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Saúde

COVID-19 – Vacina só será eficaz quando cerca de 70% da população estiver imunizada

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(Foto: Reprodução)

Especialista explica que a desaceleração da evolução do vírus depende da rapidez da vacinação, combinada com a circulação restrita de pessoas e atenção às medidas de higienização e etiqueta respiratória

São Paulo, 14 de abril de 2021 – A pandemia da COVID-19, doença causada pelo vírus SARS-CoV-2, o novo coronavirus, completou um ano no Brasil no final de fevereiro, segundo informações da Agência Brasil.

A partir de sua identificação em Wuhan, na China, em dezembro de 2019, em menos de um mês a doença atingia os países contíguos do Oriente e parceiros comerciais, como Itália e Estados Unidos, de onde se espalhou pela Europa, Américas e Oceania, atingindo, a seguir, o Continente Africano. Até o dia três de abril de 2021, mais de 130 milhões de pessoas foram infectadas e quase 3 milhões faleceram da doença.

A rapidez da disseminação se relaciona ao potencial de contaminação do vírus e à praticamente ausente imunidade natural, somados ao conhecimento incipiente acerca de sua evolução e fisiopatologia, bem como de abordagens terapêuticas eficazes. Fatores sociais da vida contemporânea, como a alta mobilidade humana, a desigualdade social, que vulnerabiliza os mais pobres, e a alta expectativa de vida, com prevalência de doenças crônicas, explicam o fluxo da doença, as diferenças de morbidade e mortalidade entre países e dentro de um mesmo país, e o perfil de hospitalização.

A vacina, que começou a ser aplicada no final de 2020, em alguns países, embora desenvolvida rapidamente, é produzida em quantidade insuficiente para a demanda e aplicada a um ritmo lento na maior parte do mundo. A contenção da epidemia apenas ocorrerá quando a vacinação atingir a cobertura necessária para bloquear a transmissão, em torno de 70% da população do país.

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Um bom exemplo é a Inglaterra – com ritmo rápido de vacinação, apresenta queda significativa na mortalidade e registra menos casos que a França e a Alemanha, por exemplo, ambas com imunização mais lenta. Portanto, não há dúvida de que a agilidade de vacinação é uma variável a ser considerada.

No Brasil, a vacinação está sendo implementada a ritmo lento e as medidas de isolamento tem muito pouca adesão. Abrigando 2,7% da população mundial, em 06 de abril, o País contabilizava 11,6% do total de óbitos e 9,8% do total de casos notificados em todo o mundo. Informações conflitantes e o insuficiente distanciamento social, além de outros fatores, levaram a uma onda permanente, que se acentuou com as confraternizações de final de ano. A circulação de uma nova variante do vírus, mais infectante, surgida em Manaus e que se disseminou rapidamente por todo o País, contribuiu para que o Brasil atingisse, em abril, o pico de incidência e mortes, em número muito superior ao pico de 2020.

É urgente a redução da transmissão de casos, o que será alcançado com a combinação de vacinação em massa e reforço das medidas não farmacológicas – uso de máscaras, distanciamento social e higienização das mãos. O resultado da vacinação não é imediato e todas as precauções devem ser mantidas, com acompanhamento das curvas de casos novos, internações e óbitos, em análises conduzidas e orientadas pela Vigilância Epidemiológica.

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*Paula Carnevale, especialista em Saúde Pública e Infectologia, é docente do curso de Medicina da Universidade Anhembi Morumbi, em São José dos Campos.

Sobre a Universidade Anhembi Morumbi

A Universidade Anhembi Morumbi é a primeira instituição internacional de ensino superior do Brasil. Desde 2005, faz parte da rede internacional de universidades Laureate, maior rede global de instituições de ensino superior, com milhares de estudantes matriculados em instituições nas modalidades presenciais e online.

São oferecidos programas de graduação, graduação tecnológica e pós-graduação lato sensu e stricto sensu, distribuídos nas áreas de Ciências da Saúde; Turismo e Hospitalidade; Negócios; Direito; Artes, Arquitetura, Design e Moda; Comunicação; Engenharia e Tecnologia e Educação. Seus oito câmpus estão localizados nas regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia, Mooca, Morumbi, Vale do Anhangabaú, São José dos Campos e Piracicaba.

A Universidade Anhembi Morumbi possui laboratórios de última geração e diferenciais como a internacionalidade, já tendo enviado, desde 2006, milhares de alunos do Brasil para realização de cursos no exterior, além de receber centenas de estudantes estrangeiros em seus câmpus, que se tornaram locais multiculturais para o aprendizado.

Outras vantagens: a titulação internacional, que permite ao estudante o acesso a certificação do Brasil e de uma instituição no exterior e o Anhembi Carreiras (https://carreiras.anhembi.br), um portal de empregabilidade da Universidade Anhembi Morumbi com serviços de preparação para o mercado de trabalho e conteúdos exclusivos para o desenvolvimento da trajetória profissional.

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Para mais informações: https://portal.anhembi.br/

Sobre a Laureate Brasil

Com o propósito de transformar vidas promovendo o saber e a empregabilidade, a Laureate Brasil acredita que a educação torna o mundo um lugar melhor. Ao impactar positivamente as pessoas e as comunidades em que atua por meio das instituições de ensino presencial e dos polos EAD para a modalidade digital, a organização demonstra o seu compromisso de estar aqui para o bem e para sempre de forma sustentável. A Laureate Brasil reúne no país marcas líderes do segmento de educação: FMU | FIAM-FAAM, Anhembi Morumbi, IBMR, UniRitter, FADERGS, UNIFACS, UNIFG, UnP e FPB, que oferecem tradição, qualidade acadêmica, inovação e formação voltada ao mercado de trabalho para milhares de estudantes de graduação, pós-graduação (MBA, lato sensu e stricto sensu), extensão e cursos livres.

Sobre a Laureate International Universities

A Laureate International Universities é uma rede global de instituições de ensino superior, com programas de graduação e pós-graduação (lato e stricto sensu) de qualidade e focados na empregabilidade dos estudantes, em todas de áreas de conhecimento. A organização acredita que, quando alunos são bem-sucedidos, os países prosperam e as sociedades são beneficiadas. Essa crença é expressa pelo propósito Here for Good, de estar aqui para o bem e para sempre, sendo representado por seu status como uma Empresa B Certificada® e convertida em 2015 a uma PBC, corporação de benefício público em Delaware, comprometida em criar impactos positivos para as comunidades. Saiba mais em: https://www.laureate.net.
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Saúde

Meningite pode matar em 24h: especialista de Mato Grosso alerta sobre sinais da doença

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Segundo pediatra, automedicação em casa mascara sintomas e dificulta diagnóstico precoce em meio ao aumento de óbitos no estado.

Mato Grosso registra aumento nas notificações de meningite, com casos confirmados e óbitos recentes em cidades como Cuiabá, Sinop e Sorriso. Além da baixa adesão à vacinação, um fator silencioso tem contribuído para a gravidade da doença: o hábito de medicar crianças logo nos primeiros sinais de febre. Segundo a Dra. Lanna Maluf, médica e docente do curso de pós-graduação em pediatria da Afya Educação Médica Cuiabá, a automedicação pode mascarar sintomas importantes para a identificação precoce da meningite.

“Ao perceber a febre, muitas famílias administram medicamentos por conta própria. Isso é perigoso, porque esconde sinais que o médico precisa avaliar para diferenciar uma virose comum de uma infecção grave”, explica a médica. Como a meningite pode evoluir para quadros fatais em menos de 24 horas, é fundamental observar sintomas que vão além da febre. “Os pais devem ficar atentos à rigidez na nuca, quando a criança não consegue encostar o queixo no peito. Em bebês, outros sinais de alerta são a recusa para mamar e a moleira alta ou estufada”, acrescenta.

Além da automedicação em casa, outro fator que pode atrasar o diagnóstico ocorre no pronto atendimento. De acordo com a pediatra, a triagem não deve subestimar os sintomas iniciais e precisa estar atenta a sinais como irritabilidade intensa, sensibilidade à luz e apatia. “O tratamento, seja com antibióticos nos casos bacterianos ou com suporte clínico nos casos virais, deve começar antes mesmo da confirmação laboratorial”, afirma. Para ela, a rapidez no atendimento é decisiva para evitar sequelas graves ou óbitos, especialmente em regiões onde o acesso a exames mais complexos pode demorar.

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Apesar da urgência no atendimento, o controle da doença depende principalmente da vacinação. A Dra. Lanna Maluf destaca que, na prática clínica, a ausência do cartão de vacinação físico durante a consulta faz com que a imunização seja considerada inadequada. “Não importa se o prazo foi perdido: todas as doses atrasadas precisam ser atualizadas. Um esquema vacinal incompleto deixa a criança vulnerável e pode transformá-la em transmissora silenciosa da doença em creches e escolas”, alerta.

Serviço

Em Mato Grosso, a Afya Educação Médica Cuiabá oferece atendimentos gratuitos em diversas especialidades como Pediatria, Clínica da Dor, Ultrassonografia, Nutrologia e Psiquiatria. As consultas são realizadas mediante agendamento, conforme disponibilidade. Os interessados podem enviar mensagens para o número: (65) 99689-7280.

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

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Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.

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Artigos

O infarto pode começar no intestino?

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A descoberta científica que pode mudar a forma como entendemos o coração:

Durante muitos anos, acreditamos que o infarto começava apenas nas artérias do coração.Mas a ciência acaba de mostrar algo muito mais profundo:O intestino pode influenciar diretamente a gravidade de um infarto. E isso muda completamente a forma como enxergamos prevenção cardiovascular.

O QUE A CIÊNCIA DESCOBRIU?

Um estudo publicado na revista científica Cardiovascular Research mostrou que, após um infarto, ocorre uma comunicação intensa entre coração, intestino, microbiota e sistema imunológico.
Os pesquisadores observaram que:
o infarto altera a microbiota intestinal;
aumenta a permeabilidade do intestino;
bactérias e toxinas intestinais conseguem “vazar” para a circulação;
isso amplifica a inflamação do organismo;
e piora a lesão cardíaca.
Em outras palavras:O coração sofre e o intestino responde. Mas essa resposta pode aumentar ainda mais o dano cardíaco.

O “VAZAMENTO INTESTINAL” PODE AGRAVAR O INFARTO

Os pesquisadores identificaram aumento de uma substância chamada LPS (lipopolissacarídeo),
derivada de bactérias intestinais, no sangue de pacientes que tiveram infarto.
E o mais impressionante quanto maior o nível dessas toxinas:
maior o tamanho do infarto;
maior a inflamação;
pior a função do coração.
Isso reforça algo que a medicina cardiometabólica moderna já suspeitava:
O coração não funciona isolado ele conversa o tempo inteiro com o intestino, metabolismo, cérebro e sistema imunológico.

O QUE ISSO MUDA NA PRÁTICA?
Muda tudo. Porque prevenção cardiovascular não pode mais ser baseada apenas em:
colesterol;
pressão arterial;
remédios.
Hoje sabemos que:
inflamação intestinal,
microbiota desequilibrada,
resistência insulínica,
obesidade visceral,
alimentação ultraprocessada,
privação de sono,
estresse crônico
Também participam do risco cardiovascular. O cardiometabolismo moderno deixou de olhar apenas para “a doença”. Agora olhamos para o terreno biológico que constrói a doença.

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O INTESTINO É UM DOS CENTROS DA INFLAMAÇÃO
O estudo mostrou que, após o infarto, ocorre aumento de bactérias inflamatórias no intestino e piora da barreira intestinal. Isso favorece:
inflamação sistêmica;
ativação exagerada do sistema imunológico;
maior dano ao músculo cardíaco.
É exatamente por isso que:
obesidade,
diabetes,
má alimentação,
sedentarismo,
sono ruim
Estão tão conectados ao risco cardiovascular.

A NOVA ERA DA PREVENÇÃO
A grande mensagem deste estudo é clara: O futuro da cardiologia será cada vez mais
cardiometabólico. Não basta apenas “desentupir artérias”.
Precisamos:
modular inflamação;
melhorar microbiota;
preservar massa muscular;
controlar glicose;
reduzir gordura visceral;
melhorar sono;
aumentar capacidade física;
restaurar metabolismo.
Porque o verdadeiro tratamento começa antes do infarto acontecer.

CONCLUSÃO

Seu intestino pode estar influenciando silenciosamente a saúde do seu coração todos os dias.
E talvez uma das maiores revoluções da prevenção cardiovascular moderna seja entender que:
saúde intestinal e saúde cardíaca estão profundamente conectadas.
Na medicina do futuro, prevenção não será apenas sobre remédios.
Será sobre Estratégia Metabólica.

Dr. Max Wagner de Lima
Cardiologista — CRM 6194 | RQE 2308

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Saúde

Gordura no fígado não é “só do fígado”

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Dr. Max Wagner de Lima
Cardiologista

E o problema pode estar muito mais ligado ao seu coração do que você imagina. Você provavelmente já ouviu falar em “fígado gorduroso”.  E talvez tenha pensado: “Isso é coisa de quem bebe”. ou  “Não deve ser algo tão importante assim”

Mas a medicina moderna mudou completamente essa visão. Hoje sabemos que o chamado fígado gorduroso — tecnicamente conhecido como
MASLD (doença hepática associada à disfunção metabólica) não é apenas uma condição do fígado. É um dos sinais mais importantes de que o organismo inteiro está em desequilíbrio.

O QUE É, NA PRÁTICA?

Essa condição acontece quando o fígado começa a acumular gordura em excesso.Mas isso não ocorre por acaso.
Ela está diretamente ligada a fatores como:
* ganho de peso (principalmente abdominal)
* resistência à insulina
* alterações no colesterol
* pressão elevada

Ou seja:
Não é uma doença isolada
É uma manifestação de um problema metabólico mais amplo.

POR QUE ISSO IMPORTA (E MUITO):

Hoje, essa condição já atinge cerca de 1 em cada 3 adultos no mundo
E na maioria dos casos, ela:

não causa sintomas no início
não dá sinais claros
passa completamente despercebida

Esse é o ponto mais perigoso.  O Grande Erro : PENSAR QUE É “SÓ NO FÍGADO”

Aqui está o que poucos pacientes sabem e que muda tudo:A principal causa de morte em pessoas com essa condição não é problema no fígado . E doença cardiovascular.

Veja Mais:  De ponta a ponta: Infectologistas mudaram a forma como a saúde é vista e cuidada na pandemia da Covid-19

O que os estudos mostram

* maior risco de infarto
* maior risco de AVC
* maior risco de insuficiência cardíaca
* aumento global de mortalidade

Em outras palavras:  O fígado é apenas o “sinal visível”. O problema real está acontecendo no corpo inteiro.

O QUE ESTÁ ACONTECENDO DENTRO DO SEU CORPO

O processo geralmente começa assim:
1. O organismo passa a ter dificuldade em lidar com açúcar (resistência à insulina)
2. A gordura começa a se acumular no abdômen
3. Parte dessa gordura vai para o fígado
4. O fígado começa a funcionar de forma inadequada
5. O corpo entra em um estado inflamatório silencioso

E isso gera:

* piora do colesterol
* inflamação dos vasos
* aumento do risco de entupimento das artérias

Ou seja: Impacto direto no Coração

Como a doença evolui :Ela não acontece de uma vez. Existe uma progressão:

* gordura no fígado (fase inicial)
* inflamação
* cicatrização (fibrose)
* cirrose
* câncer de fígado

Mas atenção: antes de chegar nesses estágios, o paciente pode já ter tido um infarto

COMO DESCOBRIR   ?
Na prática, muitos casos são descobertos em exames simples, como:  ultrassom abdominal e exames de sangue
Mas hoje sabemos que isso não é suficiente. Uma avaliação moderna precisa entender:
* o metabolismo como um todo
* o nível de inflamação
* o risco cardiovascular associado

Porque? Não basta saber se tem gordura é preciso entender o impacto disso no organismo

Veja Mais:  Asma e atividade física combinam?

ONDE ENTRA O CARDIOLOGISTA?

Esse é um ponto central e estratégico.Tradicionalmente, o fígado era visto como território de outra especialidade.
Mas hoje sabemos: essa é uma doença cardiometabólica. E isso muda completamente o cuidado.

Por quê?Porque o cardiologista é o especialista em:
* avaliar risco cardiovascular
* prevenir eventos graves
* integrar múltiplos fatores (pressão, colesterol, glicose, estilo de vida)
E é exatamente isso que essa condição exige.

Um fato importante . Pacientes com essa condição têm: até 30% mais risco de doença cardiovascular.

O TRATAMENTO NÃO É SOBRE O FÍGADO
Esse é outro erro comum. Não existe um tratamento isolado para o fígado.O tratamento real envolve:
* redução de gordura corporal
* melhora do metabolismo
* ajuste alimentar
* exercício físico estruturado
* controle de glicose, colesterol e pressão

ou seja: abordagem completa

A VERDADE QUE MUDA TUDO

Você não desenvolve essa condição de repente. Ela é o resultado de:

* anos de hábitos
* desorganização metabólica
* rotina desestruturada

E o mais importante:  ela pode ser revertida principalmente nas fases iniciais

CONCLUSÃO:

Fígado gorduroso não é um detalhe. É um alerta. Um dos mais importantes que o seu corpo pode dar.

REFLEXÃO FINAL:

Se o seu corpo já está mostrando sinais de desequilíbrio. Você vai esperar aparecer um sintoma?
Ou vai agir antes?

Na medicina moderna, não tratamos órgãos isolados. Tratamos o organismo como um sistema integrado.

E isso significa:
entender o fígado
entender o metabolismo
e, principalmente, proteger o coração

Veja Mais:  Horário de sono irregular aumenta risco de hipertensão

Porque, no fim, é isso que define sua longevidade.

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