Policial
Assaltante de banco investigado em MT é preso em RO com fuzis e armamento de uso restrito
Um criminoso de alta periculosidade alvo de investigações da Polícia Civil de Mato Grosso por envolvimentos em crimes de roubo a bancos foi preso em Porto Velho (RO), na manhã desta sexta-feira (11.08), durante a Operação Horus, deflagrada pelo Departamento de Narcóticos (Denarc) e Delegacia Especializada de Crimes Contra o Patrimônio do estado de Rondônia. O suspeito, apontado como comparsa do maior assaltante de bancos de Mato Grosso, foi flagrado em posse de fuzis armados de uso restrito.
Após a troca de informações entre os policiais da Gerência Estadual de Polinter (Gepol) em Cuiabá e do Denarc/RO, além de autuação em flagrante, foi dado cumprimento ao mandado de prisão expedido pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá, em que o capturado foi sentenciado a 20 anos e três meses de reclusão em regime fechado.
Na operação da Polícia Civil de Rondônia, foram presas três pessoas, sendo dois homens e uma mulher. Com eles foi apreendido fuzil, pistolas, munições, coletes balísticos e veículos com placa clonada. Segundo as investigações, os presos fazem parte de um grupo especializado em assaltos da modalidade do “ Novo Cangaço”, que vinha agindo na prática de crimes naquele Estado.
De acordo com o delegado diretor do Denarc, Raimundo Mendes de Souza Filho, as investigações apontam que os criminosos teriam envolvimento com o arrombamento do laboratório da Polícia Técnica Científica, que ocorreu no dia 11 de julho, quando bandidos invadiram a “sala forte”.
Os suspeitos também são investigados pela participação no roubo em um hangar do Aeroclube de Porto Velho, ocorrido no dia 9 de abril, quando criminosos fortemente armados, renderam os passageiros e levaram bagagens e objetos de alto valor agregado de uma aeronave que estava no Hangar. Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança e monitoramento do local.
Investigações em MT
Após receber a informação da prisão do foragido, a Gerência Estadual de Polinter identificou que um dos presos em Porto Velho foi alvo de diversas investigações instauradas pela Polícia Civil de Mato Grosso, com várias passagens criminais por envolvimento em roubos a bancos na Modalidade Novo Cangaço praticados no estado, em anos anteriores.
Ele é apontado como comparsa do assaltante de bancos que era o mais procurado no estado, Sílvio César de Araújo “Cabelo de Bruxa”, preso na última quarta-feira (09.8) em Manaus (AM) pela Polícia Federal.
O Várzea-grandense de 44 anos de idade, preso em Porto Velho nesta manhã teve o mandado de prisão expedido em Mato Grosso durante a “Operação Lacraia ” que levou à prisão onze integrantes da quadrilha chefiada por Sílvio César de Araújo em janeiro de 2011 e que agiam fortemente em roubos a bancos.
Armeiro com vasta experiência, ele foi detido em outubro de 2022 e autuado em flagrante pela Polícia Civil de Mato Grosso com um verdadeiro arsenal de armas de fogo de grosso calibre que seria usado em assaltos a bancos.
Em 18 de Abril de 2016, participou ativamente do assalto a banco na agência do Banco do Brasil de Sonora no Mato Grosso do Sul quando sete integrantes do grupo, explodiram o banco deixando um rastro de destruição e um prejuízo estimado em R$ 1 milhão.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Policial
Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.
O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.
Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.
Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.
Policial
Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).
A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.
Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.
Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.
Policial
Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).
Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.
Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.
Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.
Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.
Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.
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