Mato Grosso

Conheça a história de Mato Grosso desde o período colonial

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O que hoje conhecemos como Mato Grosso já foi território espanhol. As primeiras excursões feitas no Estado datam de 1525, quando Pedro Aleixo Garcia vai em direção à Bolívia, seguindo as águas dos rios Paraná e Paraguai. Posteriormente, portugueses e espanhóis são atraídos à região graças aos rumores de que havia muita riqueza naquelas terras ainda não exploradas devidamente. Também vieram jesuítas espanhóis que construíram missões entre os rios Paraná e Paraguai.

A história de Mato Grosso, no período “colonial” é importantíssima porque, durante os governos, o Brasil defendeu o seu perfil territorial e consolidou a sua propriedade e posse até os limites do rio Guaporé e Mamoré. Foram assim contidas as aspirações espanholas de domínio desse imenso território. Proclamada a nossa independência, os governos imperiais de D. Pedro I e das Regências ( 1º Império) nomearam para Mato Grosso cinco governantes e os fatos mais importantes ocorridos nesses anos ( 7/9/1822 a 23/7/1840) foram a oficialização da Capital da Província para Cuiabá (lei nº 19 de 28/8/1835) e a “Rusga” (movimento nativista de matança de portugueses, a 30/05/1834).

Proclamada a 23 de julho de 1840 a maioridade de Dom Pedro II, Mato Grosso foi governado por 28 presidentes nomeados pelo Imperador, até à Proclamação de República, ocorrida a 15/11/1889. Durante o Segundo Império (governo de Dom Pedro II), o fato mais importante que ocorreu foi a Guerra da Tríplice Aliança, movida pela República do Paraguai contra o Brasil, Argentina e Uruguai, iniciada a 27/12/1864 e terminada a 01/03/0870 com a morte do Presidente do Paraguai, Marechal Francisco Solano Lopez, em Cerro-Corá.

Os episódios mais notáveis ocorridos em terras matogrossenses durante os 5 anos dessa guerra foram: a) o início da invasão de Mato Grosso pelas tropas paraguaias, pelas vias fluvial e terrestre; b) a heróica defesa do Forte de Coimbra.; c) o sacrifício de Antônio João Ribeiro e seus comandados no posto militar de Dourados. d) a evacuação de Corumbá; e) os preparativos para a defesa de Cuiabá e a ação do Barão de Melgaço; f) a expulsão dos inimigos do sul de Mato Grosso e a retirada da Laguna; g) a retomada de Corumbá; h) o combate do Alegre; Pela via fluvial vieram 4.200 homens sob o comando do Coronel Vicente Barrios, que encontrou a heróica resistência de Coimbra ocupado por uma guarnição de apenas 115 homens, sob o comando do Tte. Cel. Hermenegildo de Albuquerque Portocarrero. Pela via terrestre vieram 2.500 homens sob o comando do Cel. Isidoro Rasquin, que no posto militar de Dourados encontrou a bravura do Tte. Antônio João Ribeiro e mais 15 brasileiros que se recusaram a rendição, respondendo com uma descarga de fuzilaria à ordem para que se entregassem.

Foi ai que o Tte. Antônio João enviou ao Comandante Dias da Silva, de Nioaque, o seu famoso bilhete dizendo: “Ser que morro mas o meu sangue e de meus companheiros será de protesto solene contra a invasão do solo da minha Pátria” A evacuação de Corumbá, desprovida de recursos para a defesa, foi outro episódio notável, saindo a população, através do Pantanal, em direção a Cuiabá, onde chegou, a pé, a 30 de abril de 1865.

Na expectativa dos inimigos chegarem a Cuiabá, autoridades e povo começaram preparativos para a resistência. Nesses preparativos sobressaia a figura do Barão de Melgaço que foi nomeado pelo Governo para comandar a defesa da Capital, organizando as fortificações de Melgaço. Se os invasores tinham intenção de chegar a Cuiabá dela desistiram quando souberam que o Comandante da defesa da cidade era o Almirante Augusto Leverger – o futuro Barão de Melgaço -, que eles já conheciam de longa data. Com isso não subiram além da foz do rio São Lourenço. Expulsão dos invasores do sul de Mato Grosso- O Governo Imperial determinou a organização, no triângulo Mineiro, de uma “Coluna Expedicionária ao sul de Mato Grosso”, composta de soldados da Guarda Nacional e voluntários procedentes de São Paulo e Minas Gerais para repelir os invasores daquela região. Partindo do Triângulo em direção a Cuiabá, em Coxim receberam ordens para seguirem para a fronteira do Paraguai, reprimindo os inimigos para dentro do seu território.

A missão dos brasileiros tornava-se cada vez mais difícil, pela escassez de alimentos e de munições. Para cúmulo dos males, as doenças oriundas das alagações do Pantanal matogrossense, devastou a tropa. Ao aproximar-se a coluna da fronteira paraguaia, os problemas de alimentos e munições se agravava cada vez mais e quando se efeito a destruição do forte paraguaio Bela Vista, já em território inimigo, as dificuldades chegaram ao máximo. Decidiu então o Comando brasileiro que a tropa seguisse até a fazenda Laguna, em território paraguaio, que era propriedade de Solano Lopez e onde havia, segundo se propalava, grande quantidade de gado, o que não era exato. Desse ponto, após repelir violento ataque paraguaio, decidiu o Comando empreender a retirada, pois a situação era insustentável.

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Iniciou-se aí a famosa “Retirada da Laguna”, o mais extraordinário feito da tropa brasileira nesse conflito. Iniciada a retirada, a cavalaria e a artilharia paraguaia não davam tréguas à tropa brasileira, atacando-as diariamente. Para maior desgraça dos nacionais veio o cólera devastar a tropa. Dessa doença morreram Guia Lopes, fazendeiro da região, que se ofereceu para conduzir a tropa pelos cerrados sul mato-grossenses, e o Coronel Camisão, Comandante das forças brasileiras. No dia da entrada em território inimigo (abril de 1867), a tropa brasileira contava com 1.680 soldados. A 11 de junho foi atingido o Porto do Canuto, às margens do rio Aquidauana, onde foi considerada encerrada a trágica retirada. Ali chegaram apenas 700 combatentes, sob o comando do Cel. José Thomás Gonçalves, substituído de Camisão, que baixou uma “Ordem do dia”, concluída com as seguintes palavras: “Soldados! Honra à vossa constância, que conservou ao Império os nossos canhões e as nossas bandeiras”.

A Retirada da Laguna

A retirada da Laguna foi, sem dúvida, a página mais brilhante escrita pelo Exército Brasileiro em toda a Guerra da Tríplice Aliança. O Visconde de Taunay, que dela participou, imortalizou-a num dos mais famosos livros da literatura brasileira. A retomada de Corumbá foi outra página brilhante escrita pelas nossas armas nas lutas da Guerra da Tríplice Aliança. O presidente da Província, então o Dr. Couto de Magalhães, decidiu organizar três corpos de tropa para recuperar a nossa cidade que há quase dois anos se encontrava em mãos do inimigo. O 1º corpo partiu de Cuiabá a 15.05/1867, sob as ordens do Tte. Cel. Antônio Maria Coelho. Foi essa tropa levada pelos vapores “Antônio João”, “Alfa”, “Jaurú” e “Corumbá” até o lugar denominado Alegre. Dali em diante seguiria sozinha, através dos Pantanais, em canoas, utilizando o Paraguai -Mirim, braço do rio Paraguai que sai abaixo de Corumbá e que era confundido com uma “boca de baía”.

Desconfiado de que os inimigos poderiam pressentir a presença dos brasileiros na área, Antônio Maria resolveu, com seus Oficiais, desfechar o golpe com o uso exclusivo do 1º Corpo, de apenas 400 homens e lançou a ofensiva de surpresa. E com esse estratagema e muita luta corpo a corpo, consegui o Comandante a recuperação da praça, com o auxílio, inclusive, de duas mulheres que o acompanhavam desde Cuiabá e que atravessaram trincheiras paraguaias a golpes de baionetas. Quando o 2º Corpo dos Voluntário da Pátria chegou a Corumbá, já encontrou em mãos dos brasileiros. Isso foi a 13/06/1867. No entanto, com cerca de 800 homens às suas ordens o Presidente Couto de Magalhães, que participava do 2º Corpo, teve de mandar evacuar a cidade, pois a varíola nela grassava, fazendo muitas vítimas. O combate do Alegre foi outro episódio notável da guerra. Quando os retirantes de Corumbá, após a retomada, subiam o rio no rumo de Cuiabá, encontravam-se nesse portox “carneando” ou seja, abastecendo-se de carne para a alimentação da tropa eis que surgem, de surpresa, navios paraguaios tentando uma abordagem sobre os nossos.

A soldadesca brasileira, da barranca, iniciou uma viva fuzilaria e após vários confrontos, venceram as tropas comandadas pela coragem e sangue frio do Comandante José Antônio da Costa. Com essa vitória chegaram os da retomada de Corumbá à Capital da Província (Cuiabá), transmitindo a varíola ao povo cuiabano, perdendo a cidade quase a metade de sua população. Terminada a guerra, com a derrota e morte de Solano Lopez nas “Cordilheiras” (Cerro Corá), a 1º de março de 1870, a notícia do fim do conflito só chegou a Cuiabá no dia 23 de março, pelo vapor “Corumbá”, que chegou ao porto embandeirado e dando salvas de tiros de canhão. Dezenove anos após o término da guerra, foi o Brasil sacudido pela Proclamação da República, cuja notícia só chegou a Cuiabá na madrugada de 9 de dezembro de 1889.

Origem do nome

As Minas de Mato Grosso, descobertas e batizadas ainda em 1734 pelos irmãos Paes de Barros, impressionados com a exuberância das 7 léguas de mato espesso, dois séculos depois, mantendo ainda a denominação original, se transformaram no continental Estado de Mato Grosso. O nome colonial setecentista, por bem posto, perdurou até nossos dias. 

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Assim, em 1718, um bandeirante chamado Pascoal Moreira Cabral Leme subiu pelo rio Coxipó e descobriu enormes jazidas de ouro, dando início à corrida do ouro, fato que ajudou a povoar a região. No ano seguinte foi fundado o Arraial de Cuiabá. Em 1726, o Arraial de Cuiabá recebeu novo nome: Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá. Em 1748, foi criada a capitania de Cuiabá, lugar que concedia isenções e privilégios a quem ali quisesse se instalar.

As conquistas dos bandeirantes, na região do Mato Grosso, foram reconhecidas pelo Tratado de Madrid, em 1750. No ano seguinte, o então capitão-general do Mato Grosso, Antonio Rolim de Moura Tavares, fundou, à margem do rio Guaporé, a Vila Bela da Santíssima Trindade. Entre 1761 e 1766, ocorreram disputas territoriais entre portugueses e espanhóis, depois daquele período as missões espanholas e os espanhóis se retiraram daquela região, mas o Mato Grosso somente passou a ser definitivamente território brasileiro depois que os conflitos por fronteira com os espanhóis deixaram de acontecer, em 1802.

Na busca de índios e ouro, Pascoal Moreira Cabral e seus bandeirantes paulistas fundaram Cuiabá a 8 de abril de 1719, num primeiro arraial, São Gonçalo Velho, situado nas margens do rio Coxipó em sua confluência com o rio Cuiabá. 

Em 1o. de janeiro de 1727, o arraial foi elevado à categoria de vila por ato do Capitão General de São Paulo, Dom Rodrigo César de Menezes. A presença do governante paulista nas Minas do Cuiabá ensejou uma verdadeira extorsão fiscal sobre os mineiros, numa obsessão institucional pela arrecadação dos quintos de ouro. Esse fato somado à gradual diminuição da produção das lavras auríferas, fizeram com que os bandeirantes pioneiros fossem buscar o seu ouro cada vez mais longe das autoridades cuiabanas. 

Em 1734, estando já quase despovoada a Vila Real do Senhor Bom Jesus do Cuiabá, os irmãos Fernando e Artur Paes de Barros, atrás dos índios Parecis, descobriram veio aurífero, o qual resolveram denominar de Minas do Mato Grosso, situadas nas margens do rio Galera, no vale do Guaporé. 

Os Anais de Vila Bela da Santíssima Trindade, escritos em 1754 pelo escrivão da Câmara dessa vila, Francisco Caetano Borges, citando o nome Mato Grosso, assim nos explicam: 

Saiu da Vila do Cuiabá Fernando Paes de Barros com seu irmão Artur Paes, naturais de Sorocaba, e sendo o gentio Pareci naquele tempo o mais procurado, […] cursaram mais ao Poente delas com o mesmo intento, arranchando-se em um ribeirão que deságua no rio da Galera, o qual corre do Nascente a buscar o rio Guaporé, e aquele nasce nas fraldas da Serra chamada hoje a Chapada de São Francisco Xavier do Mato Grosso, da parte Oriental, fazendo experiência de ouro, tiraram nele três quartos de uma oitava na era de 1734. 

Dessa forma, ainda em 1754, vinte anos após descobertas as Minas do Mato Grosso, pela primeira vez o histórico dessas minas foi relatado num documento oficial, onde foi alocado o termo Mato Grosso, e identificado o local onde as mesmas se achavam. 

Todavia, o histórico da Câmara de Vila Bela não menciona porque os irmãos Paes de Barros batizaram aquelas minas com o nome de Mato Grosso. 

Quem nos dá tal resposta é José Gonçalves da Fonseca, em seu trabalho escrito por volta de 1780, Notícia da Situação de Mato Grosso e Cuiabá, publicado na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro de 1866, que assim nos explica a denominação Mato Grosso: 

[…] se determinaram atravessar a cordilheira das Gerais de oriente para poente; e como estas montanhas são escalvadas, logo que baixaram a planície da parte oposta aos campos dos Parecis (que só tem algumas ilhas de arbustos agrestes), toparam com matos virgens de arvoredo muito elevado e corpulento, que entrando a penetrá-lo, o foram apelidando Mato Grosso; e este é o nome que ainda hoje conserva todo aquele distrito. 

Caminharam sempre ao poente, e depois de vencerem sete léguas de espessura, toparam com o agregado de serras […]. 

Pelo que desse registro se depreende, o nome Mato Grosso é originário de uma grande extensão de sete léguas de mato alto, espesso, quase impenetrável, localizado nas margens do rio Galera, percorrido pela primeira vez em 1734 pelos irmãos Paes de Barros. Acostumados a andar pelos cerrados do chapadão dos Parecis, onde apenas havia algumas ilhas de arbustos agrestes, os irmãos aventureiros, impressionados com a altura e porte das árvores, o emaranhado da vegetação secundária que dificultava a penetração, com a exuberância da floresta, a denominaram de Mato Grosso. Perto desse mato fundaram as Minas de São Francisco Xavier e toda a região adjacente, pontilhada de arraiais de mineradores, ficou conhecida na história como as Minas do Mato Grosso. 

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Posteriormente, ao se criar a Capitania por Carta Régia de 9 de maio de 1748, o governo português assim se manifestou:

Dom João, por Graça de Deus, Rei de Portugal e dos Algarves, […] Faço saber a vós, Gomes Freire de Andrade, Governador e Capitão General do Rio de Janeiro, que por resoluto se criem de novo dois governos, um nas Minas de Goiás, outro nas de Cuiabá […]. 

Dessa forma, ao se criar a Capitania, como meio de consolidação e institucionalização da posse portuguesa na fronteira com o reino de Espanha, Lisboa resolveu denominá-las tão somente de Cuiabá. Mas no fim do texto da referida Carta Régia, assim se ex-prime o Rei de Portugal […] por onde parte o mesmo governo de São Paulo com os de Pernambuco e Maranhão e os confins do Governo de Mato Grosso e Cuiabá […]. 

Apesar de não denominar a Capitania expressamente com o nome de Mato Grosso, somente referindo-se às minas de Cuiabá, no fim do texto da Carta Régia, é denominado plenamente o novo governo como sendo de ambas as minas, Mato Grosso e Cuiabá. Isso ressalva, na realidade, a intenção portuguesa de dar à Capitania o mesmo nome posto anos antes pelos irmãos Paes de Barros. Entende-se perfeitamente essa intenção. 

Todavia, a consolidação do nome Mato Grosso veio rápido. A Rainha D. Mariana de Áustria, ao nomear Dom Antonio Rolim de Moura como Capitão General, na Carta Patente de 25 de setembro de 1748, assim se expressa: 

[…]; Hei por bem de o nomear como pela presente o nomeio no cargo de Governador e Capitão General da Capitania de Mato Grosso, por tempo de três anos […]. 

A mesma Rainha, no ano seguinte, a 19 de janeiro, entrega a Dom Rolim a suas famosas Instruções, que determinariam as orientações para a administração da Capitania, em especial os tratos com a fronteira do reino espanhol. Assim nos diz o documento: 

[…] fui servido criar uma Capitania Geral com o nome de Mato Grosso […] § 1o – […] atendendo que no Mato Grosso se requer maior vigilância por causa da vizinhança que tem, houve por bem determinar que a cabeça do governo se pusesse no mesmo distrito do Mato Grosso […]; § 2o – Por se ter entendido que Mato Grosso é a chave e o propugnáculo do sertão do Brasil […]. 

E a partir daí, da Carta Patente e das Instruções da Rainha, o governo colonial mais longínquo, mais ao oriente em terras portuguesas na América, passou a se chamar de Capitania de Mato Grosso, tanto nos documentos oficiais como no trato diário por sua própria população. Logo se assimilou o nome institucional Mato Grosso em desfavor do nome Cuiabá. A vigilância e proteção da fronteira oeste era mais importante que as combalidas minas cuiabanas. A prioridade era Mato Grosso e não Cuiabá. 

Com a independência do Brasil em 1822, passou a ser a Província de Mato Grosso, e com a República em 1899, a denominação passou a Estado de Mato Grosso. 

A partir do início do século XIX, a extração de ouro diminui bastante, dessa maneira, a economia começa um período de decadência e a população daquele estado pára de crescer. Militares e civis dão início a um movimento separatista, em 1892, contra o governo do então presidente Mal. Floriano Peixoto. O movimento separatista é sufocado por intervenção do governo federal.

A economia do estado começa a melhorar com a implantação de estradas de ferro e telégrafos, época em que começam a chegar seringueiros, pessoas que cultivaram erva-mate e criadores de gado.

Em 1977, Mato Grosso é desmembrado em dois estados: Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Ações dos núcleos de Avaliação de Tecnologia em Saúde de MT são destaques nacionais

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Os Núcleos de Avaliação de Tecnologia em Saúde (NATS) de Mato Grosso, mantidos pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) e pelo Hospital Universitário Júlio Muller, tiveram experiências selecionadas e apresentadas no evento da Rede Brasileira de Avaliação de Tecnologias em Saúde (Rebrats) e na Organização Pan Americana de Saúde (Opas), realizado nesta semana em Brasília.

As ações de sucesso foram compartilhadas no evento após a seleção das seis melhores experiências em âmbito nacional, da qual participaram 88 núcleos existentes no Brasil. O Núcleo de Avaliação de Tecnologia da SES-MT existe desde 2014, sendo o primeiro instituído no Estado; o segundo núcleo foi criado pelo Hospital Universitário Júlio Muller, em 2016.

Desde 2015, o núcleo da SES-MT atua em parceria com o do Hospital, por meio de convênio de cooperação técnica. A parceria proporciona para a SES-MT a obtenção de base de dados que são necessários para o trabalho do núcleo estadual. Essa atuação conjunta, por meio de convênio entre as instituições estadual e federal, foi destaque como experiência de sucesso, com reconhecimento nacional.

A trajetória do NATS da SES-MT foi partilhada como um “caso de sucesso” e o convênio firmado com Hospital Universitário Júlio Muller foi selecionado como estratégia de colaboração e atuação exitosa no quadro “As experiências da Rebrats: compartilhar e evoluir”.

“Ter nossa história em destaque e as estratégias que usamos para vencer barreiras e escassez de recursos como modelo a ser partilhado é gratificante. Indica que estamos no caminho certo”, comemorou Kelli Nakata, presidente do NATS da SES-MT.

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Para o coordenador do NATS do Hospital Universitário Júlio Muller, Helder Cássio de Oliveira, “ter boas parcerias é muito importante para impulsionar estratégia de crescimento de organizações. Ganham ambas as partes por poderem fazer juntos, o que seria difícil fazer sozinhos”.

A Rebrats foi oficialmente criada em 2011 e exerce um papel importante na promoção e difusão da Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) no Brasil, atuando como um elo entre pesquisa, política e gestão por meio de estudos que colaboram com o processo de incorporação, monitoramento e desincorporação de tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).

Os Núcleos de Avaliação de Tecnologias em Saúde representam uma ferramenta valiosa nos processos decisórios de incorporação, monitoramento e mudança de tecnologias, uma vez que fornecem informações de benefícios e riscos para saúde, além de consequências econômicas e sociais da utilização de tecnologias em saúde.

O NATS da SES-MT está aberto para realizar avaliações de tecnologias em saúde para qualquer unidade da pasta. “A equipe auxilia na tomada de decisão dos gestores para adotar novas tecnologias no sistema de saúde, realizando análise técnica da eficácia, do impacto no orçamento, da segurança do produto ou serviço e do custo efetividade, além de demonstrar se algum produto ou conduta tornou-se obsoleta, por meio de avaliação”, concluiu a gestora Kelli Nakata.

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Fonte: GOV MT

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Pesca do pintado não está proibida em Mato Grosso, afirma Conselho

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e o Conselho Estadual da Pesca (Cepesca) esclarecem que a pesca do pintado não está proibida em Mato Grosso e o Estado aguarda a regulamentação do Governo Federal. O assunto, que entrou em pauta após a Portaria nº 148/2022 do Ministério do Meio Ambiente (MMA), foi tema da reunião do Conselho Estadual da Pesta realizada nesta quinta-feira (23.06).

“A portaria não proíbe a pesca do pintado, mas estabelece que o peixe deve ser usado de forma sustentável. Vai depender de uma regulamentação federal esclarecendo quais as regras e procedimentos para o uso desta espécie e outras que possam ter sido acrescentadas dentro desta lista de animais ameaçados”, explica o secretário em exercício da Sema-MT e presidente do Cepesca, Alex Marega.

No dia 7 de junho, o MMA publicou a portaria com a “Lista Nacional Oficial de Espécies da Fauna Ameaçada de Extinção”, na qual consta a ‘Pseudoplatystoma corruscans’, que é popularmente conhecida como surubim ou pintado. A portaria também alterou o anexo da publicação nº 445/2014 com a inclusão de peixes e invertebrados aquáticos que entraram na lista de animais vulneráveis e em perigo de extinção, mas grande parte das normas estabelecidas na portaria anterior continuam válidas.

Conforme Marega, o pintado foi agora categorizado como espécie vulnerável (VU), e, segundo o artigo 3º da Portaria 445/2014, poderá ser permitido seu uso sustentável, desde que regulamentado e autorizado pelos órgãos federais competentes e atendendo, minimamente, critérios especificados no documento.

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A nova portaria entra em vigor a partir do dia 6 de setembro, conforme retificação publicada no Diário Oficial da União no dia 13 de junho. Até a data, a Sema fará uma consulta ao Ministério do Meio Ambiente sobre a regulamentação do uso sustentável das espécies incluídas na lista e classificadas como vulneráveis.

A Sema também solicitou à Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros do órgão um parecer técnico sobre a nova Portaria, verificando quais espécies foram acrescentadas à listagem para detectar outros animais importantes para a fauna mato-grossense. Também foi solicitada análise sobre quais medidas de gestão devem ser implementadas até a regulamentação por parte do MMA.

Fonte: GOV MT

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Governo inaugura asfalto da MT-343 e aplica R$ 144,6 milhões em investimentos: “Há 30 anos que a Região Oeste não recebia tantos recursos”, destaca prefeita

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“Vivemos um momento histórico para Cáceres e toda a região. Fiz uma pesquisa e constatei que em 30 anos, a região Oeste nunca tinha recebido tantos investimentos e recursos. Nunca na história de Cáceres assinamos tantos convênios de obras importantes como agora. Como exemplo da obra da MT-343, que é fundamental para o desenvolvimento dessa região, e tantas outras voltadas para a área da saúde, educação e habitação. E o melhor é que a gente tem a certeza que, após a assinatura do convênio, o dinheiro já está na conta, pois esse Governo trabalha com seriedade”.

A afirmação é da prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, durante visita do governador Mauro Mendes ao município, na manhã desta sexta-feira (24.06). Na ocasião, o governador inaugurou 104,1 km de asfalto novo da MT-343, entre Cáceres e Porto Estrela, com investimento de R$ 73,9 milhões, e assinou convênios com 18 municípios da região, que alcançam o montante de R$ 144,6 milhões.

Com o município de Cáceres foram assinados convênios no valor total de R$ 24.166.688,45 e que incluem a construção de 50 casas populares (R$ 6.500.000); entrega de 2 resfriadores (R$ 18.242); manutenção do asfalto na pista, pátio e estacionamento do aeroporto (R$ 2.303.528,30); asfalto novo e drenagem da Avenida da Unemat (R$ 2.299.044,27); asfalto novo, drenagem, sinalização e calçadas no bairro Guanabara, que teve parceria do senador Wellington Fagundes (R$ 3.475.934,24); e drenagem em diversas ruas da cidade (R$ 9.568.939,64).

“Nós, prefeitos, enfrentamos muitas dificuldades, pois, infelizmente, não temos a arrecadação suficiente para investir naquilo que a população merece. Por isso, precisávamos ser olhados de forma especial, com compromisso e responsabilidade, como está sendo feito agora por esse Governo, que está trazendo o desenvolvimento para nossa região”, acrescentou a prefeita.

O asfalto novo inaugurado pelo govenador na MT-343 foi feito em 3 trechos: o primeiro liga Cáceres a Porto Estrela e Barra do Bugres, o segundo vai de Vila Aparecida a Porto Estrela e o terceiro fica na Serra da Peraputanga.

“Nesses últimos anos, trabalhamos com seriedade, pagamos as contas atrasadas e aplicamos os recursos de forma correta. Enfim, conseguimos fazer com que o Estado entrasse nos eixos e agora estamos ajudando os municípios com suas obrigações, fazendo uma série de obras, como asfalto, calçadas, iluminação pública. Uma parceria importante para que o cidadão mato-grossense possa ter uma qualidade de vida melhor”, pontuou o governador Mauro Mendes.

O deputado estadual Dr. Gimenez destacou que cada vez que o governador vai para a região de Cáceres leva coisas boas: “Essa é uma região que estava esquecida por muito tempo e o senhor é o único governador que está trazendo desenvolvimento para cá, principalmente terminando obras que ficaram por décadas paradas”.

Gimenez disse ainda que, como médico, se sente feliz pelo Governo fazer tantos investimentos na área da saúde. “Um dia o senhor disse que queria ser reconhecido nesse Estado como o governador que consertou a saúde e, hoje, tenho certeza que está conseguindo fazer isso”.

O deputado federal Dr. Leonardo destacou ser um dia marcante para toda a região. “O governador está fazendo investimentos históricos e importantes para nossa região. Está terminando a obra da MT-343 ligando a cidade de Cáceres, Porto Estrela e Barra do Bugres, criando uma nova rota de desenvolvimento e produção. Esses investimentos representam uma justiça histórica para a região. Muito obrigado governador, pela atenção e esse olhar diferenciado”, destacou.

O deputado Valmir Moretto também fez questão de frisar que os investimentos para os municípios representam o progresso e desenvolvimento para a região.

“Essa região estava atrasada no cenário mato-grossense e nacional, porém o governador tem olhado por essa região com o carinho que ela merece, assim como tem feito em todo o Estado. Essa conquista de hoje é uma vitória para nós e tenho certeza que essa região ainda terá muito mais desenvolvimento”, afirmou Moretto.

Acompanham o governador os senadores Fábio Garcia, Wellington Fagundes e Margareth Buzzetti, os deputados federais Neri Geller, Carlos Bezerra e Dr. Leonardo, os deputados estaduais Dr. Gimenez, Valmir Moretto, Dr. João, Max Russi, Xuxu Dal Molin e Elizeu Nascimento, e os secretários de Estado Rogério Gallo (Casa Civil), Laice Souza (Comunicação), Marcelo de Oliveira (Infraestrutura), César Miranda (Desenvolvimento Econômico) e Teté Bezerra (Agricultura Familiar), Jordan Espíndola (Gabinete de Governo), e os presidentes da MT Par, Wener Santos, do Intermat, Francisco Serafim, e da Sanemat, Luiz Caldart.

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Além da prefeita de Cáceres, também estiveram presentes os prefeitos de Barra do Bugres, Maria Azenilda; Curvelândia, Jadilson Alves; Glória D’Oeste, Gheiysa Borgato; Lambari D’Oeste, Marcelinho da Bem Estar; Mirassol D’Oeste, Héctor Alvares; Porto Espiridião, Martins Dias; Porto Estrela, Eugenio Pelachim; Reserva do Cabaçal, Jonas Campos; Rio Branco, Luis Carlos; Salto do Céu, Professor Mauto; São José dos Quatro Marcos, Jamis Bolanin; e Vale do São Domingos, Geraldo Ramos.

Confira os convênios assinados com os 18 municípios:

Cáceres – R$ 24.166.688,45

– Convênio para construção de 50 casas populares – R$ 6.500.000

– Entrega de 2 resfriadores – R$ 18.242

– Convênio para manutenção do asfalto na pista, pátio e estacionamento do aeroporto – R$ 2.303.528,30

– Convênio para asfalto novo e drenagem da Avenida da Unemat – R$ 2.299.044,27

– Convênio para asfalto novo, drenagem, sinalização e calçadas no bairro Guanabara (parceria senador Wellington Fagundes) – R$ 3.475.934,24

– Convênio para drenagem em diversas ruas – R$ 9.568.939,64

Araputanga – R$ 4.414.003,50

– Convênio para manutenção do asfalto da Avenida 23 de Maio e Trevo – R$ 240,263,96

– Convênio para manutenção do asfalto em diversas vias e avenidas (parceria do deputado federal Neri Geller) – R$ 800.811,50

– Convênio para construção de ponte de madeira sobre o córrego Água Limpa – R$ 462.676,83

– Entrega de uma pá carregadeira – R$ 459.210,52

– Convênio para manutenção do Asfalto em 41 vias e avenidas (parceria do senador Carlos Fávaro) – R$ 2.078.072,69

– Convênio para implantação de piso modular nas quadras poliesportivas Denilton Camilo e Sidney de Freitas (parceria deputado estadual Allan Kardec– R$ 300.000,00

– Entrega de 8 resfriadores para a agricultura familiar – R$ 72.968,00

Barra do Bugres – R$ 17.529.350,54

– Convênio para reforma do Centro Comunitário do Distrito de Assari – R$ 285.420,59

– Convênio para Asfalto novo no Distrito de Currupira (parceria Senador Wellington Fagundes) – R$ 3.327.405,19

– Convênio para reforma da praça da 3ª Idade (parceria senador Jaime Campos) – R$ 253.987,22

– Convênio para revitalização do canteiro central da Avenida 01 do Loteamento do Jardim Imperial (parceria do deputado estadual Eduardo Botelho) – R$ 110.206,02

– Entrega de uma pá carregadeira – R$ 459.210,52

– Realização do primeiro Encontro da Família – R$ 325.000,00

– Entrega de 1 resfriador e 1 caminhonete para a agricultura familiar – R$ 268.121,00

– Convênio para construção de 50 casas populares – R$ 6.500.000,00

– Hospital Municipal Roosevelt Figueiredo Lira – obra licitada pela Prefeitura com investimento de R$ 9.000.000,00 do Governo de MT

Comodoro – R$ 13.402.199,46

– Autorização de Colaboração para manutenção e conservação das rodovias não pavimentadas MT-199, MT-235 e MT-440 – R$ 12.912.882,80

– Entrega de 1 rolo compactador – R$ 489.316,66

Curvelândia – R$ 3.560.181,73

– Convênio para asfalto novo, sinalização e calçada nas seguintes vias: Avenida Brasil – 3ª Etapa, Avenida Rio Brando, Rua Jericoacoara e Rua dos Desbravadores – R$ 572.620,69

– Convênio para manutenção do Asfalto em diversas ruas – R$ 1.377.488,51

– Convênio para Asfalto novo, drenagem, calçada e sinalização – R$ 1.610.072,53

Figueirópolis D’Oeste – R$ 5.983.345,53

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– Convênio para asfalto novo em ruas do bairro Jardim Paraíso – R$ 4.086.980,50

– Entrega de 1 motoniveladora – R$ 703.566,03

– Convênio para realização do 2º Rodeio Fest Show – R$ 1.120.000,00

– Entrega de 1 plantadeira/adubadeira 4 linhas e 1 grade 14 discos para Agricultura Familiar – R$ 72.799,00

Glória D’Oeste – R$ 15.738.869,34

– Convênio para iluminação pública da zona urbana (parceria deputado federal Neri Geller) – R$ 431.428,74

– Convênio para manutenção do Asfalto em diversas ruas – R$ 2.367.214,39

– Autorização de ordem de início para restauração da MT-339 – R$ 11.809.447,75

– Entrega de 1 Escavadeira – R$ 710.434,78

– Convênio para construção de campo de Futebol Society – R$ 281.105,68

– Entrega de 1 cultivador de enxadas hidráulico, 1 secador e 1 colhedora para a Agricultura Familiar – R$ 139.238,00

Indiavaí – R$ 3.412.836,91

– Convênio para asfalto novo, drenagem, calçada e sinalização viária: Rua C, Rua B, Rua Maria do Carmo Modesto, Rua A, Rua Professora Maria Odorica de Oliveira, Rua 13 de Maio e Rua Valdirene Mezanine (parceria do deputado federal Juarez Costa) – R$  1.136.002,69

– Convênio para iluminação da Avenida Jaime Campos – R$ 911.623,70

– Entrega de uma pá carregadeira – R$ 459.210,52

– Convênio para realização do Ind Fest – R$ 906.000,00

Jauru – R$ 4.048.081,01

Convênio para recuperação de estada vicinal Córrego do Ouro e encabeçamento de 5 pontes de concreto (parceria do senador Carlos Fávaro) – R$ 3.362.890,24

– Convênio para compra de material para construção de calçada e meio-fio – R$ 225.980,25

– Entrega de uma pá carregadeira – R$ 459.210,52

Vale de São Domingos – R$ 5.576.144,08

– Entrega de 4 motoniveladoras – R$ 2.672.000

– Convênio para construção de creche (parceria deputado federal Nelson Barbudo) – R$ 1.572.195,63

– Convênio para captação de água do Rio Guaporé – R$ 2.930.948,45

– Convênio para compra de materiais para calçada e acessibilidade – R$ 773.000

São José dos Quatro Marcos – R$ 14.111.927,40

– Entrega de 1 pá carregadeira – R$ 326.086,95

– Entrega de 4 resfriadores, 1 caminhonete e 1 grade para agricultura familiar – R$ 234.483

– Convênio para compra de trator cortador de grama (parceria deputado estadual Eduardo Botelho) – R$ 50.000

– Convênio para compra de materiais esportivos (parceria deputado estadual Xuxu Dal Molin) – R$ 50.000

– Convênio para academia ao ar livre (parceria deputado estadual Dr. Gimenez) – R$ 35.000

– Convênio para realização das atividades culturais de emancipação do município – R$ 35.000

– Entrega de 1 motoniveladora – R$ 703.566,03

– Convênio para reforma da ponte de madeira sobre o Rio Bugre – R$ 329.967,16

– Convênio para asfalto novo e drenagem em ruas dos bairros Jardim Bela Vista, Jardim São José e Loteamento Bandeirantes II (parceria deputado federal Nelson Barbudo) – R$ 2.328.521,97

– Convênio para asfalto novo no bairro Jardim Rondon etapa 1 (parceria deputado federal Carlos Bezerra) – R$ 1.862.294,35

– Convênio para asfalto novo no bairro Jardim Rondon etapa 2 (parceria deputado federal Carlos Bezerra) – R$ 2.600.584,32

– Convênio para asfalto novo na via Perimetral Lions Internacional trechos 1,2 e 3, Rua Presidente Getulio Vargas, Rotatória e Avenida Guilherme Pinto Cardoso trechos 1 e 2 – R$ 5.466.423,64

Salto do Céu – R$ 2.390.000,44

– Entrega de 1 retroescavadeira – R$ 324.807,33

– Convênio para asfalto novo, drenagem, sinalização e calçada (parceria senador Carlos Fávaro) – R$ 2.065.193,11

Rio Branco – R$ 2.726.449,04

– Entrega de 1 pá carregadeira – R$ 459.210,52

– Convênio para manutenção do asfalto de 4 ruas – R$ 257.696,34

– Convênio para manutenção e construção de canteiro em 4 ruas (parceria senador Carlos Fávaro) – R$ 831.555,86

Veja Mais:  Pleno considera cumpridas determinações feitas à Secretaria de Saúde de Cuiabá

– Convênio para recuperação do asfalto de 3 ruas e da MT-170 – R$ 817.719,06

– Convênio para recapeamento e construção de canteiro central – R$ 360.267,26

Reserva do Cabaçal – R$ 3.913.730,07

– Autorização para licitar o encabeçamento das pontes nos Rios Cabaçal, Cachoeirinha e Bugres – R$ 2.362.750,42

– Convênio para pavimentação com bloket sextavado, drenagem e sinalização na Avenida José Júlio de Lima trecho 1 (parceria senador Jayme Campos) – R$ 625.148,13

– Convêio para pavimentação com bloket sextavado, drenagem e sinalização nas Ruas Santos Dumont, Avenida Rio Branco, Rua do Bandeirantes, Avenida Cáceres e Rua  Projetada 1 (parceria deputado federal Neri Geller – R$ 925.831,52

Porto Estrela – R$ 4.425.322,48

– Convênio para realização do 7º Festival Cultural de Pesca – R$ 840.330

– Convênio para implantação do sistema de esgoto bacia 1 – R$ 3.000.000

– Convênio para implantação do sistema de água na comunidade Vão Grande – R$ 584.992,48

Porto Espiridião – R$ 5.449.286,65

– Convênio para realização do Circuito Regional do Esporte – R$ 500.000

– Entrega de 1 escavadeira hidráulica (parceria senador Jayme Campos) – R$ 668.957,08

– Entrega de 1 retroescavadeira – R$ 324.807,33

– Convênio para asfalto novo em ruas do Distrito Vila Cardoso (parceria deputado federal Juarez Costa) – R$ 3.955.522,24

Mirassol D’Oeste – R$ 10.279.751,10

– Entrega de 1 patrulha mecanizada e 1 trator para agricultura familiar – R$ 444.463

– Convênio para realização da 15ª edição do Feirarte – R$ 876.204

– Entrega de 1 escavadeira – R$ 710.434,78

– Convênio para asfalto novo, drenagem, sinalização e calçada em ruas do bairro Cidade Tamandaré (parceria deputados federal Nelson Barbudo e estadual Max Russi) – R$ 4.230.816,57

– Convênio para sistema de abastecimento e distribuição de água – R$ 197.163,06

– Convênio para asfalto novo nas Ruas Madalena Marina Marques e Paulina Moreira de Matos e da Avenida Elídio Sabino no bairro Parque Morumbi (parceria senador Carlos Fávaro) – R$ 435.540,95

– Convênio para asfalto novo, sinalização, drenagem e calçadas de 8 ruas (parceria deputado federal Carlos Bezerra) – R$ 2.436.526,30

– Convênio para asfaltar e fazer drenagem de ruas (parceria deputado federal Neri Geller) – R$ 598.973,93

– Convênio para asfalto novo e drenagem das Ruas São Bento e 14 de Maio e da Avenida Elídio Sabino no bairro Parque Morumbi (parceria deputados federal Neri Geller e estadual Dr. Gimenez) – R$ 349.628,47

Lambari D’Oeste – R$ 3.548.798,54

– Entrega de 1 caminhonete – R$ 259.000

– Convênio para realização do Lambarifest – R$ 645.000

– Convênio para revitalização do balneário municipal (parceria deputado federal Juarez Costa) – R$ 1.886.163,57

– Convênio para revitalização da praça Geraldo Fidélis (parceria deputado estadual Eduardo Botelho) – R$ 500.000

– Convênio para reforma da ponte de madeira na MT-339 – R$ 258.634,97

Mais investimentos em Cáceres

No total, o Governo de Mato Grosso investe mais de R$ 220 milhões em Cáceres desde o início da gestão. Os recursos destinados à cidade foram revertidos em obras para a melhoria de infraestrutura, educação, realização de ações sociais e fomento da cultura e esporte local, além da economia criativa.

Entre as principais ações, para a área industrial o Governo de Mato Grosso investiu na construção de unidades administrativas da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Cáceres, com uma área aproximada de 240 hectares. Essa obra recebeu R$ 15,4 milhões por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Mato Grosso (Sedec).

Somente para a infraestrutura, o Governo, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), destinou mais de R$ 125 milhões para Cáceres.

Fonte: GOV MT

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