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Circuito Aprosoja reúne mais de mil participantes na região Norte

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Fortalecimento Institucional

Circuito Aprosoja reúne mais de mil participantes na região Norte

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29/04/2019

Para discutir o tema “Custo + Tributação = Agricultura em Risco”, a 14ª Edição do Circuito Aprosoja, organizada pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), reuniu 1.111 pessoas na região Norte do Estado. Na ocasião 70 produtores associaram-se à entidade.  O evento está entre os maiores e mais importantes do setor de produção de soja e milho do país. Entre os dias 22 a 26 de abril, a caravana do Circuito percorreu os municípios de Cláudia, Lucas do Rio Verde, Vera, Sorriso, Sinop, Tapurah e Nova Mutum. Quem compareceu avaliou a iniciativa como positiva e importante para o setor produtivo.

Este ano a Aprosoja repaginou o Circuito e o novo formato que trouxe palestra, debate e mesa redonda está mais focado no produtor, que pode participar com perguntas, questionamentos, críticas e sugestões. Para o bate papo com os produtores rurais foram convidados o presidente da Aprosoja Mato Grosso e vice-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan, economista e comentarista do Canal Rural, Miguel Daoud e diretor executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa. Mediação está a cargo do jornalista e apresentador do programa Direto ao Ponto, Glauber Silveira,

“Com certeza foi uma semana bastante produtiva, com grande presença dos nossos produtores associados, discutindo temas que estão em evidência e são extremamente relevantes ao setor produtivo. Dentro do tema proposto, que trata custo e tributação, discorremos sobre Lei Kandir, Funrural, Fethab e tantos outros subtemas que precisávamos urgentemente discutir e ouvir nossa base. Com certeza a diretoria sai mais fortalecida e abastecida sobre os anseios dos nossos associados e os produtores também saem tranquilizados, com muito mais informações e menos dúvidas”, avaliou Antonio Galvan.

Lei Kandir foi um dos temas mais questionados durante as participações nos setes núcleos por onde o 14º Circuito já passou. Pauta foi especialmente direcionada para o diretor-executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, que tranquilizou os produtores quanto ao empenho da entidade em solucionar o imbróglio que envolve o assunto. “Temos trabalhado em Brasília sensibilizando todo Congresso Nacional e o Governo sobre o impacto que seria terminar com a Lei Kandir. Existe um projeto de lei complementar que visa regulamentar a Lei Kandir e estamos trabalhando muito forte e acompanhando de perto o andamento dela no Congresso”, garantiu.

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Também estiveram em bastante evidência a cobrança e destinação correta dos recursos oriundos do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que é cobrado duas vezes sobre a produção de soja e agora será descontado também do milho. Durante as sete celebrações do Circuito, produtores e representantes dos Sindicatos Rurais se mostraram contrários a cobrança da nova taxação e insatisfeitos com aplicação dos recursos recolhidos no imposto.

Além disso, agricultores garantem que taxação sobre o do milho é completamente inviável, já que a produção não gera lucros para o produtor. Entidade ouviu a base e lutará pela extinção da cobrança. Vice-presidente da Aprosoja-MT e presidente Antonio Galvan aproveitaram a oportunidade para apresentar o Movimento Mato Grosso Forte e convocar os produtores para o ato que acontecerá no dia 15 de maio, em Cuiabá.

“Os produtores de soja e milho de Mato Grosso estão completamente insatisfeitos com aplicação que o Governo Estadual vem fazendo com os recursos do Fethab um e dois, que são cobrados da soja e com a nova cobrança sobre o milho. O Fethab foi criado com a finalidade de construir, manter e melhorar as rodovias estaduais. No entanto a realidade é completamente diferente. Nossa logística está cada dia mais difícil, as estradas apresentam mais problemas e não temos tranquilidade para escoar nossa produção. Não nos furtamos em pagar impostos, de maneira nenhuma, mas queremos a aplicação correta dos recursos. Por isso é importante que todos participem conosco no dia 15 de maio, lá em Cuiabá, onde entregaremos ao governador Mauro Mendes e para Assembleia Legislativa nossa carta com essas e outras reivindicações”, convidou Cadore.

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Durante falas, principal palestrante, economista Miguel Daoud diz que o país está mudando e precisa do agronegócio para que essa transformação aconteça. Porém reconhece e qualifica como preocupante o aumento diário dos custos de produção e as inúmeras tributações. “Quando você incorpora imposto na produção de grãos, você está competindo com vários países onde não existe isso. Então portanto Mato Grosso corre sério risco de perder mercado e de entrar em um espiral de perda de renda em decorrência de produtores ficarem fora do mercado, em função dos custos que vem subindo brutalmente”, disparou o especialista.

Daoud também vê que no cenário atual, o melhor caminho para o setor produtivo é procurar depender menos do Governo, pisar no freio quando o assunto for altos gastos com financiamentos, como compra de maquinários agrícolas, por exemplo, e buscar mais tecnologia.  Sobre o 14º Circuito Aprosoja, o economista disse que foi surpreendido com tamanha participação dos produtores e parabenizou a iniciativa da Aprosoja e ouvir a base, em buscar em conjuntos, ações para solucionar os entraves do setor.

“Foi fantástico. Porque houve uma participação grande dos produtores. O que mais me chama atenção é a preocupação dos produtores com custo, logística, impostos que podem impactar na produção. Nós percorremos algumas cidades e há uma unanimidade, há uma preocupação. A Aprosoja vem mostrando e consultando os produtores de medidas que poderão ser tomadas em relação a medidas que poderão ser tomadas, para evitar que o produtor perca a renda. Então isso é um princípio democrático para que as pessoas possam transmitir aquilo que pensam e a Aprosoja seguir a linha do pensamento da sua base”, disse.

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Mediador de todo bate papo, jornalista Glauber Silveira, citou os municípios que estão mais longe do eixo da BR 163 e que por conta disso, encontram mais dificuldades em algumas áreas. Ele qualificou como positiva e convidou produtores da região Oeste para participarem do Circuito na próxima semana.

“A gente nota a vontade do produtor em participar. Quando mais você sai do eixo da BR 163, se vê o anseio e uma dificuldade pouco maior. Quanto mais nova fronteira agrícola mais dificuldades existem, principalmente relacionadas as questões ambientais. O evento foi muito positivo, a gente vê a alegria do produtor em receber conhecimento, principalmente nesse modelo que foi realizado com debate com grandes especialistas é muito positivo. Seja sobre Lei Kandir, Convênio 100, Funrural, tudo isso é muito importante o produtor saber, como está, como tramita, qual a importância deles, então foi importante. Muito bom, estou bastante feliz. Já deixou convite para os produtores da região Oeste, que é a minha região, que participem. Vai ser show, com certeza”, concluiu.

SERVIÇO – O 14º Circuito Aprosoja segue para região Oeste de Mato Grosso. Entre os dias 06 e 10 de maio a caravana irá percorrer os municípios de Campos de Júlio, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Tangará da Serra e Diamantino.

Para realização do evento a Aprosoja conta com apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e das empresas parceiras Syngenta, Sicredi e SuperBac.

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Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

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“A Carne do Futuro” será tema de simpósio nas principais cidades de Mato Grosso

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Evento reunirá mais de 2 mil produtores, pesquisadores e especialistas em Cuiabá e Rondonópolis

Foto- Assessoria

Com o tema “A Carne do Futuro”, o 12º Simpósio Nutripura, um dos mais importantes encontros da pecuária brasileira, acontecerá entre os dias 19 e 21 de março de 2026, com um dia de campo no Centro de Pesquisa Nutripura (CPN), em Rondonópolis, e outros dois dias de palestras e painéis em Cuiabá, no Buffet Leila Malouf, espaço referência em eventos no estado.

O simpósio reunirá mais de 2 mil participantes, entre produtores, técnicos, pesquisadores e empresas do agronegócio, em uma programação voltada à inovação, sustentabilidade e tendências nos principais mercados globais da carne brasileira.
Entre os nomes confirmados estão José Luiz Tejon, referência em marketing agro e comportamento do consumidor, Alexandre Mendonça de Barros, economista e especialista em cenários agropecuários, além de Moacyr Corsi, Flávio Portela e Luiz Nussio, professores da Esalq/USP reconhecidos por suas contribuições em nutrição, manejo e produção animal.

O Dia de Campo abrirá a programação com demonstrações práticas de tecnologias aplicadas à nutrição, manejo e bem-estar animal. Já os painéis técnicos e debates em Cuiabá contarão com especialistas para discutir os avanços da pecuária brasileira em inovação, sustentabilidade e rastreabilidade. O encerramento contará com o tradicional churrasco oferecido pela Nutripura, momento de networking e celebração da cultura da carne.
As inscrições já estão disponíveis no site www.nutripura.com.br/simposio.

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Exportação de carne suína de Mato Grosso bate recorde histórico em 2024

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China, Vietnã e Angola são principais destinos da proteína suína produzida em MT

Foto- Assessoria

O bom ano da suinocultura mato-grossense refletiu também nas exportações da proteína suína. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) Mato Grosso bateu recorde histórico de exportação de carne suína em 2024, atingindo 1,306 mil toneladas exportadas. O número é 9% maior que o exportado em 2023, antigo recorde com 1,199 mil toneladas.
No cenário nacional o resultado de 2024 também foi positivo, a exportação brasileira de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) atingiu 1,352 milhão de toneladas, estabelecendo novo recorde para o setor. O número supera em 10% o total exportado em 2023 (com 1,229 milhão de toneladas), segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Para o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Frederico Tannure Filho, a expectativa de 2025 é positiva para o setor, principalmente pelo histórico dos últimos quatro meses.
“A expectativa é que 2025 seja um bom ano, visto o recorde de exportações nos últimos meses de 2024. A Acrismat vai continuar realizando o trabalho de manutenção sanitárias que promovem a qualidade da nossa carne, para manter nossas exportações e abrir novos mercados para nossos produtos”, pontuou.
Os principais destinos da carne suína de Mato Grosso foram Hong Kong, Vietnã, Angola e Uruguai. Dos produtos exportados, 80% foram In Natura, 18% miúdos e apenas 2% industrializados.
Na última semana o governo do Peru, por meio do Serviço Nacional de Sanidade Agrária (Senasa), autorizou que nove novas plantas frigoríficas no Brasil exportem produtos para o país.
Desde janeiro de 2023, o país vizinho importa carne suína do estado do Acre. Agora, com as novas habilitações, unidades em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo também poderão vender.
“A abertura do mercado peruano é mais uma boa oportunidade para a suinocultura de Mato Grosso, e reflete que o ano de 2025 para a atividade será de grandes oportunidades”, afirmou Frederico.
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Dia do Agricultor (28/7): produção de grãos deverá atingir 330 milhões de toneladas na próxima década

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Ministério da Agricultura prevê crescimento de 27% no setor até 2031; soja, milho, algodão e trigo puxam a evolução do setor

Foto: Assessoria

Enquanto outros setores produtivos mostraram dificuldades para crescer durante a pandemia, o agronegócio brasileiro “puxou para cima” o PIB nacional em 2020 – e deve continuar o bom desempenho também na próxima década. Segundo o estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2020/21 a 2030/31, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, a produção de grãos no Brasil deverá atingir mais de 330 milhões de toneladas nos próximos dez anos, uma evolução de 27%, a uma taxa anual de 2,4%. Soja, milho, algodão e trigo deverão se manter como os grandes protagonistas no campo.

O levantamento concluiu ainda que o consumo do mercado interno, o crescimento das exportações e os ganhos de produtividade, aliados às novas tecnologias, deverão ser os principais fatores de expansão do agronegócio brasileiro, que representou, no ano passado, mais de 26% de todo o produto interno bruto do país.

Na contramão

O setor de farinha de trigo, por exemplo, foi fortemente impactado pelo aumento no consumo de pães e massas no mercado interno durante a pandemia, e teve um crescimento de 9% no faturamento do ano passado, segundo estudo da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

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E a tendência seguiu assim no primeiro trimestre de 2021. A Herança Holandesa – linha de farinhas de trigo da Unium, marca institucional das indústrias das cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal – registrou no período, uma produção de 36,6 mil toneladas de farinha de trigo, e um faturamento que ultrapassou os R$ 67 milhões, números robustos para o setor no estado. “Os primeiros meses do ano foram muito positivos para o moinho da Unium. Nossa estimativa de produção para 2021 é de 140 mil toneladas, mesmo com um segundo semestre mais desafiador, com o preço do dólar influenciando no custo da matéria-prima”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Ongaratto.

Dividida entre farinha e farelo de trigo, a produção da Unium não foi interrompida durante o período mais crítico do isolamento social, e a companhia conseguiu ainda investir R$ 756 mil em seus produtos em 2020. Ongaratto afirma que o principal objetivo foi garantir que todos os clientes fossem atendidos e que os supermercados estivessem abastecidos. “E a tendência é que continuemos dessa  forma. Temos um estudo para uma duplicação da moagem no moinho da Herança Holandesa, que deve ser aprovado pela diretoria da Unium ainda este ano, pois acreditamos que o setor continuará crescendo no futuro”, finaliza o coordenador.

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