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Credenciamento de médicos legistas vai beneficiar Campo Verde e Guiratinga

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Durante a reunião, o parlamentar lembrou que já fez indicações nesse sentido para que o Governo do Estado reforce o efetivo da Politec das regionais de Primavera do Leste, que atende Campo Verde; Rondonópolis, que atende Guirantiga; e Guarantã do Norte, que atende Peixoto.

Foto: SANDRA LUCIA RODRIGUES COSTA

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) se reuniu na terça-feira (15), com o secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp), Alexandre Bustamante, e o diretor-geral da Polícia de Identificação Técnica (Politec), Rubens Okada, para tratar da falta de médicos legistas em alguns municípios mato-grossenses, entre eles, Campo Verde e Guiratinga. A informação do governo é que em breve será lançado um edital para o credenciamento de médicos para atuarem como legistas em 17 municípios.

Durante a reunião, o parlamentar lembrou que já fez indicações nesse sentido para que o governo do estado reforce o efetivo da Politec nas regionais de Primavera do Leste que atendem Campo Verde; Rondonópolis, que atende Guirantiga; e Guarantã do Norte, que atende Peixoto. Em Primavera, são dois papiloscopistas e nove peritos para atenderem cinco cidades e distritos. Já em Rondonópolis, o deputado ainda ressaltou a necessidade de viaturas/caminhonete para a Politec, bem como a falta de efetivo, hoje no número de 20, incluindo os que realizam serviços administrativos na sede para atender 23 municípios.

“Na regional de Guarantã, que compreende seis municípios, há hoje apenas três médicos legistas, número não suficiente, uma vez que tem meses que apenas um deles está trabalhando e cada médico só atende 10 dias seguidos. Nos outros dias, as ocorrências têm que serem encaminhadas para a regional de Sinop, localizada a 250 quilômetros de distância”, explicou o deputado.

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No encontro, também estiveram presentes os representantes da sociedade civil de Matupá e Peixoto de Azevedo, respectivamente, Sérgio Lader e João Manica, que relataram a situação crítica que a população vem sofrendo por falta desses profissionais. Eles comentaram de situações que já ocorreram na região, onde a realização de um exame de corpo de delito em vítima viva ou morta chegou a ser realizado em Sinop e demorou até dois dias para liberação do corpo devido à distância a ser percorrida.

Lembrando que, o trabalho de um médico legista não se resume apenas em exames de necropsia, feitos em mortos, mas, sim, também de exames em vivos, principalmente aqueles feitos em vítimas de violência doméstica ou sexual e até casos de lesão corporal. “Noventa e cinco por cento dos atendimentos dos legistas são feitos em pessoas vivas”, afirmou Okada.

Após ouvir as demandas, o secretário Bustamante informou que, em breve, será aberto um credenciamento de médicos para atenderem como legistas em 17 municípios de Mato Grosso. Atualmente, 22 municípios têm médicos nas unidades de Politec espalhados pelo estado. Os profissionais não terão vínculo empregatício e prestarão serviços de perícias criminais. Entre os municípios beneficiados com o credenciamento, que deverão ter a sua disposição médicos dessa especialidade, estão Guiratinga e Campo Verde.

“Infelizmente, Peixoto de Azevedo não será beneficiado diretamente com o credenciamento. Porém, como Colíder terá credenciamento, será uma forma de minimizar o problema. Já que, em caso de não ter médico legista em Guarantã, os legistas credenciados de Colíder poderão atender Peixoto e região, sem precisar se deslocar 250 quilômetros até Sinop para a realização de algum exame”, finaliza Bustamante.  

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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