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Alunos do ICE vistam a Assembleia Legislativa

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O programa “Por Dentro do Parlamento” da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) recebeu, na manhã desta quarta-feira (13), 37 estudantes da 6ª série do ensino fundamental do Instituto Cuiabano de Educação (ICE). Eles visitaram a sede do Parlamento acompanhados da professora Dalana Ribeiro Almeida. 

Eles, de acordo com a coordenadora do Programa, Raquel Juliano Jassniker,são a primeira turma a visitar a ALMT dentro do Programa em 2024. Segundo ela, a iniciativa da vista à Assembleia Legislativa partiu do próprio ICE. 

“O intuito do programa é mostrar aos estudantes o que é o Poder Legislativo. A interação dos alunos é importante. É através dela que o aluno leva o conteúdo aprendido aos pais, formando novos ideais que a Casa legislativa tem à sociedade”, disse Raquel Juliano. 

Raquel Juliano disse que o “Por Dentro do Parlamento” tem novidades para todo o ano de 2024. Entre elas, está o da inserção no site da Assembleia Legislativa de um banner convidando as escolas e a sociedade para visitar o Parlamento. Além disso, o programa deve levar o “Por Dentro do Parlamento” até as escolas”, disse. 

A professora Dalana Ribeiro de Almeida destacou que o programa vem ao encontro do que o ICE pratica no dia a dia com os alunos. Segundo ela, a política é importante e será imprescindível às vidas das crianças. 

“Trabalhar política com os alunos da 6ª série é muito proveitoso. É o momento que eles estão aprendendo história, tanto da Grécia como de Roma. É nesse momento que eles estão estudando a democracia. Por isso, é fundamental que conheçam esse trabalho do Parlamento estadual”, disse Dalana Ribeiro. 

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Na sala das Comissões Deputado Oscar Soares, os alunos foram recepcionados pelo assessor parlamentar da Assembleia Legislativa, Leôncio Pinheiro Neto. Ele falou um pouco sobre a importância do exercício da cidadania para os estudantes. A estratégia utilizada foi a de perguntas e respostas. 

Entre os questionamentos feitos por Pinheiro foi se os alunos sabiam o que é cidadania. Entre as várias respostas, uma chamou a atenção, a da aluna Isabele. Ela respondeu que cidadania é “o conjunto de direitos e deveres do cidadão”. Já para o estudante Pablo é “dever de os estudantes ajudarem os pais nas tarefas dentro de casa”.  

Além de aprender e compreender um pouco das ações legislativas empreendidas por cada um dos 24 parlamentares, os 37 alunos fizeram um périplo e conheceram também o Instituto Memória do Poder Legislativo, o Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour e a Rádio Assembleia FM-89,5. 

As instituições de ensino (público e privado) e a sociedade civil organizada que desejam conhecer a história da Assembleia Legislativa, por meio do Programa Por Dentro do Parlamento, podem agendar a visita pelo e-mail institucional [email protected] e ainda pelos telefones (65) 3313-6282 e 6288.   

O programa “Por Dentro do Parlamento” foi criado pela Resolução 4.867/2017. A iniciativa tem o objetivo de ampliar a participação social de estudantes e cidadãos no processo legislativo. Na visita, eles conhecem um pouco da história do Parlamento estadual e a função que cada um dos 24 deputados desenvolve no plano legislativo.  


Fonte: ALMT – MT

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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