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Assembleia Legislativa faz sessão especial para homenagear mulheres

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Foto: Demóstenes Milhomem

A Assembleia Legislativa realiza, nesta sexta-feira, 8 de março, Sessão Especial, às 19h, no Plenário das Deliberações Renê Barbour, a pedido do deputado estadual Wilson Santos (PSDB), com a finalidade de comemorar o Dia Internacional da Mulher. Trinta e cinco mulheres, dos mais diferentes segmentos da sociedade mato-grossense, serão homenageadas.

“São guerreiras que contribuem significativamente no desenvolvimento efetivo das políticas públicas sociais nos municípios, é merecida uma homenagem da Assembleia Legislativa de Mato Grosso pelos relevantes trabalhos prestado ao estado de Mato Grosso, nos seus municípios”.

No evento está previsto a apresentação da cantora Lu Bonfim e da poetisa Aurelina Haydêe Carmo. Durante a sessão especial, Wilson Santos deve comunicar a instalação da Câmara Temática Setorial que terá o objetivo de levantar e propor políticas públicas em favor da mulher. A CST deverá ser formada por 11 mulheres.

Serão homenageadas:

Rosana Leite Antunes de Barros, defensora pública;

Lindinalva Rodrigues, promotor de Justiça;

Gláucia Anne Kelly Rodrigues Amaral, procuradora do estado;

Isis Catarina Brandão, servidora da Assembleia Legislativa;

Lucimar Sacre de Campos, prefeita de Várzea Grande;

Thelma Figueiredo de Oliveira, prefeita de Chapada dos Guimarães;

Telma Reis, presidente da CMDM Cuiabá

Gisela Simona, superintende do Procon/MT;

Jacy Proença, militante do Movimento Negro e de Mulheres e ex-vice-prefeita de Cuiabá;

Aurelina Haydêe Carmo, antropóloga, poetisa;

Silvia Negri, coordenadora de Desenvolvimento Institucional do Hospital de Câncer;

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Eliane Rodrigues Lima, 1ª mulher indígena a se formar em Direito, Consultora Técnica da FEPOIMT;

Clarissa Lopes, presidente da Comissão de Direito da Mulher da OAB; 

Luciana França, professora da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Barra do Bugres;

Lúcia Palma, atriz, produtora cultural;

Gonçalina Eva de Almeida, coordenadora pedagógica da Escola Estadual Quilombola Tereza Conceição Arruda, no Quilombo Mata Cavalo;                       

Ozenira Soares de Souza, secretaria de Gestão de Cuiabá;

Vera Lúcia Capilé, cantora, psicóloga;

Rosa Neide Sandes de Almeida, deputada federal (PT);

Josyrleth Magalhães, delegada da Delegacia da Mulher;

Tatiana Aparecida Lima, única mulher contramestra em Capoeira em MT;

Marioneide Angélica Kliemaschewsh, secretária de Educação de Mato Grosso;

Kall Marçal, presidente do Instituto Mulheres + Q Vencedoras;

Amini Haddad Campos, juíza de direito de Mato Grosso;

Eliana Vitalino, presidente do Conselho Municipal de Assistência Social e coordenadora do Centro da Pastoral do Migrante;

Serys Slhessarenko, professora da UFMT, ex-deputada e ex-senadora de MT;

Cleuta Paixão, poetisa, Produtora Cultura/Juína;

Eunice Ramos, repórter da TV Centro América;

Gisele Guth de Araújo, pastora e fundadora do Esquadrão da Vida;

Lígia Borges Figueiredo (in memorian), 1ª mulher prefeita em MT- Rosário Oeste- 1947 a 1951);

Maria Helena Póvoas, desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso;

Domingas Leonor da Silva, fundadora do grupo Flor Ribeirinha;

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Dinorá Magalhães Arcanjo, agente de saúde;

Irmã Ada Gambarotto, irmã salesiana;

Jocilene Barboza (in memorian), presidente do Sintep/MT;

Vera Bertolini, coordenadora do Núcleo de Estudo, Pesquisa e Organização da Mulher da UFMT;

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Professor Allan defende remuneração para floresta em pé e alerta sobre mineração na Amazônia

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Foto: JULIO ROCHA / ASSESSORIA DE GABINETE

O deputado Professor Allan Kardec (PSB-MT) defendeu a remuneração aos produtores pela floresta em pé, alertou que sua geração de parlamentares não seja responsável pela retirada de Mato Grosso da Amazônia Legal, nem incentivadora da exploração mineral em áreas protegidas legalmente. 

“Nós não podemos ficar marcados como a geração que autorizou a mineração em áreas de reserva ambiental”, preocupou-se o deputado. Uma das sugestões do deputado foi unir as bancadas estadual e federal para destinarem recursos para pastagens degradáveis que podem se transformar em negócios sustentáveis.

A ponderação do parlamentar foi realizada nessa segunda-feira (23), durante reunião da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Naturais e Recursos Minerais da Assembleia Legislativa (ALMT), da qual ele é vice-presidente. 

“O produtor vai permanecer com a floresta em pé se ele tiver dinheiro no bolso mensalmente. Se isso não acontecer, ele vai para a ilegalidade”, conclamou Professor Allan aos pares sobre propostas já implementadas sobre o mecanismo de moeda verde (áreas plantadas para preservação) e crédito de carbono na legislação estadual e nacional. 

O deputado disse que ser o produtor fizer algo fora da lei, os deputados não têm que validar este ato. “Se ele for para a ilegalidade não podemos arrumar a questão dele. Nós temos que impedir que ele vai para a ilegalidade”, completou.

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Destruição ambiental

“Não podemos ser a geração que marcou a liberação de carvoaria no Pantanal, o fim do Parque Serra de Ricardo Franco. Não podemos ser a geração que marcou a retirada de Mato Grosso da Amazônia Legal”, defendeu o Professor Allan sobre temas ambientais recorrentes este ano na Assembleia Legislativa. 

Foto: JULIO ROCHA / ASSESSORIA DE GABINETE

No colegiado foi debatido o Projeto de Lei 337/2022, da Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Juarez Costa (MDB-MT), que exclui Mato Grosso da Amazônia Legal, com alteração do Código Florestal, Lei Nº 12.651/2012. Ele foi apresentado em fevereiro e atualmente aguarda parecer da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

O presidente da comissão é o deputado Carlos Avallone, que defendeu amplo debate sobre o tema antes da definição do Congresso Nacional. 

Fórum e empresários

O secretário Executivo do Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad), Herman Oliveira, defendeu o debate na Assembleia Legislativa como espaço democrático para troca de informações de contraponto ao tema. 

‘Ao se falar sobre a retirada de Mato Grosso da Amazônia Legal não pode ser um debate único e exclusivamente econômica. Ele (o projeto) tem que ter discussão social, ecológica e socioambiental. Já que Mato Grosso é reconhecido pela biodiversidade e sociodiversidade”, argumentou.

O presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Gustavo Oliveira, chamou a atenção dos deputados da comissão da ALMT e do relator do projeto para “regras claras de negócios sustentáveis” no Estado.  Além de apontar a responsabilidade a todos os agentes públicos e privados para a consolidação da economia verde, uma demanda mundial.

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“Há 171 empresas que produzem aqui e que poderiam estar em Goiás, Tocantins. Elas estão aqui porque tiveram compensação fiscal. Senhores, não se iludam, a agenda da economia verde é da inovação”, disse.

Ele afirmou que toda a equipe técnica do sistema Fiemt e CNI está à disposição dos parlamentares para esclarecer dúvidas sobre investimentos na Amazônia Legal e economia de baixo carbono. 

“Temos o Instituto Pró-Amazônia. Só um grande banco brasileiro tem R$ 1 bilhão para aplicar em negócios sustentáveis. O potencial da carteira é de R$ 10 a R$ 11 bilhões. Vamos discutir estratégias de desenvolvimento e inovação”, propôs o presidente da Fiemt.

Relator do projeto

O PL 337/2022 que exclui Mato Grosso da Amazônia Legal é de autoria do deputado federal Juarez Costa (MDB-MT) e tem relatoria do colega Neri Geller (PP-MT). Em uma de suas explanações, Neri afirmou que pretende esgotar o debate do tema.

“Nosso relatório terá a contribuição de todos da sociedade mato-grossense e brasileira, como fizemos com o debate e aprovação do Código Florestal”, disse. “Vamos esgotar o debate antes de apresentar o relatório. Não temos pressa”, afirmou. 

Questionado pelo deputado Wilson Santos, Neri disse que pode deixar a aprovação do projeto para depois das eleições, para o tema extremamente técnico não ser contaminado com as ideologias e paixões do debate presidencial.

Fonte: ALMT

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“É inadmissível”, disse o deputado Barranco sobre o fechamento de leitos em Rondonópolis

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) cobrou informações e providências urgentes relativas ao fechamento de 24 leitos do Hospital Regional de Rondonópolis Irmã Elza Giovanella por falta de funcionários. O requerimento nº 368/2022 foi destinado ao governador Mauro Mendes (União) e a secretária de Estado de Saúde, Kelluby de Oliveira.

“Um hospital que atende hoje pelo menos 19 cidades da região não pode ter leitos fechados. É inadmissível. É necessário que o governo estadual faça urgentemente a convocação dos profissionais da saúde que estão na lista de espera no processo seletivo. Precisamos resolver este impasse o quanto antes, retomar as cirurgias eletivas, pois esse é o anseio de toda a população que tanto aguardou na pandemia”, disse o parlamentar.

Barranco lembrou que a sobrecarga de trabalho tem sido um dos principais problemas enfrentados pelos funcionários mato-grossenses nos últimos anos. “Esse excesso de trabalho reflete negativamente tanto no físico quanto no campo cognitivo, pois o corpo humano tem seus limites e não respeitá-los aumenta as chances de desenvolver doenças psíquicas com consequências irreversíveis, quanto na falta de atendimento das demandas do município e região”, salientou.

O parlamentar disse ainda que a convocação dos aprovados no seletivo é a solução mais eficaz, mas considera que a cidade precisa de um novo Hospital e defendeu a realização de um concurso público para evitar a repetição desses problemas no futuro.

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Fonte: ALMT

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Em reunião na Fiemt, João Batista discute inserção de jovens no mercado de trabalho

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Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

A inserção dos jovens no mercado de trabalho e a mão de obra qualificada foram alguns dos temas discutidos durante reunião realizada na tarde dessa segunda-feira (23), entre o deputado estadual João Batista do Sindspen (PP), o deputado federal Neri Geller (PP), a senadora Margareth Buzetti, e o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), Gustavo de Oliveira, além de representantes do setor industrial. 

Em suas redes sociais, João Batista publicou um vídeo onde relata a importância social da reunião, que apontou dados técnicos visando aperfeiçoar profissionalmente os jovens para que tenham melhores oportunidades de emprego e consequentemente maior subsistência financeira.

“Nós temos um problema grave dentro do Estado de Mato Grosso, que é a atuação de facções criminosas, que na maioria das vezes acabam cooptando aqueles jovens que não têm uma oportunidade no mercado de trabalho. Por isso, pautas como essas precisam ser discutidas de forma ampla. Precisamos atuar com políticas públicas de incentivo para esse público, garantindo a qualificação, principalmente daqueles jovens que se encontram em situação de vulnerabilidade social, evitando assim a inserção deles no mundo da criminalidade”, comentou o deputado.

O parlamentar reforçou ainda que fomentar a política de criação de postos de trabalho para jovens inexperientes, oferecendo a eles a oportunidade do primeiro emprego, é uma obrigação do poder público. “Ações conjuntas entre os poderes em todas as esferas governamentais e a sociedade civil organizada, são fundamentais para isso”, concluiu.

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Jovens desempregados – A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada no primeiro trimestre de 2022, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o impacto maior do desemprego na população brasileira está entre a classe mais jovem, com idade entre 18 a 29 anos. O índice chega a 22,8%, ou seja, de cada dez jovens hoje no país, dois estão sem emprego. Ao todo, são mais de sete milhões de brasileiros sem uma oportunidade no mercado de trabalho. 

A pesquisa mostra também, que o Brasil tem a menor taxa de jovens que saem do ensino médio e que pretendem concluir o ensino superior. A desocupação entre as pessoas com ensino médio incompleto atingiu 18,3%, percentual maior do que as taxas dos demais níveis de instrução. No grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa ficou em 11,9%. É mais que o dobro da registrada para o nível superior completo, que chegou a 5,6%.

Fonte: ALMT

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ALMT – Campanha Fake News II

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