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Aylon Arruda assume o PSD e pré-candidatura a prefeito de Rondonópolis é aclamada por quase 600 pessoas

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Foto- Assessoria

O vice-prefeito e empresário rondonopolitano Aylon Arruda assumiu a presidência do PSD-Rondonópolis. A transmissão do cargo, presenciada por quase 600 pessoas, aconteceu na noite de quinta-feira (14), no salão principal da Uramb.

A função era ocupada pelo ex-vereador e ativista cultural Olímpio Alves, que fez renúncia espontânea para dar mais autonomia nas decisões de Arruda, que é pré-candidato a prefeito de Rondonópolis. “O Aylon está com muita vontade, com garra e determinação. Nosso objetivo é aumentar o espaço dele dentro e fora do partido. E ele vai longe. Hoje sou parceiro, um soldado à disposição para ajudar neste projeto. Sucesso Aylon Arruda”.

Quem também prestigiou o evento foi o deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), responsável pelo ingresso de Aylon Arruda na vida pública. “Ele é um cara vencedor, que veio lá de baixo. Saiu da zona rural, comprou a empresa que trabalhava, virou empresário de sucesso e é um grande articulador. É um rapaz com pensamento futurista, inteligente. Estamos juntos nessa caminhada e prontos para ajudar Rondonópolis a continuar desenvolvendo”.

O prefeito José Carlos do Pátio não poupou palavras para demonstrar a satisfação de presenciar o crescimento político do seu vice, que pode ser o seu sucessor em 2024 e destacou a responsabilidade do seu grupo político que atualmente tem três pré-candidatos a prefeito. O nome de consenso do grupo será aquele que conseguir melhor desempenho nas pesquisas no próximo ano. “Estou aqui muito feliz porque o PSD chamou para si a responsabilidade da pré-candidatura do Aylon Arruda. Essa pré-candidatura tem que ser de todos. A responsabilidade é de cada militante do PSD. Na hora certa vamos escolher o nome. Nosso compromisso é com a cidade de Rondonópolis. Tenho certeza de que nosso grupo sairá mais uma vez vitorioso”.

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Aylon Arruda agradeceu as palavras das lideranças políticas de Rondonópolis, a confiança do partido e garantiu que a data marca um novo momento em seu projeto político, rumo a Prefeitura de Rondonópolis. “Esse momento com a participação de centenas de trabalhadores, empresários, donas de casas e personagens da política de Mato Grosso é mais oxigênio, motivação para nosso projeto. Agora é ‘arregaçar as mangas’, trabalhar de manhã, à tarde e noite em cada canto da cidade, buscar apoiadores e levar a mensagem para a comunidade, que Rondonópolis precisa continuar nos trilhos e não pode parar”.

A jovem promessa da política de Rondonópolis pregou mais uma vez o diálogo, condenou o discurso ideológico e reafirmou seu planejamento para a maior cidade do interior de Mato Grosso. “Rondonópolis tem 70 anos e uma população de 250 mil habitantes. Nossa cidade é hoje destaque nacional pela sua riqueza, infraestrutura e qualidade de vida. Precisamos eleger um prefeito que tenha projeto para seguir com o desenvolvimento. Chega dessa divisão, que só leva ao retrocesso. Eu convido a todos para conhecerem nossa proposta para Rondonópolis, que inclui as crianças de hoje e o adulto de amanhã. Quero planejar a Rondonópolis centenária, com oportunidades para o trabalhador, o empresário e o homem do campo. Estou pronto para esse desafio”, completa Aylon.

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Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

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O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

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O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

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Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

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Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

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A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

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