Política MT
CST define programação para entrega de relatório final
Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT
A Câmara Setorial Temática (CST) da Mulher, instalada na Assembleia Legislativa, realizou a penúltima reunião do grupo nesta segunda-feira (25), e anunciou os detalhes para o fechamento do relatório que será entregue no dia 12 de dezembro- em cerimônia no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. No dia 09 de dezembro, deve acontecer a apresentação da cartilha com as informações das propostas que foram debatidas ao longo da CST no último encontro do grupo.
“Foi o trabalho mais fácil de todos, porque fica simples você organizar o material quando ele é bom e perfeito,contando com uma equipe especializada no assunto. Começamos com o planejamento estratégico do grupo, que agora pode servir como exemplo para as demais câmaras. Foram feitas algumas correções que serão incluídas na redação final e tenho certeza que vamos deixar algo muito proveitoso para a Assembleia”, destacou a presidente da CST, desembargadora Maria Erotides Kneip.
A presidente disse ter certeza de que o trabalho da CST não vai parar quando da apresentação do relatório, e que os resultados serão exemplos para a sociedade mato-grossense.
“Tenho o regimento interno das nossas audiências públicas realizadas nas cidades-polos e pude levar a experiência da CST para as coordenadorias estaduais da defesa da mulher e as coordenadorias dos tribunais de justiça dos demais estados. É uma sementinha que plantamos para o resto do Brasil e no dia 09 de dezembro teremos a última reunião, que no dia seguinte apresentaremos o relatório final”, esclareceu Kneip.
Durante o encontro de hoje a promotora Lindinalva Rodrigues propôs a criação de um projeto de lei denominado “Legislativo Afirmativo” que visa fomentar a cultura de igualdade entre homens e mulheres como direito fundamental, com as seguintes propostas: Prevenção e Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher; Igualdade Salarial; Reeducação Cultural de autores de Violência Doméstica; Estímulo à Divisão Igualitária de Tarefas Domésticas e Cuidados com os Filhos; Fomentar a participação pública e política das mulheres na sociedade; Enfrentamento a Violência Racial contra as Mulheres Negras; e Filhos da Violência.
“Tenho certeza de que todos os membros fizeram o possível para colaborar com essa CST, com o objetivo de auxiliar as mulheres de Mato Grosso. A nossa responsabilidade aqui é muito grande porque nós sempre cobramos do Parlamento as políticas públicas e, agora, estamos aqui para dizer quais são as prioridades desejadas por todas as mulheres. Vamos exigir que sejam implementadas todas as propostas, como por exemplo, o trabalho das delegacias das mulheres 24 horas”, afirmou ela.
Integrantes – Além da presidente desembargadora Maria Erotides Kneip, integram a CST a defensora pública Rosana Leite de Barros, como relatora; professora Jacy Proença, como secretária, e os membros Lindinalva Rodrigues, Josyrleth Magalhães Criveletto, Amini Haddad Campos, Glaucia Anne Kelly Rodrigues Amaral, Clarissa Lopes, Mayana Vitória de Souza Alves, Vera Bertolini, Eliana Vitalino, Eliane Rodrigues de Lima, Telma Reis, Eunice Ramos, Luciana Rosa Gomes, Willian Cesar de Moraes e Tânia Mara Arantes Figueira.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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