Política MT
Chico Guarnieri cobra da Energisa melhorias no fornecimento de energia e convida população para audiência em Rondonópolis

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realiza, nesta quinta-feira (16), às 19h, na Câmara Municipal de Rondonópolis, audiência pública para discutir a qualidade dos serviços prestados pela concessionária Energisa na região Sul do estado. O encontro é uma iniciativa do deputado Chico Guarnieri (PRD) e tem como objetivo ouvir as demandas, reclamações e sugestões.
“É uma oportunidade importante para que a população apresente suas demandas e manifestações relacionadas aos serviços da Energisa. Contamos com a participação dos cidadãos, consumidores e entidades representativas nesse debate”, destacou o deputado Chico Guarnieri.
O encontro, solicitada por Guarnieri, integra o ciclo de audiências promovidas pelada comissão especial da ALMT que discutir a prestação dos serviços de energia elétrica em Mato Grosso. A iniciativa ocorre em um momento decisivo, já que o contrato de concessão da Energisa está em sua fase final e será encerrado em dezembro de 2027.
De acordo com o parlamentar, a audiência deverá reunir autoridades municipais, representantes da população, além de órgãos e instituições estaduais, como o Ministério Público, o Procon, a Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) e o Sindenergia, entre outros.
“O nosso pedido teve como base as inúmeras reclamações e manifestações feitas pela população de Rondonópolis e de toda a região Sul do estado. Entre os principais problemas relatados estão a instabilidade no fornecimento, oscilações frequentes e interrupções prolongadas, que têm causado prejuízos significativos aos consumidores”, destaca Chico Guarnieri.
O deputado é autor do requerimento (nº618/2025) que também conta com a assinatura dos parlamentares Nininho (Republicanos), Sebastião Rezende (União), Thiago Silva (MBD) e Wilson Santos (PSD).
Chico Guarnieri reforça que as falhas na prestação de serviços pela concessionária têm afetado o dia a dia da população e impactado diretamente o desenvolvimento econômico regional.
“Há relatos de demora nos atendimentos técnicos, cobranças indevidas e falta de canais eficazes de resposta à comunidade”, apontou.
Segundo o parlamentar, o objetivo das audiências é dar voz à população e cobrar soluções concretas da empresa.
“Estamos realizando essas reuniões para que as reclamações sejam apresentadas diretamente à Energisa. Queremos que a concessionária ofereça um serviço de melhor qualidade. A empresa tem um grande lucro, mas o retorno ao consumidor está muito aquém do necessário”, enfatiza o parlamentar.
Ciclo de debates – A primeira audiência do ciclo de debates da comissão especial que avalia a concessão da empresa no estado foi realizada em Tangará da Serra, no dia 2 de outubro, e reuniu mais de 100 participantes, entre moradores da cidade e de municípios vizinhos. Na ocasião, foram apresentadas diversas queixas, como o alto valor das tarifas, alterações no valor das contas, dificuldades de manutenção da rede e problemas com a distribuição monofásica de energia.
Serviço
Pauta: Audiência Pública sobre a prestação de serviço da Energisa em Rondonópolis e região
Data: 16 de outubro
Horário: A partir das 19h
Onde: Câmara Municipal de Rondonópolis
Fonte: ALMT – MT
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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