Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

Ciência e observação são as ferramentas utilizadas na investigação de crimes

Publicado

Sempre que um crime deixar vestígio é indispensável a presença do perito oficial criminal para as análises do local, ainda que haja a confissão do acusado, de acordo com os Artigos 158 e 159, do Código de Processo Penal.

Nesta quarta-feira (04.12), é comemorado o Dia Nacional do Perito Criminal, profissional de curso superior, que aplica o conhecimento científico no levantamento e análises de evidências relacionadas a todos os tipos de crimes investigados pela Polícia Judiciária Civil.

Cabe aos profissionais a determinação de informações sobre a dinâmica, a autoria e materialidade dos fatos que subsidiarão o processo de investigação criminal.

O Estado de Mato Grosso conta, atualmente, com 269 peritos oficiais criminais, lotados na Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), distribuídos em quatorze municípios e na Capital. Os trabalhos dos profissionais podem ser requisitados pela Polícia Judiciária Civil, Ministério Público Estadual e Poder Judiciário.

Os peritos criminais possuem formação superior nas mais diversas áreas do conhecimento das ciências exatas, biológicas e humanas. Atuam nas Gerências de Perícias em Mortes Violentas, de Crimes de Trânsito, de Meio Ambiente e Engenharia Legal, de Patrimônio, ambas em regime de plantão.

Como também em perícias especializadas em horário de expediente, nas Gerências de Perícias de Computação Forense, Áudio e Video, Documentoscopia, Balística, Identificação Veicular, Impressões de Pele e Contabilidade Forense. Ou, ainda, na Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense nas áreas Biologia Molecular, Toxicologia Forense e Química Forense.

Em comum, todas as áreas exigem dos peritos criminais comprometimento, responsabilidade e constante qualificação. Como afirma o perito criminal Daniel Soares, há oito anos atuando na área em que sonhava estar desde o ensino médio, trabalhando com perícias de locais de crime relacionadas a mortes violentas.

Veja Mais:  Operação Tolerância Zero para delitos de trânsito flagra motociclistas com documentação vencida e sem habilitação

“Nós lidamos com um mistério a ser desvendado. Uma cena de crime é como um ‘quebra-cabeças’, onde todas as ‘peças’, que são os vestígios, estão desmontadas e temos que encontrar essas peças de forma que elas façam um sentido, e que todos possam compreendê-lo. Dentro do processo da investigação criminal nós atuamos tentando responder ao máximo de perguntas sobre o que aconteceu, como – ao determinar a dinâmica do fato -, quem cometeu – uma possível autoria -, onde aconteceu o crime, e a pergunta mais difícil, que muitas vezes a perícia não consegue responder, é o porquê, a motivação do crime, que corresponde à parte cartorária da investigação. Quando a perícia consegue responder o máximo de perguntas, consegue chegar mais próximo da verdade e ajudar ainda mais a justiça a ser feita e a investigação criminal a ser mais completa’’, afirmou.

Para se chegar às conclusões objetivas que norteiam as investigações policiais, a observação, o conhecimento científico e o uso de tecnologias de ponta são as principais ferramentas utilizadas pelos peritos na elaboração do laudo pericial, que é um documento oficial que acompanha todo o processo criminal, embasando desde o rumo da investigação policial, a denúncia oferecida pelo Ministério Público e a decisão judicial – com a absolvição ou condenação do acusado.

Os exames em geral tem como base o método comparativo, entre um objeto padrão e outro questionado, como intuito de identificar, por exemplo, a origem da arma que disparou o projétil de arma de fogo empregado em um homicídio, a identidade de uma vítima através do exame de DNA, e a identificação de um documento ou cédula com suspeita de falsificação.

Veja Mais:  Uso do fogo no Cerrado e na Amazônia está proibido a partir desta terça-feira (1º) em MT

O olhar atento e apurado aos detalhes é uma das características comuns aos profissionais e são habilidades essenciais para a perícia em documentoscopia (parte da criminalística que estuda os documentos para verificar se são autênticos e, em caso contrário, determinar a sua autoria). Prática que foi se aprimorando ao longo de 16 anos pela perita oficial criminal Daniella Marques de Abreu Lima.

“É um exame comparativo, mas no final desse exame, o perito tem que ter a segurança e experiência para fazer a conclusão. A partir do momento em que você pega um exame pra fazer, quando se entrega um laudo eu falo que você coloca um filho no mundo, você estará responsável por ele a vida toda, por aquilo que você escreveu e concluiu. Tem que estar preparado psicologicamente para lidar com estas questões’’, considerou. 

Daniela começou sua carreira como perita criminal em 2001 e considera que a principal dificuldade no início foi aprender a lidar com as emoções.

“Entrei na Politec sem saber a complexidade que era a profissão. A academia nos deu muita segurança e conhecimento na parte técnica e profissional, nos dando capacidade o suficiente para realizar qualquer tipo de perícia. Quando comecei no plantão tive dificuldade no início em relação às emoções, pois quando você vai não sabe o que esperar em um local de crime’’, revelou.  

A integração e a troca de informações entre os peritos e outras forças de segurança pública faz parte da rotina do servidor e contribui para qualidade e eficácia dos laudos periciais produzidos.

Veja Mais:  Escolas estaduais trabalham com a integração e socialização de estudantes especiais

“O perito não trabalha sozinho. A gente depende de todos os órgãos, desde antes da chegada ao local do crime, com o devido isolamento e preservação dos vestígios. Pois, a investigação está em consonância com o laudo pericial, que é a prova material. Laudos com a devida análise material e informações científicas e o inquérito com as informações com mesma linguagem”, afirmou Daniel Soares.

“A perícia é a última voz da vítima, é ela quem vai trazer e analisar os elementos materiais da cena, de forma totalmente imparcial, ela busca a verdade, com o auxílio de métodos científicos, comprovando que não existe outra hipótese senão aquela. Pois, mesmo que a pessoa confesse ter cometido o crime, ela pode estar mentindo, falar que não cometeu o crime, e as evidências colocarem ela na cena do crime, como uma impressão digital, um DNA, um fio de cabelo que comprovam a ligação da pessoa com o crime”, completou ele.

Origem do Dia do Perito Criminal

O Dia do Perito Criminal é comemorado em 4 de dezembro em homenagem ao patrono da perícia criminal no Brasil, Otacílio de Souza Filho, que nasceu nesse mesmo dia.

Otacílio Filho morreu tragicamente em 1976, após cair de um penhasco em Minas Gerais enquanto participava de uma investigação sobre duas mortes que haviam ocorrido naquele local.

Mato Grosso

Recursos da Feijoada Solidária garantem a entrega de mais de 600 cobertores na Baixada Cuiabana

Publicado

Foto-Assessoria

Mais de 600 cobertores foram entregues a famílias em situação de vulnerabilidade social por meio dos recursos arrecadados pelo projeto Feijoada Solidária, promovido pela Loja Maçônica João Bismark, de Várzea Grande. As entregas ocorreram entre os meses de maio e julho de 2026 e contemplaram 11 instituições que desenvolvem trabalhos sociais na Baixada Cuiabana.

Os cobertores chegaram a comunidades e organizações que prestam assistência contínua a crianças, idosos e famílias em situação de vulnerabilidade, contribuindo para amenizar os impactos das baixas temperaturas durante o período mais frio do ano.

Foram beneficiadas as seguintes instituições: Projeto Águia Ajudando Vidas, Projeto Vida Nova, Casa de Apoio Nova Aliança, Centro Espírita Benedito da Cura, Centro Espírita Lar de Amor, Grupo Amigos do Terço, Associação Madre Teresa de Calcutá (Cenprhe), Obras Sociais Menino Chico, Sociedade São Vicente de Paulo (Vicentinos), Comunidade Eliane Gomes e Projeto Ana Caridade por Amor.

A campanha foi viabilizada graças ao envolvimento da comunidade e contou ainda com recursos destinados pela Grande Loja Maçônica do Estado de Mato Grosso (GLEMT), além da arrecadação obtida por meio da venda de rifas solidárias.

Segundo o Venerável Mestre da Loja Maçônica João Bismark, Fábio Ferreira, os recursos arrecadados pela Feijoada Solidária — que neste ano chega à sua 7ª edição — retornam à comunidade em forma de cuidado e acolhimento. “Nosso compromisso é transformar a generosidade de quem participa das ações em ajuda concreta para as famílias que mais precisam. Com o apoio dos voluntários, patrocinadores e de toda a sociedade, seguimos empenhados nessa missão.”

Veja Mais:  Cocalinho cumpre limite de repasses e recebe parecer favorável do Pleno

Neste ano, a 7ª Feijoada Solidária será realizada no dia 16 de agosto, no Centro Pastoral Padre Aldacir Carniel (Cepac), em Várzea Grande. Os ingressos já estão à venda por R$ 80, e os participantes poderão desfrutar de uma feijoada completa, além de apresentação musical da cantora Flavinha.

Os convites podem ser adquiridos pelo WhatsApp (65) 99603-6998. Crianças de até 10 anos não pagam, e haverá opção de retirada de marmitas no local.

Continue lendo

Mato Grosso

Defensoria alerta para os primeiros sinais de violência contra a mulher

Publicado

Com o aumento dos casos de violência psicológica, perseguição e tentativa de feminicídio, DPEMT destaca a importância de buscar ajuda no início para interromper ciclo

 

Por Alexandre Guimarães

A violência contra a mulher nem sempre começa com agressões físicas. Ameaças, perseguições, humilhações, controle da vida da vítima e o descumprimento de medidas protetivas são formas de violência que podem evoluir para situações ainda mais graves.

Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que, embora os homicídios de mulheres tenham diminuído, os feminicídios aumentaram 4% em 2025 no país.

Também cresceram os registros de tentativa de feminicídio (6%), violência psicológica (17%), descumprimento de medidas protetivas (17%) e perseguição (30%).

Em Mato Grosso, os indicadores continuam preocupantes. Em 2025, o estado registrou taxa de 2,7 feminicídios para cada 100 mil mulheres, a terceira maior do Brasil, atrás apenas do Acre (3,2) e de Rondônia (2,9).

A violência psicológica apresentou um dos maiores crescimentos. Foram 3.720 casos registrados, aumento de 70,3% em relação a 2024. Com isso, Mato Grosso passou a ter a segunda maior taxa do país, com 192,3 ocorrências por 100 mil mulheres.

Os casos de perseguição (stalking) também aumentaram. Em 2025, foram registrados 2.970 boletins de ocorrência, alta de 31,6% em comparação com o ano anterior.

Outro dado que chama atenção é que Sinop ficou em terceiro lugar entre os municípios brasileiros (com mais de 100 mil habitantes) com as maiores taxas de estupro e estupro de vulnerável.

Veja Mais:  Escolas estaduais trabalham com a integração e socialização de estudantes especiais

Segundo o levantamento, a maior parte das vítimas de violência de gênero no Brasil tinha entre 18 e 44 anos. Além disso, 93,3% das vítimas de estupro e 85,6% das vítimas de estupro de vulnerável eram mulheres.

No mesmo ano, 44,4% das mulheres assassinadas no país foram mortas por razões de gênero, o maior percentual desde que o feminicídio passou a integrar a legislação penal brasileira.

“Por trás de cada número existe uma história interrompida, uma família marcada pelo sofrimento e uma mulher que teve sua liberdade restringida, sua dignidade violada e, muitas vezes, a própria vida ameaçada. Em inúmeros casos, a violência acontece dentro do ambiente que deveria representar acolhimento e segurança: o lar. As pessoas agressoras costumam ser pessoas próximas, o que torna ainda mais difícil romper o ciclo da violência”, afirma a defensora pública Rosana Leite.

Para a coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher (Nudem) da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT), os registros de violência demonstram que, apesar dos avanços na legislação, ainda há um longo caminho para garantir às mulheres o direito de viver sem violência.

“Os elevados índices de violência contra as mulheres constituem uma das mais graves e persistentes violações dos direitos humanos de nosso tempo. Embora a sociedade brasileira tenha avançado na construção de um sólido arcabouço jurídico de proteção, ainda estamos distantes de assegurar a todas as mulheres uma vida livre da violência”, destaca.

Veja Mais:  Cocalinho cumpre limite de repasses e recebe parecer favorável do Pleno

Como a Defensoria pode ajudar – A DPEMT presta assistência jurídica gratuita às pessoas em situação de vulnerabilidade e atua para garantir proteção às mulheres vítimas de violência.

O atendimento inclui orientação jurídica, pedidos de medidas protetivas de urgência, acompanhamento de processos de divórcio, guarda de filhos, pensão alimentícia, dissolução de união estável e outras demandas relacionadas à violência doméstica e familiar.

Além da atuação judicial, servidores e defensores públicos trabalham em conjunto com a rede de proteção para encaminhar as vítimas aos serviços de assistência social, saúde e acolhimento, sempre que necessário.

“O papel da Defensoria Pública é assegurar orientação, defesa e acesso à Justiça. O enfrentamento da violência contra a mulher depende também da participação da sociedade, das famílias, das escolas e das comunidades, na construção de uma cultura baseada no respeito, na igualdade e na rejeição de qualquer forma de violência”, ressalta Rosana.

Atendimento gratuito – Mulheres em situação de violência podem procurar qualquer unidade da Defensoria em Mato Grosso ou entrar em contato pelo WhatsApp oficial do órgão: (65) 99963-4454.

Em situações de risco imediato, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190. Também é possível registrar denúncia na Central de Atendimento à Mulher, por meio do número 180.

A defensora reforça que buscar ajuda logo nos primeiros sinais pode evitar que a violência se agrave: “A violência doméstica não precisa chegar ao extremo para ser enfrentada. Ameaças, perseguições, violência psicológica, patrimonial, moral, sexual ou física exigem atenção e proteção. Quanto mais cedo a vítima buscar ajuda, maiores são as chances de interromper o ciclo da violência e preservar sua segurança, autonomia e direitos”.

Veja Mais:  Uso do fogo no Cerrado e na Amazônia está proibido a partir desta terça-feira (1º) em MT

Rosana Leite também destaca que o enfrentamento da violência exige ações permanentes do poder público e da sociedade.

“Cada denúncia acolhida, cada medida protetiva cumprida e cada mulher amparada representam um passo concreto na construção de uma sociedade mais justa. Uma democracia somente se realiza plenamente quando todas as mulheres podem viver sem medo, exercer sua liberdade e desenvolver seus projetos de vida com dignidade, segurança e respeito”, conclui.

Continue lendo

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

Publicado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

Veja Mais:  Polícia Militar prende quatro pessoas por tráfico de drogas em Sorriso

Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

Veja Mais:  Cocalinho cumpre limite de repasses e recebe parecer favorável do Pleno

A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana