve duas vítimas fatais a mais nas rodovias federais que cortam o estado (+66%) do que no ano passado mesmo com um dia a menos de feriado.

As cinco mortes ocorreram em três acidentes nas rodovias federais BR 101 e 282. Na quinta-feira (11), uma colisão traseira na BR 101 em Palhoça (SC) resultou em um óbito. Na sexta-feira (12) uma colisão lateral na BR 101 também deixou uma vítima e uma colisão transversal na BR 282 em Pinhalzinho matou duas pessoas. Já no domingo (14), um acidente na saída de pista da BR 282, em Maravilha, novamente resultou na morte de uma pessoa.

Apesar do mau tempo nas estradas durante quase todo o feriado, a Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina também afirmou que os radares fotográficos registraram 2.292 imagens de veículos acima da velocidade máxima permitida.

Além desses, outros 2.045 autos de infração foram lavrados devido a outras causas diversas sendo 87 por conta da embriaguez de motoristas que estava dirigindo sob efeito de álcool e 260 por ultrapassagem em local proibido que poderia resultar em mais acidentes nas estradas
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*Com informações das Polícias Rodoviárias Federais

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Nacional

Comissão aprova proposta para consórcios municipais de inovação

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A Comissão de Ciência e Tecnologia e de Inovação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4076/25, do deputado José Medeiros (PL-MT), que autoriza municípios a celebrar convênios intermunicipais e contratar consórcios públicos para viabilizar projetos de tecnologia e inovação.

O texto altera a Lei de Inovação (Lei 10.973/04) para permitir que prefeituras se associem no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A medida busca facilitar o acesso de municípios, principalmente os de menor porte, a soluções tecnológicas.

A Lei de Inovação já permite que entes da Federação formem alianças estratégicas para o desenvolvimento de inovações. Essas parcerias podem contemplar redes e projetos internacionais de pesquisa tecnológica, ações de empreendedorismo e criação de ambientes de inovação, como incubadoras e parques tecnológicos.

Medeiros afirmou que municípios de menor porte têm dificuldades para desenvolver projetos de inovação pela falta de recursos, escala e expertise. Segundo ele, é comum a contratação separada de empresas de consultoria, apesar de as carências serem compartilhadas por várias prefeituras. “Devido a essa falta de integração, há uma dificuldade muito grande para que essas unidades federativas possam identificar, contratar, desenvolver e incorporar serviços e produtos inovadores”, disse.

Aliança estratégica
O texto foi aprovado com alteração do relator, deputado Lucas Ramos (PSB-PE), para reforçar que os convênios e consórcios servem para viabilizar alianças estratégicas e desenvolvimento de projetos cooperativos. “A redação proposta reforça a segurança jurídica e a clareza do comando normativo, sem alterar o mérito da iniciativa, mas aprimorando sua aderência ao ordenamento vigente e sua aplicabilidade prática”, afirmou.

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Para Ramos, a proposta dialoga diretamente com a necessidade de fortalecimento das capacidades institucionais locais, especialmente nos municípios de menor porte, por meio da atuação em rede e do compartilhamento de recursos, competências e infraestrutura.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada por Câmara e Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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Nacional

Comissão pode votar regulamentação do trabalho por aplicativo; conheça a proposta

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A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a regulamentação dos serviços de transporte e entrega por aplicativo no país poderá votar, na próxima terça-feira (14), o parecer do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), ao Projeto de Lei Complementar 152/25, do deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

Em relação à primeira versão, de dezembro de 2025, o novo parecer publicado no último dia 7 de abril enfatiza ainda mais o caráter autônomo do trabalho e redefine a abrangência e o peso de certas obrigações. Segundo Coutinho, as mudanças refletem o resultado dos debates e o empenho por um consenso que permita a aprovação da matéria.

“O novo substitutivo materializa o esforço de buscar um texto politicamente viável que, ao mesmo tempo, mantenha conquistas importantes para os trabalhadores”, diz o relator no parecer.

A nova versão consolida o termo “trabalhador autônomo plataformizado”, reforçando que a relação intermediada pela plataforma não cria vínculo empregatício entre o trabalhador e a empresa ou o usuário.

O texto deixa claro o direito do trabalhador de gerenciar livremente seu tempo e de se cadastrar em múltiplas plataformas. Proíbe também metas de tempo mínimo de trabalho e punições para quem recusar serviços ou ficar offline.

Entre outras alterações, o substitutivo foca apenas no transporte de passageiros e em entregas de bens, eliminando a categoria genérica de “outros serviços” via plataformas; e exclui diversos dispositivos relacionados aos direitos dos usuários, remetendo, nesses casos, ao Código de Defesa do Consumidor.

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Pontos de apoio e infraestrutura para motoristas, que eram direitos garantidos na primeira versão do parecer, passam a ser “diretriz de política pública” na nova versão, que prevê instalação gradual e sem exigência imediata.

Fernando Frazão/Agência Brasil
Pontos de apoio e infraestrutura para motoristas passam a ser “diretriz de política pública”

A nova versão estrutura as regras nos seguintes eixos centrais:

Previdência Social

  • Trabalhador autônomo plataformizado: é segurado obrigatório na categoria de contribuinte individual. Paga 5% sobre o salário de contribuição, que corresponde a 25% de sua remuneração bruta mensal.
  • Plataformas: a regra geral é o recolhimento de 20% sobre a mesma base de cálculo (os 25% da remuneração bruta do trabalhador).
  • Modelo alternativo: as plataformas podem optar por contribuir com 5% sobre a receita bruta obtida no mercado brasileiro.

Ganhos, taxas e remuneração

  • Natureza dos ganhos: os ganhos do trabalhador são divididos em duas partes:
    • 25% são considerados renda (base para impostos e Previdência)
    • 75% servem para cobrir custos, como combustível e manutenção
  • Taxas de retenção: as plataformas podem cobrar uma taxa mensal fixa ou taxas por serviço. No caso de taxas por serviço, a média não pode ultrapassar 30% (ou 15% em modelos híbridos com taxa mensal). O cálculo deve ser feito de forma individualizada a cada sete dias.
  • Remuneração para entregas:
    • por serviço — piso de R$ 8,50 para trajetos de até 3 km (automóvel) ou até 4 km (moto, bicicleta ou a pé).
    • Por tempo trabalhado — valor não inferior ao proporcional a dois salários-mínimos por hora efetivamente trabalhada (contada do aceite à entrega).
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Gorjetas e promoções: as gorjetas devem ser repassadas integralmente e não integram a remuneração bruta. Descontos e promoções oferecidos pela plataforma aos usuários não podem ser descontados do trabalhador ou usados para abater o limite das taxas.

Benefícios adicionais

  • Benefícios fiscais: isenção de IPI e IOF na compra de carros e motocicletas nacionais para profissionais que comprovem ao menos 2.000 horas de serviço nos últimos 12 meses.
  • microempreendedor: motoristas enquadrados como trabalhadores autônomos plataformizados não podem ser microempreendedores individuais (MEI).

Foram excluídos da nova versão benefícios como a gratificação de 30% em dezembro, os adicionais para trabalho noturno, domingos e feriados, e a possibilidade de formação de reserva (poupança) custodiada pela plataforma.

Trabalho, segurança e transparência

  • Justiça: compete à Justiça do Trabalho julgar casos envolvendo os contratos dos trabalhadores autônomos plataformizados.
  • Seguro: obriga as plataformas a contratarem seguro de vida e integridade física com capital mínimo de R$ 120 mil.
  • Transparência: assegura aos motoristas direito de receber relatórios detalhados (por serviço e consolidados a cada 30 dias) com valores, taxas e retenções. Decisões automatizadas sensíveis (como bloqueios) devem ser passíveis de revisão humana.
  • Dever de Diligência: obriga as empresas a prevenirem cadastros falsos e garantirem a identidade real do trabalhador.

Regras para punições

  • Contratos: exige contrato escrito e claro definindo prazos, formas de remuneração, obrigações de conduta e critérios para distribuição de ofertas de serviços.
  • Bloqueios e suspensões: antes de suspender, bloquear ou punir trabalhadores, as plataformas devem prever sanções em contrato, notificar o trabalhador dos fatos, conceder prazo para defesa e decidir apenas após avaliá-la — proibindo cláusulas genéricas e vagas.
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Por fim, foram removidos na nova versão o limite de jornada de 12 horas, o tempo mínimo de 15 segundos para aceite, o botão de pânico obrigatório no aplicativo e o direito de mulheres atenderem apenas mulheres.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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Nutricionistas pedem jornada de 30 horas e piso salarial em audiência na Câmara

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Em debate realizado na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados na terça-feira (7), representantes dos nutricionistas defenderam a aprovação do Projeto de Lei 6819/10, que prevê jornada de 30 horas semanais e piso salarial nacional para a categoria.

A audiência pública foi solicitada pela deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) e reuniu representantes do governo, conselhos profissionais e sindicatos para discutir as condições de trabalho dos nutricionistas. Os participantes relataram condições precárias de trabalho e defenderam mudanças na legislação para valorizar a categoria.

A diretora da Federação Nacional dos Nutricionistas, Ana Paula Mendonça, afirmou que o projeto aguarda votação no plenário após receber apoio para tramitação mais rápida.

“Um nutricionista valorizado é um profissional mais presente, motivado e capaz de oferecer à população um cuidado mais qualificado”, disse.

A deputada Sâmia Bomfim afirmou que valorizar esses profissionais pode reduzir gastos públicos ao prevenir doenças no Sistema Único de Saúde (SUS).

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Audiência Pública - Condições de trabalho dos Nutricionistas. Presidente - Sindi-Nutri | SP, Maria Da Consolação Machado Furegatti
Maria da Consolação Machado denunciou condições precárias de trabalho

Precarização e pejotização no setor
A presidente do Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo, Maria da Consolação Machado, relatou condições precárias de trabalho.

Segundo ela, há casos de desvio de função, com profissionais que chegam a realizar tarefas de limpeza. Também há registros com cargos genéricos para evitar o pagamento do piso da categoria.

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Outro problema apontado foi a contratação como pessoa jurídica (pejotização) e a informalidade.

Representante do Ministério da Saúde, Lívia Angeli Silva informou que mais de 50% dos vínculos de nutricionistas no setor de saúde são informais.

Segurança alimentar
As participantes afirmaram que a nutrição é essencial para a segurança alimentar.

A conselheira do Conselho Regional de Nutrição da 3ª Região, Jozelma Rodrigues dos Santos, destacou a atuação desses profissionais em áreas como alimentação escolar e atendimento em unidades de terapia intensiva.

A presidente do Conselho Federal de Nutrição, Manuela Dolinsky, apresentou dados sobre a categoria:

  • entre 93% e 95% dos profissionais são mulheres;
  • o Brasil tem cerca de 270 mil nutricionistas e 21 mil técnicos;
  • no SUS, atuam mais de 35 mil nutricionistas, número considerado insuficiente.

Apoio do governo
O representante do Ministério do Trabalho e Emprego, Miqueias Freitas Maia, disse que o ministério não se opõe à limitação da jornada e ao piso salarial.

Ele informou que a revisão da norma sobre insalubridade está prevista para 2027 e que o governo acompanha riscos psicossociais e casos de assédio no trabalho.

Ao final da audiência, a deputada Erika Kokay (PT-DF) sugeriu a criação de uma frente parlamentar em defesa dos nutricionistas.

A proposta é dar caráter suprapartidário ao tema e acelerar a análise de projetos, como o que permite a solicitação de exames laboratoriais por nutricionistas em planos de saúde.

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Da Redação – GM

Fonte: Câmara dos Deputados

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