Política MT
Aldeia Umutina, em Barra do Bugres, prepara Dia das Crianças; Assembleia Social repassa brinquedos e ingredientes para bolo
Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT
Foto: KAREN MALAGOLI / ALMT
Toda criança merece comemoração nesta semana, não é mesmo? Não seria diferente para os 96 pequenos indígenas da Aldeia Umutina, de Barra do Bugres (170km de Cuiabá). E criança gosta mesmo é de brinquedo!
A Assembleia Social atendeu um pedido da Escola Estadual de Educação Indígena Jula Paré, encaminhado pelo gabinete do deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), e levou na terça-feira (8) à aldeia 100 brinquedos e ingredientes não perecíveis para o preparo do bolo da festividade programada para amanhã (10).
A diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira, aproveitou a oportunidade para levantar demandas da etnia indígena, buscar informações, com foco em proposições de políticas públicas. “Nosso objetivo é, cada vez, descentralizar os serviços prestados pela Assembleia Social, chegar a cada canto de Mato Grosso, atingir, de fato os mato-grossenses em toda sua pluralidade e, mais do que desenvolver ações pontuais, pensarmos juntos políticas públicas”, declarou a diretora.
Para chegar à aldeia, foi necessário percorrer mais de 170km de carro, atravessar de balsa um braço do rio Paraguai e caminhar por pouco mais de 1,5 quilômetro.
A festinha será realizada em data a ser remarcada, pois as atividades da escola foram suspensas em respeito à cultura de luto do povo umutina, que recentemente perdeu um de seus anciões. Mas, para a criançada, não há cerimônia para pular nas águas e se divertir, quando “devolveram” a equipe à margem do rio, para retornar a Cuiabá.
Além da equipe da Assembleia Social, participou da comitiva a assessora parlamentar do deputado Carlos Avallone, Cristiane Ribeiro de Oliveira, representando o gabinete que recebera a demanda da escola indígena.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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